domingo, 22 de janeiro de 2023

As Pessoas São Diferentes

Evidente que as pessoas diferem umas das outras, pensam distinto, têm gostos diversos, expectativas de vida diferentes; enfim, cada um tem um modo de enxergar a vida e age à sua maneira. E, caso não sejam submissas a outrem, elas conseguem desenvolver seu livre-arbítrio.


Temos dificuldade em aceitar que os outros pensem diferente de nós, e que outra maneira de passar por esta vida seja tão boa ou tão melhor que a nossa.

Queremos tirar a medida do que é a vida, tendo como parâmetro a nossa "régua": pelo que a gente sente, pelo que consideramos, pela doutrinação que a sociedade nos impôs, pelo conhecimento diminuto, pela incapacidade de compreensão, etc.


Viver é: agradável; é tudo; é mágico; é essencial. Isso é considerado por muitos.

Ou: tanto faz, como tanto fez; eu quero mais é o caos; foda-se. Isso para alguns.

Também: é um tédio; é um saco. Para poucos.

É bonita: para o Gonzaguinha. Brincadeira, gente!


Desculpe minha ousadia, pessoal! Hoje não resisti à vontade de postar uma crônica sem nenhum conteúdo erótico.

Podem vaiar nos comentários, eu entenderei.


"Tá bão"! Vocês querem saber a minha opinião. Então, para mim: "tanto faz, como tanto fez; eu quero mais é o caos; foda-se." Procurarei por momentos felizes enquanto viver, seja longa ou curta a minha vida.


Óbvio que estou de pileque (normal, né?). Eu prefiro escrever quando minha mente está livre das amarras sociais, por conta do álcool, e expressa minha verdadeira forma de pensar.


Agradeço sua atenção e espero que volte!


terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Aprisionada Pela Genitália

O Nero havia aprontado uma cachorrada deliciosa comigo. Amei!
Durante o banho, após meu ato de zoofilia nas dependências da casa da patroa, fiquei rindo de mim mesma por ter coragem de praticar tamanha loucura. A transa com o cão Mastiff (o Nero), algo inédito em minha vida, proporcionou-me uma satisfação indescritível que ficará para sempre entre minhas lembranças favoritas.

De repente veio a preocupação: "Puta que pariu! E se tiver câmeras escondidas na casa?" Pensei, aflita.
Passei o restante do dia atormentada, procurando por câmeras que pudessem ter registrado o ato de perversão. Olhei cuidadosamente em cada canto e não encontrei nada parecido.
Esperaria até o dia seguinte para saber se a dona Geralda sabia algo a respeito.

***

No outro dia, levantei o assunto com a diarista durante nosso papo informal:
— Aqui deve estar cheio de câmeras espiando a gente, né?
— Tem mais não, o Juninho tirou tudo quando virou "homi".
— O Juninho é o filho da dona Augusta?
— É ele "memo".
— E por que será que ele fez isso?
— Disse que a patroa estava fazendo… Como é "memo"?
— Invadindo a privacidade dele?
— É isso!
Fiquei aliviada, mas evitaria dar mole da próxima vez… Se houver uma próxima, pensei.

Transcorreu tudo normal nos três dias seguintes. No sábado de manhã, alguns minutos após minha chegada ao trabalho, a dona Augusta se despediu e foi para sua loja.
Tomei meu café, sendo rodeada pelo Brad, que fazia festa comigo. O Nero permanecia tranquilo depois de tanta energia gasta em nossa transa na terça-feira.
O inquieto Brad tentou transar com meu joelho ao trepar com duas patas em minha coxa.
— Para, seu tarado! Tá cedo pra isso.
Fiquei satisfeita só com a salada de frutas e um pouco de suco.
— Vem, meninos, vamos dar uma volta!

Passados em torno de trinta minutos, estava na praça com os cães. Meu pai chegou montado na bike com a qual ele faz a ronda na área.
— E aí, filha, tá curtindo a mansão?
— Tô amando a piscina; a dona Augusta deixou eu usar. Sobre a hidro e a sauna, ela não disse nada.
— E você perguntou se podia usar?
— Não, imagina! É melhor não abusar.
— A hidro é grande?
— É uma jacuzzi enorme, muito show — falei e levantei do banco. Ao ajeitar o short de cós baixo, arranquei um "Uau" do homem.
— Caraca, Leninha, essa marquinha de sol é muito excitante. Dá uma vontade de ver mais embaixo.
— Para, pai, deixa de ser safado. — Vamos embora, meninos! — falei para o Nero e o Brad.
— Me convida uma hora para inaugurarmos a jacuzzi — disse o depravado.
— Você está louco, nós dois perderíamos o emprego — falei e dei tchau.
Meu pai foi em sentido contrário.

Após os passeios, costumava escovar os cães. Quem dava muito trabalho era o Brad, com seus pelos abundantes. Além disso, o peludo loiro estava impossível naquela manhã.
Desconfiei que seu ímpeto e desespero tinham o propósito de induzir-me a transar com ele. Estava funcionando. Provavelmente, o conquistador de quatro patas percebeu que eu estava "no cio" e a fim dele. Minha boceta ficou encharcada ao recordar o prazer sentido com o Nero dias antes. No entanto, ainda estava preocupada com a privacidade.
Minha ideia foi pegar um colchão flutuante que usei na piscina e levá-lo para a área coberta, onde ficava a jacuzzi.

Após ficar nua no local discreto, deitei-me sobre a "cama inflável". Sorri sozinha ao imaginar que aquela, minha primeira vez com o Golden Retriever, seria tipo uma noite de núpcias.
O danado não demorou a subir no colchão, enfiar o focinho frio entre minhas pernas e cheirar minhas partes íntimas. Super excitada, eu dobrei e abri minhas pernas e delirei ao sentir sua língua em meu ânus e em minha boceta.

Meu amante canino não quis saber de preliminares, veio logo pra cima para praticar o coito. Mas um papai e mamãe não era viável sobre a cama improvisada.
Conversei e fiz carinho no bicho para poder sair de baixo. Posicionei-me de quatro e facilitei sua ação. O afoito montou em mim de imediato e prendeu minha cintura com suas patas dianteiras. Seu pinto invadiu minha boceta depois de três ou quatro pontadas. Caraca! A primeira enterrada foi o maior bom. O Brad não era tão dotado quanto o Nero; aquela rola, ligeiramente menor que a do Mastiff, foi perfeita para propiciar-me prazer sem incômodo.

