
sexta-feira, 18 de novembro de 2022
Meu Quarto Virou Motel

quarta-feira, 16 de novembro de 2022
Uma Tarde Cheia de Surpresas
Durante o sexo virtual praticado com a Sílvia no meio de semana, havia aceitado seu convite para tomar um vinho em sua casa na tarde de sexta-feira. Fiquei meio bolada por ser no mesmo dia do happy hour das três amigas. Seria um golpe? Pensei, mas a Sílvia só saberia do meu lance com seu marido se o próprio apressadinho tivesse contado. Descartei logo essa neura e fui ao seu encontro, pois se o virtual foi bom, imaginei ser melhor ainda ao vivo.
Ela me recebeu trajando um vestido tubinho de cor vinho, coladinho, a ponto de exibir todas suas curvas e detalhes dos seios. A danada parecia estar nua por baixo do tecido leve.
Após as formalidades e já no interior da casa com a porta fechada, recebi um abraço carinhoso da mulher arrojada.
— Tive medo que você não viesse — disse ela.
— Confesso que tive receio de vir — desabafei olhando em seus olhos, ainda presa em seus braços.
— Não tem porque ter medo de mim, anjinho, só desejo te fazer feliz e lhe dar prazer — falou e deu um selinho nos meus lábios.
Meu estado de submissão e inexperiência com uma mulher deve ter ficado perceptível, então ela arriscou um beijo de verdade unindo nossas bocas e sugando a minha língua. Participei ativamente do beijo e deixei claro não ter vindo só para uma taça de vinho.
A propósito, o vinho ficaria para mais tarde, caminhamos até seu quarto e os beijos e amassos continuaram em sua cama.
A Sílvia tirou seu vestido, e realmente era a única peça de roupa a cobrir seu corpo. Nua sobre mim, a mulher carinhosa percorreu sua boca pelo meu ventre e subiu até meus seios fazendo delícias após retirar sutilmente a minha blusa.
A saia saiu em seguida e a calcinha de rendas negras era o único obstáculo entre seus dedos invasores e minha boceta encharcada. Gemi de tesão ao ter a fenda tocada e massageada. Puxei sua cabeça em busca de um beijo, suguei e mordi seus lábios carnudos vibrando com seus dedos brincando com meu clitóris.
Acompanhei ansiosa o seu próximo ato praticado com movimentos delicados, porém não menos safados. A lingerie pretinha desceu sem pressa passando pelos meus pés enquanto observava seu olhar sedutor prendendo os meus. Vê-la deslizando o corpo feito um réptil e invadindo meu espaço para aninhar sua cabeça no vão das minhas coxas, proporcionou-me tanto prazer quanto foi sentir sua língua entrando e saindo seguidamente da minha boceta. Ahh, Deus! Que tesão da porra, gemi feito uma vadia. A danada soube mesmo como me enlouquecer com seus dedos e língua e me fez gozar alucinada em sua boca.
Invertemos a posição. Eu não tinha prática naquele lance com mulher, minha parceira tinha e ia me orientando. Sua boceta perfumada só com uma faixazinha de pelos, era gostosa de chupar e de tocar com os dedos. Queria retribuir o prazer recebido e praticamente engoli seu sexo ouvindo seus gemidos de delírio… Também saboreei seu gozo quando demonstrou ter chegado ao ápice liberando uma série de esguichos em minha boca.
Instantes após, suspirou deixando seu corpo largado no leito, agradeceu dizendo ter gozado como nunca. Ficamos lado a lado e recebi um abraço seguido de beijo. Depois um desabafo:
— O Moacir jamais me fez gozar assim.
Acreditei, ele era ruim de pau e de língua, pensei segurando um sorriso.
As surpresas continuaram, Sílvia pegou um cinto com um membro de silicone de tamanho generoso. Também um gel. Olhei ansiosa para o corpo tão feminino "vestindo" o negócio másculo.
Deitamos de lábios unidos e os corpos colados num abraço de desejo. O bagulho estava alojado entre minhas coxas. Fui induzida a virar de costas para ela, tive uma das pernas levantada e seu corpo alojou-se no vão formado. Meu próximo sentimento de prazer foi do pinto artificial deslizando para dentro de mim. Ahh! Aquilo foi tão bom quanto um real, uma vez que a pessoa ao meu lado e a combinação da nossa química foi o fator mais importante daquela transa. Ela, sim, soube me foder gostoso arrancando meus gritinhos e me levando a outro momento de êxtase. Então eu gemi, gemi alucinada, igual uma cadelinha, foi puro deleite.
