quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Vinho, Pizza e um Ménage à Trois

Quinta-feira, 6 de janeiro de 2022.
Passava das dez da manhã quando minha avó me acordou para ajudá-la a desmontar a árvore de Natal.
Fui para o banheiro e senti o incômodo em meu ânus. "Puta que pariu! O Dani fez o maior estrago na minha bunda". Pensei e sorri satisfeita; foi a dor mais gostosa que já senti. "Será que deu treta na casa dele?" Fiquei apreensiva com a possibilidade de o problema dele se transformar no meu.
Passei o dia todo em casa, devido à chuva que ia e vinha, e o homem não deu notícias.

O dia seguinte também foi tão nublado quanto, e somente saí de casa no início da noite para ir comer uma pizza no apartamento dos irmãos Bia e Renan, que são meus colegas de praia. Fui convidada via WhatsApp ainda pela manhã; evidente que não recusaria um convite do Renan. Estava a fim do carinha e já havíamos trocado vários olhares de desejo e piscadinhas maliciosas em nossas brincadeiras na areia. Contudo, ainda não havia rolado nem um selinho, já que tem uma patricinha pegajosa que não desgruda dele.

Adentrei o apartamento amplo de um edifício bem localizado na avenida da praia.
— Fica à vontade, Lena — falou a Bia.
— Aceita uma taça de vinho? — ofereceu o Renan, estendendo o copo em minha direção.
Aceitei, agradeci, dei o primeiro gole após um tim-tim e questionei os irmãos:
— Seus pais não estão em casa?
— Saíram e costumam chegar bem tarde. O AP é todo nosso — falou o garoto animadinho.
— Vou tomar uma ducha e já volto — disse a Bia.
— Quer conhecer meu quarto? — sugeriu o Renan.
— Bora lá! — respondi.
No trajeto, perguntei:
— Não convidou sua namorada para a pizza?
— Eu só fiquei com a Thaís duas vezes; ela não é minha namorada.
Ele havia parado no batente da porta do dormitório para falar isso. E disse calmamente, olhando em meus olhos e acariciando meu rosto.
Não perderia mais tempo falando da fulana, ia só curtir aquele momento. Aproximei meu rosto um pouquinho na intenção de um beijo. Ele percorreu o restante do caminho e nos beijamos.
Seguimos quarto adentro e a faísca virou incêndio; rolamos em sua cama aos beijos e amassos.
A ausência momentânea da Bia encorajou-me a deixar rolar o affair. Foi um tempo insignificante para que ficasse nua da cintura para baixo e recebesse seu pinto novinho em minha boceta. Ahhh! Estava ficando viciada em sexo; isso é bom demais.

A Bia entrou de mansinho no quarto do irmão. Só percebi quando ela chegou ao meu lado e perguntou, zoando:
— Foi bom pra vocês?
Tomei um susto; ainda estava de olhos fechados, desfrutando o prazer do momento de clímax que acabara de ser agraciada. Também curtia o hálito quente em meu pescoço e o corpo masculino envolvendo o meu.
Ele saiu de cima, tirando de dentro o seu pau coberto pela camisinha recheada de sêmen.
Fiquei super sem graça e iria levantar.
— Continua deitada, por favor, deixa eu brincar com vocês! — pediu a garota.
— Fica aí, Lena, eu já volto — disse o Renan.
Os dois irmãos trocaram um olhar de notória cumplicidade.
Olhei pra ela, ainda sem entender nada daquela jogada… Fui surpreendida com um beijo em minha boca. Putz! Foi uma surpresa e tanto, contudo, deliciosa. Impossível não curtir a boquinha delicada de língua morna e doce dentro da minha.
Depois nos olhamos e fiquei super a fim ao ser alvejada pelo brilho daqueles olhinhos emanando desejos por mim.
— Caraca! Que coisa louca. Eu curti — falei.
A danadinha pediu licença e começou a tirar minha blusa, deixou-me peladinha sobre a cama, tudo com a minha colaboração. Elogiou e acariciou meus seios, depois despiu-se da toalha que a cobria.

A garota, cheia de surpresas, após ficar nua, subiu na cama, alojando-se entre minhas pernas. Estremeci com a libido a mil quando tocou meu sexo, acariciando-o e brincando com seus dedos em minha fenda.
Tive um choque de tesão quando tocou um ponto específico da minha vagina.
— Assim, Bia… Ahhh!
Contorci meu corpo largado sobre a cama e, de pernas arreganhadas, deixei transparecer todo o meu prazer. A danadinha chegou aonde eu queria, no ponto exato que me faria enlouquecer. Seu dedo fez delícias em minha boceta. Cheguei ao gozo, gemendo bem putinha e sem o menor pudor.

O Renan chegou por detrás da irmã; ela estava na posição de quatro entre minhas pernas. Aquele pinto duro, curvado pra cima, deve ter invadido o ânus da irmã, posto que o gemido dela doeu em mim. Sua mão esmagou minha boceta, apertando com os dois dedos que estavam dentro e o dedão que estava fora.
Quando ele começou as estocadas na bundinha dela, fui agraciada com sua boca em minha boceta.
Ah! Se ela soubesse o prazer que estava me proporcionando, nunca mais tiraria aquela boquinha do meu sexo.

Após ele inundar o ânus da irmã, pois estava sem a borrachinha, fizemos uma pausa na orgia juvenil para pedirmos uma pizza, já que todos estavam com fome.

A pizza chegou, foi devorada e acompanhada de vinho. Finalizamos a segunda garrafa.
Lembrei-me dos meus avós ao perceber que estava ficando tarde. “Acho melhor ir embora”, pensei, pois já estava de pileque.
No entanto, o casalzinho me seduziu. Meu corpo pedia mais, estava super à vontade na companhia deles. Não resisti às carícias e permiti que a dupla de cúmplices me deixasse nua novamente em plena sala.
— Seus doidos, e se seus pais chegarem?
— A gente convida eles pra suruba — falou o Renan, zoando.
— Eles costumam chegar só depois da uma da manhã — tranquilizou a garota.
Deixei rolar e retomamos a atividade sexual. Mas fomos para o quarto da Bia, por segurança.

O ménage gostoso foi longe e terminou no banho, com uma ducha a três.
Puta merda! Nem percebi o tempo passar; passava da meia-noite. Fui embora pensando em mil desculpas para dar aos coroas.

Cheguei em casa tarde pra caramba e bebinha. Ouvi um monte, principalmente do meu avô; ele ameaçou chamar meu pai logo cedo para vir me buscar.
Minha preocupação era saber se todos os meus segredos ainda estavam a salvo.

Por enquanto, é isso. O dia seguinte foi longo.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.

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