Levei estocadas contínuas num vai e vem doido que liberou minha série de suspiros e gritinhos. Supus ter preocupado o Nero, posto que ele chegou próximo e ficou caminhando inquieto.
Minha tentativa de acalmá-lo não estava funcionando, em razão de minha voz sair como um murmúrio pífio, e ainda gaguejando, em consequência dos deliciosos golpes vigorosos que recebia do Brad. Nossa química era perfeita; além do pau apropriado, seu nó encaixou gostoso em minha boceta, o tamanho reduzido combinou como se fosse feito sob medida.

Os golpes no meu sexo propiciaram uma satisfação crescente que, aos poucos, tornou-se maravilhosa. Nos minutos seguintes…
— Deus do céu! Não para, Brad, senão eu te mato! — falei enlouquecida. Aquele cachorro acabou comigo, de tanto que me fez gozar.
E culminaria com um final mágico: ao ouvir seus grunhidos e sentir suas pulsações, presumi que ele chegaria ao ápice do seu prazer. Foram frações de segundos para ele abrir sua comporta. Caralho! Foi surreal sentir meu coração acelerado e espancando meu peito. Se fosse a morte chegando, ainda assim continuaria feliz, devido à abundância de prazer que me foi viabilizada naqueles meus últimos instantes.

Contudo, após o término do coito mágico, ocorreu um leve desconforto passageiro: o dog não conseguiu tirar de dentro na primeira tentativa… nem na segunda. Muita calma nessa hora, falei comigo mesma. A percepção que tive anteriormente, durante nossos momentos de clímax, é que seu nó ficou deliciosamente maior no auge do ato. Tive a confirmação ao findar os golpes.
Mas a situação não era preocupante, e sim uma sensação diferente, e diria que até gostosa demais. Nem me causou incômodo e não precisou de esforço significativo para que, na terceira tentativa, ele conseguisse retirar seu bulbo peniano superinchado.
Ufa! Santa elasticidade. Na sequência, brinquei carinhosamente com o fofo:
— Eu até me casaria com você, bonitão, mesmo não sendo o verdadeiro Brad Pitt.
Retribuindo o carinho, ele lambeu o tsunami de líquido viscoso, ainda sendo expulso por minha boceta. Imaginei que talvez fosse um pedido de desculpas por ele ter despejado tanta "gosma" dentro de mim.

Por enquanto é só.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Estava pensando em treinar um deles para ficar deitado de pau duro e de barriga para cima. Quem sabe assim conseguiríamos praticar uma DP?
É brincadeira, gente!

domingo, 15 de janeiro de 2023

Nero, Eita Cão Cachorro

Naquela mesma manhã, após ter sido praticamente estuprada pelo meu padrasto, liguei para o meu pai. Não foi para acusar o pervertido, mas para buscar um emprego. Ele trabalhava como segurança em uma rua fechada de um bairro nobre; certamente havia alguém precisando de empregada.

Na manhã seguinte, sábado, acordei com uma ligação dele às 7h30 da manhã:
— Leninha, dá um pulinho aqui no meu trabalho agora, vem depressa, filha! Acho que consegui algo pra você.
Aprontei-me em míseros minutos, peguei minha bike e saí de casa a milhão.
Ele trabalhava perto do Campo de Marte, numa área de classe média e alta. Algumas ruas são fechadas com acesso restrito a moradores, e há seguranças vigiando vinte e quatro horas por dia.

Foram dois palitos até lá; eram apenas cerca de três quilômetros.
Meu pai estava na entrada da rua particular com um colega de trabalho. Mandou-me a um dos casarões para falar com uma senhora que me aguardava para uma entrevista.
— É para fazer limpeza?
— Não, filha, é para cuidar de cachorros.
— Que legal, adoro cachorrinhos de madames.
Dei tchau para os homens; estavam sorridentes em demasia, provavelmente devido ao meu modo meigo de falar, pensei. Desci a rua toda animada e agradecendo aos céus que era um trabalho legal.

Fui atendida pela mulher, via interfone. Ela liberou a fechadura automática do portão e recebeu-me na área externa frontal. A fachada aparentava ser de uma mansão.
Depois das apresentações, dona Augusta disse:
— Gosta de cães, Milena?
— Eu amo cães — respondi.
Os cães em sua casa eram do seu filho, disse:
— Ele está viajando, e os cachorros precisam dar pelo menos um passeio por dia, ou ficam arredios. Mas eu não tenho mais saúde pra isso.
— Você gostaria de fazer um freelance como passeadora de dois cães por uma semana?
Respondi que sim e ouvi alguns detalhes sobre o serviço: trabalharia somente uma hora por dia, no final da tarde. Era pouco, mas pelo menos teria algum dinheiro.
Fiquei esperando enquanto a dona Augusta entrou para pegar os cães.

Voltou logo com dois cachorros enormes. Só então entendi o sorriso maroto dos homens quando eu havia falado "cachorrinhos de madames".
Fui apresentada aos dois grandalhões: um Golden Retriever e um que fiquei sabendo que era um Mastiff inglês. Brad e Nero eram seus nomes, respectivamente. Fomos passear os quatro naquela manhã. Ela me mostraria onde andar e como proceder.

Levamos quarenta minutos para dar a volta no quarteirão, incluindo uma parada de dez minutos que fizemos em uma praça.
Ela ficou sabendo muito sobre mim, pois, além de olhar minha carteira de identidade, também me fez inúmeras perguntas a respeito da minha vida.

De volta ao casarão:
— Percorremos quase mil e quinhentos metros — disse exausta a senhora obesa que tinha em torno dos sessenta anos e aparentava ter algo próximo dos cento e cinquenta quilos, deduzi.
Depois ficamos alguns minutos brincando com os peludos na área recreativa da casa. Nero, o Mastiff, parecia mal-encarado, mas era só impressão. Os dois eram super carinhosos, brincalhões e bagunceiros. Dois fofos. No entanto, o Nero era um tarado; por mais de uma vez montou em mim quando eu estava agachada brincando com o Brad.
A dona Augusta chamava a atenção dele, fazendo o safado se acalmar e dar sossego por algum tempo.

Trabalhei no sábado e, na semana seguinte, sempre no finalzinho da tarde, era quando a dona Augusta chegava do seu trabalho e me entregava os cães. Apenas eu e os dois "meninos" fazíamos o passeio.