Teria a oportunidade de recompensar tanto carinho. Coloquei o cinto a seu pedido ajeitando o bagulho na cintura. Lambuzei o pênis com o gel e dei-lhe o tubo. Fiquei observando sua aplicação de uma porção generosa do lubrificante no seu rego, e depois me diverti apreciando seu engatinhar felino para posicionar-se de quatro. Seu bundão dourado ficou arrebitado e ela pediu para eu enfiar no seu cu.
Gente! A mulher era muito fogosa, mexeu e rebolou gemendo feito uma louca, puxou minha mão implorando que tocasse sua boceta em conjunto com os golpes dados em seu ânus com o pinto de borracha.
No momento do seu gozo eu pingava suor de tanto dar estocadas no seu rabo.
Após tanto prazer sexual na cama, a curtição parecia não ter fim, ao finalizar essa primeira experiência com uma mulher, ainda recebi muitas carícias sob a ducha durante o banho.
Voltamos ao seu quarto e ela guardou a cinta já higienizada.
— Você usa a cinta para comer seu maridão? — perguntei brincando.
— Nele eu uso uma com o pênis menor — ela falou sério e ainda mostrou o bagulho de tamanho modesto.
Abriu a garrafa de vinho a seguir para brindarmos ao encontro, fizemos promessas de não ser o último. Entre um gole e outro ela foi se arrumando para sair, iria encontrar minha mãe e a Adriana no barzinho. No caminho a Sílvia me deixaria em casa.
Era noite quando nos dirigimos à garagem e nos deparamos com um recém-chegado, seu marido Moacir (o ligeirinho). O indivíduo pareceu-me surpreso e contrariado. Poderia ser devido à minha presença incomum em sua residência, ou por ver sua mulher toda produzida pegando o carro para sair. Perguntou aonde ela ia. Ouviu a verdade, afinal, não tinha nada de mais em sair com as amigas,
Quando ele me fulminou com seu olhar de revolta, fiquei com uma vontade louca de falar: "sua mulher fode infinitamente mais gostoso que você, seu chifrudo".
Contive o meu riso com muito esforço enquanto a Sílvia ligava o carro, saindo a seguir garagem afora.
Por ora, é isso, beijos!
terça-feira, 15 de novembro de 2022
Happy Hour Só para Chifrudas
Ao anoitecer do mesmo dia do fracasso sexual cometido pelo chantagista do Moacir, atendi uma chamada no telefone fixo.
— Alô?
— Helena?
— Não, é a Nicole.
— Oi! Nicole, é a Sílvia. — Posso falar com sua mãe?
— Ela está no banho — respondi e pensei: caralho! Será que ela soube da presença do seu marido na minha casa?
A mulher é a esposa do Moacir e cunhada da Adriana. Vai dar treta, pensei.
Ela não desligou, continuou me alugando com um papo de mulher casada. Disse que seu marido não a valorizava mais, assim como a Adriana também estava com as expectativas frustradas com seu namorado, o Dr. Osvaldo.
Resumindo, a mulher pretendia agendar um happy hour só para as três amigas na sexta-feira. Talvez ela estivesse fundando o clube das cornas.
Após seu papo inicial, a princípio fui possuída de um sentimento solidário, em razão de ter conhecido intimamente seu parceiro. Reprovei o cara no meu “test drive”, foi uma droga de amante. Enfim, quem mandou ela casar sem testar bem a mercadoria, né? Mas não poderia dizer nada disso a ela, guardei comigo meus segredos e opiniões.
No momento seguinte, meu instinto de sobrevivência questionou-me: fujo ou compro uma arma? Afinal, transei com os três homens daquelas três amigas, e as chifrudas poderiam estar planejando me queimar viva numa fogueira, pensei rindo comigo mesma.
Nesse ínterim, minha mãe desceu e assumiu a conversa. Depois ouvi ela confirmando presença na baladinha das cornudas.
É um tipo de rolê que eu não iria, julguei.
No dia seguinte a Silvia ligou novamente…
— Minha mãe ainda não chegou, ela está no curso — falei ao identificar sua voz.
— Eu sei, querida, liguei para falar com você.
Fodeu! Pensei.
