Terça-feira, 31 de março de 2020.
Meu nome é Ana Flor, fui mãe e casei muito jovem, em plena adolescência. Nunca fui um exemplo de esposa, nem de mãe ou de dignidade; tenho um tesão doentio pelo meu filho desde quando ele nem sabia se masturbar. Arrependo-me de não ter iniciado uma relação mais íntima com ele quando virou um hominho; dei mole. Minha filha Juliana, irmã gêmea do Thiago, foi mais ágil e tomou a dianteira. Eles não sabem que furtivamente os ouço e às vezes até consigo observar parcialmente os seus atos sexuais infantis. Era infantil no passado; no momento, virou uma putaria entre dois jovens que acabaram de sair da adolescência.
Desde que percebi a safadeza de ambos, passei a considerar minha filha como uma rival e o meu filho como um traidor. Por qual razão não os surpreendi ainda, ou por que não contei para o pai deles? Porque perderia momentos maravilhosos em que fantasio e chego a orgasmos deliciosos durante minhas masturbações. Fico imaginando que sou eu no lugar da minha filha.
O ciúme que sempre senti da Juliana fez ela crescer mais apegada ao pai do que a mim. Um dia tive uma conversa mais acalorada com o meu marido, Walter; fui acusada de não demonstrar carinho pela minha filha. Defendi-me inserindo um comentário sobre minha desconfiança de que nossos filhos tinham relações sexuais e eram amantes há muito tempo. Isso causou uma discórdia entre nós; disse que era um absurdo pensar uma coisa dessas dos nossos filhos. Merda! Censurei-me em pensamento, fui impulsiva e falei demais. Não disse mais nada depois que ouvi suas críticas. Em razão deste desentendimento, passamos a falar somente o necessário e demos um tempo nas relações sexuais.
Como vingança, na semana seguinte, aceitei o convite de um chefe que me cantava há tempos; partimos para um happy hour a dois em seu apart-hotel… Foram noventa minutos de uma foda gostosa. Começamos em sua cama em ritmo acelerado, depois fizemos um pequeno intervalo para mais uma taça de vinho e tábua de frios. Permanecemos na sala e voltamos a transar. Caprichei no boquete, reativando sua rola. A preferência dele, desta vez, foi pela minha bunda; colocou-me debruçada na mesinha de centro e socou no meu rabo por quase todo o segundo tempo.
Cheguei tarde em casa, de pileque, com o cu alargado e com desculpas esfarrapadas sobre um trabalho de última hora. Nem liguei para a cara de descrédito e indiferença do Walter, nem para o sorrisinho irônico da Juliana. Apenas o Thiaguinho foi solidário comigo, dizendo que eu era uma guerreira. Amo este menino.
A secura conjugal continuou, então voltei mais algumas vezes ao apart para transar com o chefe, pois meu fogo por sexo arde desde a minha puberdade.
Pode ter sido nessas puladas de cerca que peguei a Covid e passei para o meu filho. Havia ficado animada e confiante com minhas relações extraconjugais bem-sucedidas, tanto que criei coragem, tornando possível essa relação incestuosa com o Thiaguinho. Aconteceu em um dia em que simulei uma consulta com o dentista. Ao ficar sozinha com minha filha, inventei o adiamento da falsa consulta e pedi para a Juliana ir a uma drogaria distante comprar um remédio para mim.
Tinha a certeza de que o meu filho voltaria logo para aproveitar a minha ausência e praticar o seu passatempo preferido: foder a irmã. Ele havia deixado propositalmente o seu celular no quarto; com frequência usava isso como desculpa para o pai deixá-lo dar uma fugidinha da oficina.
Deitei na cama da Ju e me cobri. Fiquei no escuro e na expectativa de que o Thiago viesse em menos de dez minutos, porque a Ju não demoraria muito mais que meia hora para voltar.
Não deu cinco minutos e ouvi o som da porta abrindo e depois fechando. Instantes depois, que pareceram uma eternidade, aconteceu algo surreal: senti um corpo nu colado ao meu. Ele sussurrou em meu ouvido, pensando que era a irmã. Quando tocou minha pele, acariciou minha bunda nua por baixo do robe — era minha única peça de roupa —, sua mão percorreu o caminho até a minha boceta. Quase tive um orgasmo precoce. Meu menino não perdeu tempo, levantou minha perna, se alojou no vão e invadiu minha vagina com seu membro potente, arrancando meu suspiro de felicidade. Puta merda! Ele começou a bombar firme e cheio de energia; delirei de prazer e rezei para não sermos interrompidos. Aquela transa com meu filho era um sonho realizado; queria gozar com ele e curtir cada mísero segundo.
Minutos depois fui agraciada com uma sequência de orgasmos que meu corpo parecia levitar de tanto prazer; não contive um gemidinho gostoso.
Bateu só um pouquinho de arrependimento e identifiquei-me como uma vadia quando ele me chamou de vagabunda e sua putinha gostosa; foi quando sua pegada foi nota mil e seu sêmen encharcou tudo por dentro. Meu deleite e contentamento naquele instante foram maiores que qualquer sentimento de vergonha.
Ao final daquela pegada intensa e mágica, acendi o abajur e revelei-me, depois pedi seu silêncio e saí correndo para o meu quarto. Ele ficou assustado e sem entender nada.
Não voltamos a falar sobre o assunto; no entanto, começamos do zero uma nova relação, cerca de duas semanas depois, quase ao final do nosso isolamento pela COVID. Aconteceu naturalmente, carícias e sexo com poucas palavras. Acontecia diariamente quando estávamos sozinhos; a gente se amava em meu quarto, porque dava para ouvir se a Ju ou o Walter abrissem o portão.
Ainda bem que deu certo em minha primeira tentativa com o meu filho; só me arrependo de não ter investido antes nessa relação. Ele que nem pense em tratar-me como um número dois; mamãe tem que ter prioridade, né?
Fim… Por enquanto.
TBM ACHO , PRIMEIRO A MÃE DPS A FILHA...TUDO EM FAMÍLIA
ResponderExcluirHUMMM ME ADOTA COMO IRMÃO ?
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