Ao retornar com eles na sexta-feira daquela segunda semana, ela fez um tour comigo pelo piso térreo da sua residência. A sala de vários ambientes era dos meus sonhos. Contudo, a minha paixão à primeira vista foi pela área de lazer, onde tinha churrasqueira, piscina, sauna e hidromassagem. Gente do céu! Queria muito poder me divertir dentro daquela jacuzzi.
A dona Augusta perguntou se eu poderia vir na manhã seguinte (sábado) para tomar café e passar a manhã com ela. Sem entrar em detalhes, falou que tinha uma nova proposta de trabalho para mim.

Voltei animada para minha casa, imaginando que seria um emprego na loja esotérica que a senhora possuía no bairro de Santana.
Falei para minha mãe. Ela não perdeu a oportunidade de me diminuir ao dizer que a mulher talvez precisasse de outra diarista.

A dona Alba é desses tipos de pessoas tóxicas, infelizes, cujo único prazer é depreciar seu semelhante ou, no mínimo, discordar sempre, mesmo sem uma tese justificável. Eu tenho dó dela, mas não tenho como ajudá-la, já que não sou psicóloga. No entanto, dou alguns toques ocasionalmente, também continuo ofertando a minha atenção e carinho, apesar das nossas diferenças em enxergar o mundo.
Não bebi do seu veneno; para mim, fazer limpeza era um trabalho tão digno como qualquer outro, mas algo em mim vislumbrava uma oferta diferente.

Sábado cedinho, cheguei na guarita da rua e fiquei alguns minutos com meu pai. Quando deu o horário combinado com a dona Augusta, eu fui para lá.

Durante o café, recebi a proposta para um trabalho fixo, que seria o de passar o dia inteiro cuidando dos cães, de segunda a sábado. A patroa falou que eles gostaram de mim e estavam muito carentes, sentindo a falta do Stefano (seu filho). Nessa conversa, ela revelou que o rapaz ficaria meses na Califórnia cursando um MBA.

Também comentou sobre a dona Geralda, uma senhora que trabalhava há tempos na residência; ela vinha três dias por semana para fazer todo o serviço. Explicou que a diarista não tinha tempo e nem jeito de lidar com aqueles dois cães bagunceiros.
Óbvio que aceitei o trabalho, mesmo porque estava apegada demais àqueles dois fofos, e ainda receberia um salário legal.

A patroa não foi trabalhar naquele dia, ficou comigo para passar as orientações. Registrei no celular todos os detalhes sobre os horários das alimentações e demais assuntos relacionados à casa e aos cães.
Ela deu-me permissão para usufruir da piscina em meus dias de trabalho. Amei.

Na segunda-feira, cheguei pouco depois das oito horas. Meu novo horário, das 8h30 às 18h, coincidia com a saída para o trabalho e retorno ao lar da dona Augusta.
A dona Geralda, a diarista, uma senhora em torno dos cinquenta anos, foi minha companhia por todo o dia, e assim seriam todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Eram seus dias de trabalho.
Apesar do sol maravilhoso, achei melhor aproveitar a piscina somente no dia seguinte, quando estivesse sozinha.

Terça-feira, meu segundo dia como efetiva. Voltei do passeio matinal com o Nero e o Brad. A mansão era só nossa. Após escovar e brincar com os peludos, coloquei o biquíni e dei um mergulho na piscina.
Imaginei que o Nero ficou preocupado comigo, já que ficou caminhando pela borda o tempo todo em que permaneci dentro d'água dando braçadas.

Quando cansei, acomodei-me em uma das espreguiçadeiras dispostas à sombra. O mastiff chegou de mansinho, abanando o rabo, e acomodou-se aos meus pés.
— O que foi, fofo, já está com fome?
O danado trepou as patas dianteiras na espreguiçadeira, no vão das minhas pernas abertas, e lambeu minha vagina por cima da tanga.
Censurei o cachorro atrevido ao agarrar com carinho as suas orelhas e chacoalhar:
— Para, seu tarado, isso é assédio, viu? — falei e sorri.
O Nero deveria estar subindo pelas paredes e decidiu acasalar comigo. Será que ele imaginou que eu era uma cadela no cio?

O grandão afoito trepou sobre mim e lambeu meu rosto com sua língua fedorenta. Foi impossível conter aquele bicho ansioso. Meu receio era ser rude demais e irritar o monstro de quase oitenta quilos.
Sua insistência na tentativa de lamber minha boca não desviou a minha atenção para algo grande e pontudo tocando forte em meu sexo. O esforço em penetrar-me esbarrava na peça minúscula do meu biquíni.

Abracei o safadão, brincando e simulando que transava com ele:
— Me fode gostoso, amor!
Minha brincadeira o deixou ainda mais a fim… Confesso que não era só ele que estava excitado; o contato da minha boceta esfregando no seu pintão era prazeroso demais. Considerei improvável a penetração e continuei com a farra, sem perceber que estava fazendo o jogo dele: malandramente, o grandão escorregava comigo para os pés da espreguiçadeira.
Em certo momento, ele posicionou-se melhor e, angustiado, passou a estocar meu sexo de todos os lados, na tentativa de romper a tênue barreira de tecido. Putz! O danado levou-me ao gozo, estava ensopadinha e morrendo de tesão.

Há circunstâncias em que o improvável só depende da perseverança e de esforço dobrado. A persistência e instinto do cão superafim colocaram meu corpo numa posição favorável a ele. Quando apoiou suas patas traseiras no chão, e as dianteiras já há tempos posicionadas pouco acima dos meus ombros, o tarado obteve sucesso ao afastar ligeiramente minha tanguinha para o lado e enterrou seu membro vermelho e disforme na minha boceta. Sobrou apenas seu enorme bulbo peniano de fora.
Caralho! A dor e o medo momentâneo que senti não chegaram nem perto do tesão doentio e do prazer enorme de estar sendo possuída pelo Animal.
Daí em diante foi uma festa; mexi alucinada no pinto do meu parceiro canino, que iniciou uma estocada louca, golpeando bem forte.
Não desejei e nem esperei que minhas ordens, ditas em murmúrios, fossem obedecidas:
— Paaara, Neroooo… Ahhh!
Envolvi o cachorrão em meus braços quando ele me agraciou com um orgasmo recorde. Estava no auge quando escapuliu de dentro.
Facilitei o trabalho dele dessa vez, puxei minha tanga para o lado e me arreganhei toda. O Nero tinha excelente pontaria, enterrou logo na primeira tentativa. Prendi o peludo junto a mim, enlaçando-o com minhas pernas; evitaria que saísse de dentro novamente.