A mulher parecia alegrinha e estranha, elogiou minha voz dizendo ser sensual e pediu para eu aceitar uma chamada de vídeo no WhatsApp, gostaria muito de me ver falando.
Não posso recusar, a mulher sabe meu endereço e pode bater aqui, pensei desanimada. Aceitei logo para ver qual era a parada.
Já havia visto a Sílvia em outras oportunidades, inclusive de biquíni. Tinha cerca de trinta anos, pele dourada e cabelos escuros. Sua beleza se encaixaria na categoria nomeada “mulherão”, em minha opinião.
Abri a câmera, ela sorriu e mostrou uma taça de vinho tinto em sua mão. Brindou dizendo: "Tim-tim". Com certeza já estava meio louca. Deu um gole e fez biquinho de aprovação.
Acabara de sair do banho, deduzi pelo seu traje e aparência: vestia um robe atoalhado de cor bege, em seu rosto não havia vestígios de maquiagem, combinava com seus cabelos molhados e bagunçados, isso lhe dava uma expressão selvagem e sedutora.
Nos instantes seguintes a mulher me azarou grandão dizendo que meu rosto era lindo, meu olhar sedutor, minha boca lhe causava desejos, etc.
— Gostaria de vir aqui tomar um vinho comigo? — Eu vou aí te buscar, assim, só de robe.
— Sua louca! — falei com carinho e sorri — hoje eu não posso.
— Sua voz me excitou tanto, lindinha — disse ela passando a língua nos lábios.
Aquele papo de sedução ficou estranho, eu não sabia como reagir e achei melhor não rejeitá-la, poderia ser um jogo de vingança e a minha indiferença a deixaria com raiva.
Em uma atitude de assédio descarado, afastou o celular para aumentar o ângulo da imagem, abriu totalmente seu robe exibindo a nudez do seu busto dourado. Continuou movimentando a câmera e deu um close-up da sua mão tocando sua boceta. A danada deu gemidos com sofreguidão murmurando:
— Ah! Meu anjo, queria tanto sentir sua boca em mim.
Não foi constrangedor, havia harmonia na sua atitude e modo de falar. Curti sua ousadia e desenvoltura, a ponto de também agir de impulso me tocando ao meter a mão por dentro do meu shortinho úmido.
— Amaria estar contigo nesse instante e poder te dar prazer brincando com minha língua no seu sexo, e tocá-la descobrindo seu ponto G com seu dedo mau — disse ela. — Garanto que te levarei à loucura, meu anjo — concluiu.
Foi nessa hora que eu gozei e não segurei o gemidinho. Deixei-me levar pela putaria online.
Dois ou três minutos depois, ouvi o som do carro da mamãe em nossa garagem, encerrei o sexo virtual, mas a contragosto, em razão de já estar totalmente envolvida pela sedução daquela louca. No entanto, antes de desligar havia aceitado seu convite para uma taça de vinho em sua casa na primeira oportunidade.
Larguei o celular e corri para trocar o shortinho molhado.
Por ora, é isso, beijos!
sábado, 12 de novembro de 2022
O Produto Apresentou Defeito
Fui agraciada por uma sensação de liberdade ao acordar com o sol de Salvador iluminando o quarto do hotel. Estava livre do tiozão mafioso, e ainda teria um domingo inteiro de estadia grátis.
Liguei para o meu pai para informar o horário do meu voo de retorno.
— Infelizmente não poderei voltar a tempo, filha, estou a serviço e retornarei para a Costa do Sauípe somente amanhã.
Após um papo rápido, pois ele foi evasivo demais evitando minhas perguntas, conclui que a impossibilidade dele me encontrar seria devido alguma imposição do Paizão. Achei melhor deixar quieto, curtir o meu último dia em Salvador e voltar para casa. Ligaria para ele na segunda-feira.
Também não vi mais a Rúbia e sua tia.
***
Alguns dias depois da minha volta
— E aí, Nicole, como ficamos? Não aceitarei outra desculpa.
Era o Moacir ao telefone fazendo nova cobrança, estava em débito com o cara e minha dívida precisaria obrigatoriamente ser paga com meu sexo.
Um dia antes de viajar para a Bahia, ele flagrou-me na casa do doutor Osvaldo (namorado da sua irmã Adriana), apenas a camisa do doutor cobria meu corpo na ocasião, evidenciando a prática de atos sexualmente explícitos momentos antes.
Essa história está em meu conto: "Pagando por Cumplicidade e Silêncio".