Puta que pariu! Foi um daqueles prazeres de fazer a gente viajar nas alturas, um gozo animal (sem fazer trocadilhos). No instante em que ele me encheu com seu líquido, perdi parte do controle e quase o beijei na boca. Foi surreal o tesão gerado pelo pulsar do seu pau esguichando e me alagando. Superado foi, somente pelo meu desejo doentio de sentir seu nó peniano entrando na minha boceta, mesmo que me arregaçasse.

Aquela bola do tamanho de uma maçã continuou do lado de fora. Mas senti sua pressão em minha genitália e a iminência de que fosse para dentro, causando um estrago.

Minha expectativa perdurou até receber o seu último golpe, então relaxei com ele ainda dentro de mim, porém, quietinho e ainda aprisionado pelo meu abraço e chave de pernas.
Acariciei o grandão enquanto conversava com ele:
— Sabia que você é muito delicinha, meninão? — Tô xonada por você, viu!?
O animadinho parecia muito contente e satisfeito. Evitei novamente que me lambesse a boca.

O Brad estava deitado a poucos metros de distância, assistia a tudo com a cabeça pousada sobre as patas dianteiras. Não sabia se seus grunhidos eram um sentimento de ciúmes ou de tesão. Das vezes que levantou, obedeceu ao meu comando e voltou a permanecer deitado.

Era muito louco, parecia haver um acordo entre os cães, ou hierarquia. Ou será que o Brad captou em meu olhar a possibilidade de ser o próximo a transar comigo?
O sexo com o cão foi demais. Senti um desejo doentio de continuar com o Brad. Meu medo era não conseguir dar conta daqueles dois tarados afoitos e cheios de energia.

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Madrugada de Surpresa e Susto

Naquela quinta-feira, fui a uma festa de aniversário de uma amiga em um bar noturno. A conta foi rateada entre todas. Paguei com o que restou da grana que ganhei do falecido seu Artur.
Deveria ser quase duas da manhã quando parei bebaça diante da porta de casa. Não costumava tomar porres com frequência; isso ocorreu somente naquelas últimas semanas.
Foi meu padrasto quem abriu a porta minutos depois, já que eu estava com uma enorme dificuldade em enfiar a chave correta no buraco da fechadura.
Ele esboçou uma bronca, mandei se ferrar e tentei ir para o meu quarto, mas acabei deitando no sofá da sala, que estava no meu caminho.
— Vai tomar um banho frio, Leninha — ouvi o homem dizendo, mas nem dei atenção.
O safado se aproveitou para acariciar minhas pernas ao tirar meus sapatos. De olhos fechados e estômago embrulhado, senti suas mãos atrevidas subindo por minhas coxas e invadindo o interior do meu vestido.
— Me deixa dormir, porra! — resmunguei.
— É melhor tomar uma ducha fria ou vai passar mal.
As mãos do abusado seguraram minha lingerie, puxando-a para baixo lentamente.
— Para, caralho, me deixe em paz!
Mal conseguia balbuciar as palavras, de tão louca que estava, mas captei o perigo. O depravado iria me foder se eu não evitasse o estupro.
Puta que pariu! Meu corpo não respondia mais aos meus comandos, não conseguia nem mover as pernas para chutar o imbecil. O entorpecimento deixou-me inerte. No entanto, conseguia perceber as intenções do pervertido e sentir os toques abusivos na minha pele. Fisicamente estava incapaz de esboçar qualquer reação para evitá-lo.

Cacete! O tarado surpreendeu-me com sua investida rápida e abusiva, erguendo e abrindo minhas pernas e enfiando a língua na minha boceta. Aff! Reconheço que foi uma surpresa agradável, posto que ele fez muito gostoso e minou fácil a minha resistência.
O entusiasmo e a competência do homem fizeram meu gozo se aproximar, semelhante à formação de uma onda gigante. Se ele conseguisse caprichar um pouco mais, a onda arrebentaria em instantes e inundaria sua boca com meu líquido de gozo. Daí estaria fodida: com o homem descobrindo meu ponto fraco, acabaria tornando-me sua escrava sexual, assim como aconteceu com o Daniel no litoral.
Soltei gemidinhos denunciando que meu tesão era animal. Não conseguia bancar a indiferente diante de tanto tesão. Já havia dado um foda-se e só não soltei a voz e rebolava como doida, curtindo a chupada do pervertido, porque estava anestesiada pelo álcool.
Meu padrasto venceu… Ahh! Gozei tão gostoso. Sua língua ágil me enlouqueceu por minutos.

Ele se levantou e percebi que se despia. Minha resistência transformou-se no desejo de que ele montasse logo em mim para foder-me gostoso.
Porém, uma luz forte atravessou nossa janela. A cortina branca clareou todo o ambiente como se fosse um refletor. O pânico aumentou com o barulho do motor semelhante ao de um caminhão bem próximo ao nosso portão.
O malandro não hesitou, pegou-me no colo e saiu no gás escada acima. Deduzi que fossem meu tio e minha mãe retornando do Ceagesp por algum motivo imprevisto.

Contudo, nem deve ter sido eles, posto que não ouvi mais nada ao ser deixada na minha cama e apagar um minuto depois.

Dormi até as dez da manhã e, aparentemente, não fui importunada durante o sono. Meu corpo e meus lençóis não continham nenhuma evidência visível de abuso, pelo que pude perceber. Todavia, apesar de coberta com o lençol, estava sem calcinha e meu vestido tubinho foi erguido à altura da minha cintura. Minha peça íntima não estava no meu quarto, apenas os sapatos.
Não lembrava de todo o ocorrido daquela noite, mas recordei o suficiente para saber que quase fui estuprada pelo meu padrasto.
Pensei em ligar para o cretino do seu Eleno; ele costuma sair cedo para trabalhar na Uber. Mas mudei de ideia em seguida; deixaria para acertar as contas pessoalmente, iria soltar os cachorros por abusar de mim, aproveitando-se da minha embriaguez. Pretendia ameaçá-lo dizendo que contaria para minha mãe e meu pai, caso continuasse me assediando.

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.


domingo, 8 de janeiro de 2023

Uma Foda de Parar o Coração

Meados de janeiro de 2022.
Início de tarde de domingo. Havia terminado de fazer o almoço e subi para o meu quarto. Em menos de uma hora a minha mãe chegaria do seu trabalho na feira, então eu desceria para temperar a salada e almoçarmos.
A porra do meu celular começou a dar um defeitinho assim que voltei do litoral, e piorou alguns dias depois: o "touch" da tela não funcionava em alguns pontos.
Liguei para o meu pai para tentar uma grana.
— Oi, filha, como você está?
— Estou só de calcinha, tá um calor da porra.
— Pera aí, Leninha, você fica só de calcinha na frente do seu padrasto?
— Claro que não, né, pai? Estava com a minha regata longa do Corinthians; tirei agora que estou no meu quarto.
— Toma juízo, menina, não fica incitando os desejos desse cara aí, não confio no caráter dele.
— Fica frio, pai, sei me cuidar! Mas liguei para pedir ajuda para comprar um celular novo; o meu quebrou.

Resumindo: ele não tinha dinheiro, como sempre, não poderia me ajudar naquele momento.

Mais tarde, falei com minha mãe, mas já sabia que a resposta também seria não. No entanto, ela deu uma ideia para eu conseguir algum dinheiro e mandar consertar meu celular velhinho.
Ela falou com nossas vizinhas: Sirley e Márcia. Eu ganharia alguns trocados ajudando a cuidar do pai cadeirante das duas, enquanto a dona Márcia ficaria internada alguns dias por conta de uma cirurgia.
Seriam apenas algumas horas por dia, no período em que a dona Sirley sairia para trabalhar presencialmente na corretora de imóveis.

— Mas você não havia dito que o homem é um conquistador barato que fica assediando toda mulher que vai lá?
— Eu disse, Leninha, mas é um cadeirante e inofensivo. Você só precisa ter paciência com ele.

Aceitei o trabalho provisório. Comecei no dia seguinte e já levei cantada do coroa. Todavia, foi no meu segundo dia como cuidadora que o tiozinho investiu pesado e até bancou o poeta.
— Você fez renascer meu fogo, meu anjo. Dizem que estou velho, mas ninguém sabe do vulcão que tenho aqui dentro, só esperando ser reativado.
Fui ouvindo sua tentativa de ser romântico e também aliciador, pois o tiozinho disse que poderia pagar-me um extra generoso, caso ficássemos mais íntimos. Dei a entender que não o levei a sério e continuei administrando a situação.

No entanto, o homem parecia obcecado; o valor oferecido para transar comigo aumentava a cada dia da semana. Aquilo foi minando meu senso de virtude; fiquei me questionando se aceitaria vender meu corpo. A certa altura, decidi que sim, desde que ele chegasse a um valor que fosse do meu agrado. A parte ruim era não sentir a menor atração pelo homem; seria mesmo só pelo dinheiro.

Nosso convívio continuou rolando com ofertas e recusas, até que ele me ofereceu uma grana razoável para que eu apenas me despisse e exibisse minha nudez para ele.
Parecia ter lido meu pensamento, havia cogitado essa possibilidade; seria um dinheiro fácil.
Concordei em fazer seu jogo e levantei a minha blusa, exibindo meus seios nus. O seu Artur praticamente babou, posto que meus mamilos ficaram inchados de tesão, não pelo homem, mas pela situação inusitada.
— Vamos, meu bem, tira tudo!
— Primeiro me dê o dinheiro!
Ele foi até seu quarto e voltou com um punhado generoso de notas de cem reais. Deu-me apenas o valor combinado e mandou-me iniciar o striptease.
Dei até umas reboladinhas de brinde enquanto tirava o jeans e, posteriormente, a calcinha.
Dominado pelo entusiasmo ao ver-me peladinha, ofereceu-me mais dinheiro para percorrer meu corpo com suas mãos.
— Eu aceito, mas sem enfiar os dedos em mim, tá bom?
Ele concordou, então me aproximei e fiquei ao lado da sua cadeira. O homem começou satisfazendo seu desejo, segundo ele, de massagear meus seios.
Enquanto ele se divertia, eu soltava uns "ais" devido aos seus apertos exagerados.
Na sequência, a mão máscula percorreu o caminho pelo meu ventre e alcançou minha vulva. A palma de sua mão deslizou seguidamente sobre meus pelinhos pubianos.
Comecei a pegar gosto pela brincadeira. Minha bunda foi a próxima a receber carinho, aperto e palmadas.
Por fim, ele voltou aos meus seios e permiti que os devorasse com sua boca.
Fiquei toda babada e o cadeirante, alucinado, disse que enlouqueceria se não fizesse amor comigo naquele instante. Ofereceu-me uma quantia de grana suficiente para que eu esquecesse temporariamente todas as minhas virtudes e valores. Só exigi que fosse de camisinha e até disse que buscaria uma, caso ele não tivesse.
Falou que não tinha e que também não conseguiria esperar mais. Estendeu o braço em minha direção com o restante do dinheiro que trouxera minutos antes e disse:
— É tudo seu, é pegar ou largar antes que eu mude de ideia.
Peguei o dinheiro sem falsos pudores, falei que deixaria rolar conforme a vontade dele.

Guardei a grana no bolso do meu jeans, depois ajudei o homem a despir-se da cintura para baixo e fiz carinho no seu pênis.
— Sua safadinha, você tem mãos de fada.
Seu pau ficou firmão quando eu punheteei devagar, olhando para ele com minha carinha mais safada. O depravado induziu-me a chupá-lo. Não deixei que passasse vontade; o negócio encheu minha boca e invadiu minha garganta.

Em um curto espaço de tempo, seu membro iniciou pulsações de quem estava prestes a gozar. Dei um freio no boquete e levantei para ir para cima dele a seu pedido.
Sugeri ficar de costas para ele. Contudo, o homem não gostou da ideia.
— Não, assim não! Quero ver essa carinha safada quando estiver gemendo.
Ele deslizou seu corpo e ficou mais na ponta da cadeira. Sentei no seu colo, encarando-o, com minhas pernas abertas e pés no chão. Não era muito confortável devido ao receio de tombar com ele, mas a sensação era legal e diferente.
Esfreguei meu sexo sobre seu pau, que pressionava contra minha fenda. Em instantes, voltou a ficar rígido o suficiente para iniciar a introdução em minha boceta. Curti o deslizar até o fundo. Ahh! Por que não tornar aquele trabalho em um momento de prazer? Pensei. Então deixei rolar e gemi, mexendo gostoso em cima do homem.