Mesmo sem o chantagista possuir uma prova concreta, ainda assim a exposição do caso desencadearia uma série de complicações, pois a minha simples presença na casa do Dr. Osvaldo já era um problemão, mamãe acreditava que eu estivesse chegando em Ribeirão Preto naquele horário. Seria o caos, e eu como pivô dessa droga toda.
Para evitar tantos transtornos e salvar minha pele e também a do doutor, era mais fácil eu administrar de boa essa chantagem e pagar logo, doeria menos abrir as pernas para o Moacir.
Marcamos em minha casa naquela tarde, após recusar seu pedido para irmos num motel.
Saí do banho e vesti um shortinho e regatinha. Não caprichei na produção, o cretino não merecia.
Ele chegou próximo das 16h. Permanecemos na sala e preparei dois drinks para nós.
— Você continua se encontrando com o Osvaldo? — perguntou o enxerido.
— Não, aquela foi a primeira e única vez, como já disse antes, aconteceu por acaso após ele me fazer um favor.
— Afinal, você veio aqui para me interrogar ou para transar? — falei matreiramente acariciando seu pinto por cima da sua roupa, pretendia acabar logo com aquilo.
Ele ficou animadinho, acariciou meu rosto e tentou me beijar.
— Sem beijo, eu só vou transar com você, não vou namorar.
Ele iniciou uma DR, mas parou de resmungar quando ajoelhei entre suas pernas e libertei seu membro, brinquei com ele com mãos e boca até ficar completamente rígido. Quando intensifiquei o boquete ele segurou minha cabeça enterrando os dedos nos meus cabelos, mas logo pediu para eu parar. Estava a ponto de gozar, supus.
Afastei um pouquinho e tirei minha regata, peguei dois preservativos no bolso do meu shortinho e dei um para ele.
— Sem proteção não rola — falei.
Enquanto ele se despia da cintura para baixo, tirei minha segunda e última peça de roupa ficando peladinha diante dele.
O homem maduro de uns trinta e poucos anos comentou novamente sobre a possibilidade da minha mãe chegar.
— Não tem perigo, ela nunca chega antes das 19h, fica tranquilo.
Seu pênis amoleceu quando tentou colocar a capinha. Com minhas mãos deixei seu negócio rígido novamente. Ajeitei o preservativo na minha boca e posicionei sobre sua glande. Desenrolei a borrachinha com os lábios até seu membro entrar em minha garganta. Nessa altura, a camisinha já estava devidamente colocada.
Por que não aproveitar o momento mesmo sendo uma chantagem? Pensei. Levaria de boa curtindo o instante. Sentei de pernas abertas sobre o membro e soltei meu peso devagar sentindo seu deslizar até chegar ao fundo. Comecei a mexer bem devagar curtindo o volume em meu interior. Com as mãos apoiadas nos ombros do cara, olhei para ele com minha carinha de quem gosta de safadeza e está pedindo para ser fodida gostoso. Todavia, a expressão do Moacir era de incômodo, retraiu seu corpo e percebi sua tentativa de evitar um gozo prematuro.
Ele segurou forte em minha bunda fazendo eu parar com os movimentos… Tarde demais, seu espasmo denunciou sua ejaculação precoce. Tentei prosseguir com a transa, mas seu negócio amoleceu em segundos.
Enfim, saí de cima ouvindo seus pedidos de desculpas.
Após retirar a capinha cheia, chupei seu pau melado de porra e tentei trazê-lo de volta à vida… Não rolou.
Pedi para relaxar e fui preparar outros drinks.
Após servi-lo e dar um gole no meu, deitei no sofá com as pernas dobradas e fechadas. Fiquei quietinha olhando seu semblante pensativo ao bebericar em seu copo.
— O que foi? — perguntou sério.
— Estava aqui fantasiando ter a sua língua entre minhas pernas — falei com meu jeitinho de devassa e abri as pernas.
Ele deixou o copo na mesinha e veio com a boca em meu sexo. Chupou minha boceta e enfiou a língua e dedos por vários minutos. Apesar do seu esforço, não rolou uma química entre nós, faltava algo naquela relação.
Acho que o gosto do meu sexo animou o indivíduo, pois de repente seu pinto ganhou vida renovando as esperanças. Nem tudo está perdido, pensei.
O fulano demonstrou desejo e agilidade ao montar em mim. Deixaria a foda rolar, mesmo sem preservativo, estava ansiosa para quitar logo aquela conta. Também desejava chegar ao clímax antes que o meu parceiro "desse defeito" novamente.