Instantes depois, já estava totalmente inserida no clima da foda que fluía além das minhas expectativas. Entretanto, o coroa começou a gemer como se estivesse tendo um orgasmo e já soltando todo seu líquido morno lá dentro.
Puta merda! Aquela transa mal havia começado, pensei. Intensifiquei as quicadas, tentando gozar antes que ele perdesse a potência.
Contudo, algo parecia errado; percebi que o homem passava mal. Dei uma parada na cavalgada.
— Está tudo bem, seu Artur?
Ele resmungou algo incompreensível e ficou ruim de vez, como se sofresse uma convulsão.
O processo foi rápido: o tiozinho fez uma careta, deu um suspiro profundo e murmurou algo como: "Ai, meu Deus!" e desmaiou, caindo mole para o lado. Acho que o orgasmo prematuro foi demais para ele, pensei.
Levantei, e seu pinto saiu ainda duro das minhas entranhas completamente inundadas. Mas o que parecia sêmen, na verdade, era urina. E o que pareceu um gemido de gozo, acho que foi seu último suspiro.

— Puta que pariu, fodeu! — Que azar da porra! — pensei apavorada.
Liguei imediatamente para a dona Sirley alertando sobre a gravidade da situação. Depois recompus minha roupa e vesti o homem com seu moletom. O bagulho dele continuava grande e meio duro.

A filha dele chegou em menos de quinze minutos, estava acompanhada de um médico. O doutor disse que o idoso havia falecido, a princípio, de insuficiência cardíaca.
A dona ficou trocando farpas comigo e perguntando o que aconteceu, por que ele mijou sobre a cadeira?
— A culpa foi minha em consentir que uma inexperiente como você cuidasse do meu pai.
— Eu não fiz nada errado, dona Sirley, seu pai teve um mal súbito do nada, não foi minha culpa.
O médico, amigo da família, tentava acalmá-la.

Mais tarde, chegou o carro para levar o corpo do seu Artur para o IML.
Será que a mulher suspeita que assassinei o tiozinho? Pensei, preocupada, que acabasse dando ruim para mim.

No dia seguinte, fiquei sabendo que a morte foi constatada como natural; o coração do mijão "arriou a bateria", morreu de infarto.
Nem no enterro eu fui. No mesmo horário, estava ocupada em uma loja no centro da cidade comprando um celular.

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.

sábado, 7 de janeiro de 2023

Ano Novo, Assédio em Dobro

Sábado, 8 de janeiro de 2022.
Acordei e permaneci na cama, sorri como boba ao reviver em pensamento o ménage daquela última noite com os irmãos Bia e Renan.

Assim que fui para a cozinha, recebi os parabéns dos meus avós pelo meu aniversário. Na sequência, ouvi mais censuras por eu chegar bêbada e de madrugada. Argumentei que estava apenas comemorando meus 18 anos.
— Mas a senhorita só tinha 17 quando saiu ontem à noite — disse meu avô.
Resignei-me, pedi desculpas e fingi ser uma menina boazinha; não seria bom me indispor com o casal, já que pretendia fazer um pedido especial.

Logo após meu avô sair para ler seu jornal nos fundos da casa, cheguei lá toda carinhosa e sentei no seu colo.
— Vô! Queria conversar sério com você.
— De quanto é a facada?
— Hahaha! Não é dinheiro.
— Ufa! Então fale.
— Você deixa eu ficar morando aqui com vocês?
— Deixar, eu deixo, mas o que os seus pais disseram sobre isso?
— Ah! Eu ainda não falei com eles, mas isso é só um detalhe.
— O detalhe mais importante, não é, mocinha?
— Mas você deixa, né?
— Converse com seus pais primeiro, Milena. Depois que eles conversarem comigo, nós resolveremos isso.
Eita! Quando ele me chama de Milena e não de Leninha, é melhor ficar esperta.

O bagulho era pior do que eu imaginava; recebi uma péssima notícia: meu pai viria me buscar naquele dia. Meu avô ligou para ele e contou que andei aprontando. Minha avó deve ter visto algo; ela estava fria comigo e me olhando diferente.

Fiquei arrasada e decepcionada com os dois. Fui condenada e restou-me aceitar, pois não era inocente e sabia que eles apenas cumpriram seus papéis de responsáveis. Porém, poderiam ter me dado um desconto, né? Puta merda! Era o meu aniversário e estava me divertindo tanto. Justo agora a minha alegria teria um fim?
Xinguei a mim mesma de idiota, dei mole demais, reconheci.

Passados cerca de trinta minutos, saí do banho com a toalha enrolada no corpo. Voltei ao quarto e sentei nua na cama enquanto enxugava os pés e chinelos. De repente pensei numa cena erótica legal para apimentar um conto que estava escrevendo.
Teclei entusiasmada no celular e adorei o texto. Levantei a cabeça, suspirando e sorrindo ao recordar a cena que vivi na realidade com o Daniel. Foi intenso, um momento de delícias que me deu inspiração para o conto.
Só percebi uma presença por trás de mim quando alguém tocou no meu ombro. Cacete! Era meu pai praticamente babando. Torci para que meus mamilos, inchados pela excitação, tivessem desviado sua atenção do conteúdo da tela do meu smartphone. Não queria compartilhar com meu pai os meus contos devassos e secretos.
— Uau! Filha, você está se tornando uma mulher maravilhosa — disse ele, deslizando a mão em minha pele nua.
Já sou uma mulher, papai. Pensei com ironia e também com raiva enquanto levantava, cobrindo meu corpo com a toalha, em razão da mão boba ter pousado sobre meu seio. Meu pai é descarado, assim como meu padrasto; os dois têm o mesmo péssimo hábito de invadir minha privacidade para flagrar-me nua.
Meu pai (seu Paulo) talvez continuasse supondo que eu ainda fosse aquela menina inocente que tomava banho com ele e até deixava o homem me ensaboar. Isso acontecia quando ele ainda era casado com minha mãe. Tampouco sou a garota exibida que, um tempo depois, fingia estar morrendo de calor, só para ficar de shortinho e tronco nu, mostrando os seios recentes.
Bem… Eu cresci, mas ainda gosto de exibir meu corpo, mas não significa que estou sendo oferecida; é apenas vaidade.

Meu pai me deu um presente de aniversário, um par de fones Bluetooth que havia lhe pedido. Falou que nós iríamos embora depois do almoço.

No meio da tarde daquele sábado:
Seu Paulo encheu meu saco o caminho todo. Meus avós contaram para ele sobre meu porre. Também contaram da suspeita do meu envolvimento com o Daniel. Óbvio que neguei e até jurei para todos eles que não houve nada. Todavia, minha avó havia bisbilhotado em minhas coisas e falou sobre o conteúdo da minha necessaire: camisinhas e lubrificante. Neguei anteriormente para ela e continuei negando para o meu pai durante o trajeto de volta. Afirmei que comprei as coisas só por precaução e usei, sim, mas foi com um menino da minha idade, não foi com o Daniel.

Depois de um longo silêncio:
— O gato comeu sua língua, Leninha? Ficou brava?
— Fiquei brava porque interromperam minhas férias apenas por eu ter bebido um pouquinho no meu aniversário.
— Seus avós ficaram sem dormir e preocupados, filha. Você ainda é muito novinha.
— Eu entendi, tudo bem! — falei, virando o rosto. Estava puta de raiva.

Aquela menina sonsa que saiu de férias dias atrás ficou lá no litoral. Assim como minhas precauções com normas de comportamento que reprimiam minhas ações, deixei tudo enterrado na areia. Serei mais ousada e feliz, doravante. Eles que me aguardem.
Enquanto viajava em meus pensamentos, tive a oportunidade de pôr em prática as novas atitudes: um cara estava me azarando no carro ao lado, esperando o semáforo abrir. Dei uma piscadinha e um sorriso maroto para ele. Como retorno, recebi um beijo instantes antes de meu pai arrancar novamente com o carro.

Chegando em minha casa, nos despedimos e meu pai foi embora. Ele se separou da minha mãe quando eu tinha nove anos. Mamãe descobriu que ele transava com outra mulher, bem mais nova. Havia engravidado a moça e a história veio à tona. Após o divórcio, ele foi morar com a jovem amante. Estão atualmente com três filhos, e um deles ainda é bebê. Vivem com simplicidade e dificuldades.
Depois de quase um ano de separação, a minha mãe começou a trazer seu atual namorado para nossa casa, e com muita frequência. Geralmente ele ficava para dormir no quarto com a mamãe. Eu não conseguia ver o que faziam; eles sempre trancavam com chave. Mas, com o ouvido colado na porta, eu ouvia os sons da pouca-vergonha ocorrida no interior do recinto: eram gemidos, palavrões e estalos de palmadas na bunda.
Passados dois meses, ele mudou-se em definitivo para nossa residência, tornando-se meu padrasto.

Eram 17h quando dei tchau para o meu pai e adentrei a sala de casa. Havia uma festa surpresa de aniversário em minha homenagem. Fiquei duplamente surpresa; não acreditei que a dona Alba havia feito uma festa para mim.
Depois fiquei sabendo que a ideia foi do meu padrasto. De convidados estavam presentes: meu tio Iranildo (irmão da mamãe), sua mulher e as três filhas do casal.

A festinha só durou uma hora e pouquinho, em razão de meu tio ser feirante; ele possui uma barraca de frutas. Minha mãe trabalha com ele há vários meses; e o que era para ser temporário, a princípio, tornou-se efetivo. Ambos dormem cedo, em razão de saírem com o caminhão à uma hora da madrugada.

A noite avançou, minha mãe dormia, e meu padrasto continuou me empurrando bebida. Sua conversinha de ser meu segundo pai era hipocrisia; ele deixava o fingimento de lado na ausência da "patroa".
O safado aproveitou a festinha particular para assediar-me descaradamente. Sua atitude não era novidade, mas, dessa vez, pareceu-me que ele resolveu apostar todas suas fichas.
Não conseguia deduzir se foi o excesso de bebida ou o fato de eu ter feito 18 anos que o deixou nessa fissura por mim. Já fui vítima da fração pervertida do seu Eleno (meu padrasto), mas nunca me assediou com tanta depravação como dessa vez. Será que fiz algo involuntário ou despudorado a ponto de despertar os desejos e a imaginação do homem? Minhas roupas ousadas e com pouco tecido não seriam o motivo, porque desde sempre eu me vesti com pouca roupa. Cheguei à conclusão de que a culpa não era minha; foi o cara que assumiu em definitivo o seu lado pervertido.

Entre um gole e outro, ouvindo música em um volume baixo, houve momentos em que minha mente viajou e o tesão foi forte ao relembrar minhas ações noturnas das últimas noites: companhias agradáveis e romances extasiantes. Aqueles três danados do litoral me fizeram feliz.

Enquanto isso, meu padrasto insistia no argumento do quanto desejava ter uma relação mais íntima comigo.
— Nem pensar, você é praticamente meu pai, caramba! — adverti-o novamente.
Eu só estava ali para aproveitar a ausência da minha mãe e poder curtir a batida gostosa de abacaxi. Continuei administrando o seu jogo de sedução, já estava acostumada.

No entanto, eu costumo passar da conta facilmente. Acabei ficando alegrinha demais, a ponto de dar um selinho nele, só de farra, quando seu rosto ficou juntinho ao meu em uma de suas investidas. Ele não titubeou e tentou me beijar pra valer; recusei com as mãos em seu peito, afastando-o.
— Para, seu Eleno!
Ele segurou em minhas mãos.
— Pode me chamar só de Eleno, minha linda — disse, fitando meus olhos como se tentasse hipnotizar-me.
O tarado conduziu sutilmente uma de minhas mãos sobre o volume do seu pau sob a bermuda.
— Olha como você me deixou, meu anjo.
— Que isso? — Para seu Eleno, você está me assustando!
Levantei com a intenção de ir para o meu quarto antes que o tarado nos metesse numa roubada.

Fui à cozinha rapidinho deixar meu copo, e, quando voltei passando pela sala, o bêbado sem noção estava alisando o pinto com a calça arriada.
— Tem medo do tamanho, meu bem? Eu prometo que serei carinhoso — disse ele com a voz empastada e tropeçando nas palavras.
Eu também bebi demais, pois falei uma besteira ao tentar desdenhar do homem:
— Esperava algo melhor; essa coisinha não deve fazer nem cócegas na minha bunda.
— Então vem provar, deixa eu dar um trato no seu cuzinho! — incitou-me o homem.
— Tava só zoando, seu louco. Tchau, vou dormir! — falei e saí correndo para o meu quarto. Aquela conversa passou do limite.

Deixei o bebum pervertido sozinho, punhetando seu pau e provavelmente imaginando comer minha bunda.