Foi fácil a introdução em meu sexo molhado por sua saliva e também pelo meu desejo momentâneo.
Senti firmeza nas estocadas iniciais, se ele mantivesse o ritmo eu chegaria rápido a um gozo gostoso. Porém, mal comecei a gemer e já senti seu tremor e a ejaculação nas minhas entranhas. Foram míseros segundos entre a penetração e o bagulho amolecer de novo.
O homem ficou muito nervoso, como se a culpa fosse minha. Dessa vez nem com toda disposição do mundo seria possível ressuscitar o negócio morto e inserido lá dentro, imaginei.
Felizmente o sujeito saiu de cima de mim sem esboçar violência. Fiquei sentada de pernas e braços cruzados assistindo enquanto o carrancudo e incomunicável se vestia. Deu até medo de perguntar algo.
Em seguida disse tchau e foi embora.
O Moacir deve ter entendido, perdeu sua oportunidade e não haveria uma próxima vez. Nem com toda a chantagem do mundo. O incompetente teria mais a perder, caso eu revelasse para os outros o seu fiasco como amante.
Por ora, é tudo, beijos!
terça-feira, 8 de novembro de 2022
Fodeu, Papai! A Casa Caiu
sábado, 5 de novembro de 2022
Como Explicar uma Mordida na Bunda?
Meu aniversário seria no dia seguinte, mas a festa aconteceria naquela noite, por ser sábado. Papai acabara de se levantar e chegou na cozinha para o desjejum. Deu um beijo na mamãe antes dela sair para buscar nossos vestidos. Eles foram comprados próximo ao seu trabalho e ficaram na loja para ajustes mínimos.
Uns dez minutos depois, aproveitando a ausência da patroa, o homem convidou-me para eternizar antecipadamente, aquele meu dia especial, visto que não seria possível após nosso retorno do bufê.
Havia terminado de lavar a louça do café e ainda estava defronte à pia quando o doido pegou-me no colo e saiu acelerado escadas acima.
Na suíte do casal ele deitou-me de bruços na cama, arrancou meu shortinho e beijou minha bunda nua. Fiquei aguardando o prazer que sua língua, sempre muito bem-vinda, traria ao lamber a minha região anal. Contudo, o desgraçado mordeu a minha bunda.
— Para, pai! Doeu, viu? — falei com raiva da brincadeira boba e virei de frente para ele.
— Adoro essa carinha de brava — disse o sádico, e me pegou num beijo depravado.
Na sequência minha regatinha também foi ao chão, assim como suas roupas. Pelados sobre a cama do casal, continuamos pecando praticando um 69. Dessa vez a sua boca deu-me apenas prazer. Ele sabe me enlouquecer com sua língua, quando quer.
A libido estava incontrolável. Ele retirou de uma gaveta, um preservativo e o gel, porém, pegou-me novamente nos braços e fomos para o meu quarto. Foi precavido evitando o risco de deixar provas do crime na cama deles.
Dois minutos depois, estando ambos sentados em minha cama, meus gemidos faziam coro com o som das batidas da minha bunda em suas pernas. Agarradinha em seu pescoço e de pernas abertas, envoltas em sua cintura, levei uma série de estocadas mágicas em minha boceta enquanto movia gostoso meus quadris em movimentos circulares e guiados pela mão masculina.
O danado mais uma vez levou-me aos céus gozando quase simultaneamente comigo. Encheu sua capinha preservativa sem cessar os movimentos, prolongando assim meu prazer.
Após os momentos deliciosos, permanecemos abraçados, comigo ainda em seu colo, aprisionando o homem com minhas pernas. Ganhei o carinho das suas mãos em meu bumbum. Namoramos um pouquinho dando beijos safados com mordidinhas nos lábios. Estávamos cada vez mais ousados abusando da sorte ao praticarmos sexo em todo e qualquer instante que a mamãe nos deixava sozinhos em casa. Aproveitaria nossa relação de incesto enquanto desse certo, porém, pressentia que se continuássemos testando a esperteza e capacidade investigativa da dona Helena, não demoraria a dar ruim e sermos flagrados.