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Vinho, Pizza e um Ménage à Trois

Quinta-feira, 6 de janeiro de 2022.
Passava das dez da manhã quando minha avó me acordou para ajudá-la a desmontar a árvore de Natal.
Fui para o banheiro e senti o incômodo em meu ânus. "Puta que pariu! O Dani fez o maior estrago na minha bunda". Pensei e sorri satisfeita; foi a dor mais gostosa que já senti. "Será que deu treta na casa dele?" Fiquei apreensiva com a possibilidade de o problema dele se transformar no meu.
Passei o dia todo em casa, devido à chuva que ia e vinha, e o homem não deu notícias.

O dia seguinte também foi tão nublado quanto, e somente saí de casa no início da noite para ir comer uma pizza no apartamento dos irmãos Bia e Renan, que são meus colegas de praia. Fui convidada via WhatsApp ainda pela manhã; evidente que não recusaria um convite do Renan. Estava a fim do carinha e já havíamos trocado vários olhares de desejo e piscadinhas maliciosas em nossas brincadeiras na areia. Contudo, ainda não havia rolado nem um selinho, já que tem uma patricinha pegajosa que não desgruda dele.

Adentrei o apartamento amplo de um edifício bem localizado na avenida da praia.
— Fica à vontade, Lena — falou a Bia.
— Aceita uma taça de vinho? — ofereceu o Renan, estendendo o copo em minha direção.
Aceitei, agradeci, dei o primeiro gole após um tim-tim e questionei os irmãos:
— Seus pais não estão em casa?
— Saíram e costumam chegar bem tarde. O AP é todo nosso — falou o garoto animadinho.
— Vou tomar uma ducha e já volto — disse a Bia.
— Quer conhecer meu quarto? — sugeriu o Renan.
— Bora lá! — respondi.
No trajeto, perguntei:
— Não convidou sua namorada para a pizza?
— Eu só fiquei com a Thaís duas vezes; ela não é minha namorada.
Ele havia parado no batente da porta do dormitório para falar isso. E disse calmamente, olhando em meus olhos e acariciando meu rosto.
Não perderia mais tempo falando da fulana, ia só curtir aquele momento. Aproximei meu rosto um pouquinho na intenção de um beijo. Ele percorreu o restante do caminho e nos beijamos.
Seguimos quarto adentro e a faísca virou incêndio; rolamos em sua cama aos beijos e amassos.
A ausência momentânea da Bia encorajou-me a deixar rolar o affair. Foi um tempo insignificante para que ficasse nua da cintura para baixo e recebesse seu pinto novinho em minha boceta. Ahhh! Estava ficando viciada em sexo; isso é bom demais.

A Bia entrou de mansinho no quarto do irmão. Só percebi quando ela chegou ao meu lado e perguntou, zoando:
— Foi bom pra vocês?
Tomei um susto; ainda estava de olhos fechados, desfrutando o prazer do momento de clímax que acabara de ser agraciada. Também curtia o hálito quente em meu pescoço e o corpo masculino envolvendo o meu.
Ele saiu de cima, tirando de dentro o seu pau coberto pela camisinha recheada de sêmen.
Fiquei super sem graça e iria levantar.
— Continua deitada, por favor, deixa eu brincar com vocês! — pediu a garota.
— Fica aí, Lena, eu já volto — disse o Renan.
Os dois irmãos trocaram um olhar de notória cumplicidade.
Olhei pra ela, ainda sem entender nada daquela jogada… Fui surpreendida com um beijo em minha boca. Putz! Foi uma surpresa e tanto, contudo, deliciosa. Impossível não curtir a boquinha delicada de língua morna e doce dentro da minha.
Depois nos olhamos e fiquei super a fim ao ser alvejada pelo brilho daqueles olhinhos emanando desejos por mim.
— Caraca! Que coisa louca. Eu curti — falei.
A danadinha pediu licença e começou a tirar minha blusa, deixou-me peladinha sobre a cama, tudo com a minha colaboração. Elogiou e acariciou meus seios, depois despiu-se da toalha que a cobria.

A garota, cheia de surpresas, após ficar nua, subiu na cama, alojando-se entre minhas pernas. Estremeci com a libido a mil quando tocou meu sexo, acariciando-o e brincando com seus dedos em minha fenda.
Tive um choque de tesão quando tocou um ponto específico da minha vagina.
— Assim, Bia… Ahhh!
Contorci meu corpo largado sobre a cama e, de pernas arreganhadas, deixei transparecer todo o meu prazer. A danadinha chegou aonde eu queria, no ponto exato que me faria enlouquecer. Seu dedo fez delícias em minha boceta. Cheguei ao gozo, gemendo bem putinha e sem o menor pudor.

O Renan chegou por detrás da irmã; ela estava na posição de quatro entre minhas pernas. Aquele pinto duro, curvado pra cima, deve ter invadido o ânus da irmã, posto que o gemido dela doeu em mim. Sua mão esmagou minha boceta, apertando com os dois dedos que estavam dentro e o dedão que estava fora.
Quando ele começou as estocadas na bundinha dela, fui agraciada com sua boca em minha boceta.
Ah! Se ela soubesse o prazer que estava me proporcionando, nunca mais tiraria aquela boquinha do meu sexo.

Após ele inundar o ânus da irmã, pois estava sem a borrachinha, fizemos uma pausa na orgia juvenil para pedirmos uma pizza, já que todos estavam com fome.

A pizza chegou, foi devorada e acompanhada de vinho. Finalizamos a segunda garrafa.
Lembrei-me dos meus avós ao perceber que estava ficando tarde. “Acho melhor ir embora”, pensei, pois já estava de pileque.
No entanto, o casalzinho me seduziu. Meu corpo pedia mais, estava super à vontade na companhia deles. Não resisti às carícias e permiti que a dupla de cúmplices me deixasse nua novamente em plena sala.
— Seus doidos, e se seus pais chegarem?
— A gente convida eles pra suruba — falou o Renan, zoando.
— Eles costumam chegar só depois da uma da manhã — tranquilizou a garota.
Deixei rolar e retomamos a atividade sexual. Mas fomos para o quarto da Bia, por segurança.

O ménage gostoso foi longe e terminou no banho, com uma ducha a três.
Puta merda! Nem percebi o tempo passar; passava da meia-noite. Fui embora pensando em mil desculpas para dar aos coroas.

Cheguei em casa tarde pra caramba e bebinha. Ouvi um monte, principalmente do meu avô; ele ameaçou chamar meu pai logo cedo para vir me buscar.
Minha preocupação era saber se todos os meus segredos ainda estavam a salvo.

Por enquanto, é isso. O dia seguinte foi longo.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.