O quase quarentão insaciável já estava pronto para outra. Pegou o gel íntimo no criado mudo, lá havia deixado a capinha usada e cheia de sêmen, fechada com um nó. Fez um sinal de adestramento: um círculo com o dedo indicador. Era seu comando ordenando que me virasse e ficasse de quatro com a bunda empinada à disposição dele. O homem lambuzou meu rego de gel, também seu pau e começou a invasão do meu ânus, dessa vez sem o preservativo.
Sabíamos do retorno breve da mamãe, ainda assim fizemos sem pressa e sem medo. Deixei o desejo aflorar e curti a transa com meus gritinhos de putinha do papai.
A sensação de deleite ao senti-lo ejacular no meu cu, compensou qualquer ameaça de flagrante. Infelizmente ele passou a mexer bem devagar após gozar, quase parando.
Era uma pena ter chegado ao fim aquela foda tão gostosa. No entanto, findou no exato momento que ouvi o som do carro entrando em nossa garagem. Foi simultâneo à saída do membro da minha bunda. Meu pai segurou a cabeça do pau melado de porra para não pingar ou deixar rastro.
— Caralho, é sua mãe, fodeu! — resmungou o pervertido.
O peladão pegou a camisinha usada na transa inicial, também o tubo de gel, e saiu no gás para o seu quarto.
Enquanto isso, peguei a roupa mais próxima e vesti a jato. Era uma camiseta longa de usar em casa.
O barulhinho dos pingentes sobre a porta da sala anunciou a presença da dona Helena. Minha mãe subiu direto e adentrou meu quarto com os vestidos na mão. Mandou eu me despir e experimentar.
Tentei enrolar deixando para depois, disse estar suada e ia tomar banho.
— E você já não tomou banho quando levantou!? — disse ela afirmando e não, perguntando — e olha para esse cabelo, tá parecendo uma vassoura velha.
Menti que acabara de voltar do quintal após brincar e correr com o Sheik (nosso cachorro). Mas ela foi irredutível ordenando que vestisse logo o negócio para ver se ficou bom. Fiquei pelada ao tirar a camiseta.
— A senhorita não usa mais calcinha?
— Eu ia tomar banho — respondi tentando justificar.
Senti úmido o vão interior das minhas coxas; o sêmen está escorrendo, pensei.
A dona Helena percebeu algo em meu corpo e pediu para me virar. Fodeu! Pensei, ela viu a porra.
— Isso é marca de mordida? — questionou apontando para minha bunda. E levou-me até o espelho.
— Magina, mãe! Devo ter sentado em algum brinquedo do Sheik.
— Você pensa que eu sou idiota, mocinha? Isso é mordida de gente — disse com firmeza e um tanto alterada.
A marca da mordida que levei do sem noção do meu pai, era uma prova notória, ainda assim, tentei convencê-la que não parecia exatamente com uma mordida, só lembrava um pouco, e ela estava exagerando.
Minha mãe mudou de assunto e comentou sobre o vestido que eu acabara de vestir. Segundo ela, caiu bem em mim, mas torceu o nariz ao murmurar a si mesma:
— Que cheiro é esse?
Caralho! Eu devo estar emanando odor de sexo pelo corpo inteiro, pensei.
— Vê se toma banho rápido, temos hora marcada no salão (de beleza) — disse ela e se foi.
Fiquei preocupadíssima, mamãe aparentou estar super desconfiada e procuraria por novos indícios de putaria, deduzi.
Rezei para o papai ter tido o bom senso de esconder minha roupa que ficou lá no aposento deles, ou então…
— Nicooole, vem cá!!!
— Fodeu! — pensei em voz alta ao ouvir seu grito — ela achou meu pijama.
Bancar a surda não adiantaria, a fera chegaria espumando de raiva em meu quarto em frações de segundo.
Fui lá pensando rápido em uma desculpa.
— Cacete, garota! Pedi pra você arrumar minha cama.
— Eu já ia arrumar, desculpa.
— Pra brincar com o cachorro você teve tempo, né? — Cadê seu pai?
— Não sei, ele tomou café e subiu.
Felizmente minha roupa não estava à vista. Quanto ao covarde do seu Flávio, deve ter fugido pela varanda do quarto, ficou com medo de encarar a mamãe. Com certeza ouviu parte da nossa conversa e percebeu que a dona Helena desconfiou de algo.
Quando ela disse que brinquei com o cachorro… Será que se referia ao meu pai? Hahaha.
Talvez essa festa de debutante seja a última da nossa história como uma família de três, pensei sem sentir remorsos.
Por ora é isso. Beijos!
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