quinta-feira, 25 de junho de 2026

Golpe do Baú 2 - Trégua para Transar

No dia seguinte à proposta de noivado, cheguei ao trabalho transbordando contentamento, mas não contei a ninguém o motivo. Quando perguntavam, apenas dizia que estava de bem com a vida. Era uma forma de me proteger das hipocrisias e reações negativas dos invejosos.

Graças à indicação de um amigo, estava há dois meses naquele escritório de advocacia, em caráter de experiência, no cargo de assistente de secretária. Até o dia anterior, ansiava por ser efetivada; o salário era acima da média e havia os demais benefícios. Em face dos meus problemas financeiros atuais, dependia daquele emprego formal para custear algumas das minhas despesas.


Era o segundo dia consecutivo que um cinquentão de porte altivo e muito simpático vinha ao escritório, e eu devo tê-lo contagiado com minha alegria, devido a trocarmos olhares e sorrisos durante suas duas breves passagens defronte à minha mesa. Inclusive, deu-me uma piscadinha e nossa conexão foi imediata.

Escutei um dos advogados conversando com a secretária Iolanda Aparecida, minha superior, dizendo que o acordo foi fechado e que a indústria representada pelo homem seria um dos principais clientes do escritório. 


Coincidiu de o simpático descer comigo no elevador ao final do meu expediente. Rolou um clima suave; passei a chamá-lo apenas de Geronimo, a seu pedido, e aceitei prontamente o convite para um happy hour de terça-feira em um bar próximo.


O bate-papo com o cara charmoso ficou animado, a ponto de eu dar o bolo em meu namorado; mandei mensagem alegando que estava ajudando uma amiga adoentada.


A conversa maliciosa estava agradável até o final do segundo drink, foi quando ele expeliu seu discurso alinhado com a extrema-direita, em defesa dos traidores da pátria que praticaram um golpe de estado e que continuam lambendo as botas dos americanos. Isso tira o tesão, mas não me surpreendeu; partindo de um grande empresário, pois são raros os que são progressistas.

No entanto, acabei relevando quando o homem experiente e safado tentou contornar o clima ruim que havia criado ao dizer que apoiava a redução da escala 6x1. Evidente que era mentira e sua intenção era terminar nosso encontro em uma suíte de motel.

Eu também estava a fim de transar e antevia que teria satisfação garantida com o homem experiente. Não estragaria a nossa noite. Deixei temporariamente de lado meus ideais políticos e saímos do barzinho com o propósito de encontrarmos um local discreto para praticarmos uma safadeza gostosa.

Ele pegou seu carro no estacionamento e comentou sobre um motel muito show em que eu era assídua, mas menti dizendo que não conhecia motéis.

— Gostaria de conhecer? — perguntou-me.

— Já que você insiste tanto… Bora, lá! — respondi, fazendo graça e carinha de sapeca. 


O homem não era pão-duro; escolheu uma das melhores suítes de um motel classe A.

— Uau! Que luxo, amei. Só falta uma música legal para combinar — disse eu, e me encaminhei direto até o painel Autonav na cabeceira da cama. Coloquei um som para rolar.

— Você não disse que não conhecia motéis, Kamilinha?

— Então… eu tenho só a teoria que aprendi com a minha tia — falei sem olhar para ele. Fiquei me sentindo completamente humilhada; tamanha foi a minha mancada. Felizmente, ele se comportou como um verdadeiro cavalheiro, mudou de assunto e mencionou que, antes de tudo, iria tomar um banho, começando a se despir.

— Também vou, mas antes, ouve essa música gostosa. Vou dançar para você.


Eu estava me sentindo alegrinha por causa dos drinks que tomei no bar. Subi na cama e comecei a serpentear o corpo, dançando ao ritmo suave da melodia. Desabotoei a blusa, retirei-a calmamente e a joguei para o lado. Após virar de costas para ele, rebolei sensualmente enquanto descia a saia.

Com apenas duas peças de lingerie no corpo, dancei, fazendo gestos provocativos para o meu espectador peladão.

— Nossa! Que calcinha é essa, Kamilinha? Você está na maldade, né?

Minha calcinha branca de rendinha destacava os meus grandes lábios. Sorrindo, continuei o ato de despir-me de forma lenta e sensual. Tirei o sutiã e balancei o tronco, como se oferecesse meus seios para ele. Excitei o homem e seu membro enrijeceu sem a necessidade de contato íntimo. Ele invadiu meu “palco”, a cama king size.

— Eu não aguento mais de tanto tesão — disse ele e deitou comigo. Depois do beijo ardente de desejos, fez festa em meus seios e, logo após, a brincadeira festiva foi em minha vagina. Retirou delicadamente a minha calcinha e alucinou-me com sua língua vibrante e atitudes gulosas.

Não tive chance de retribuir-lhe o oral, pois pegou-me de quatro logo na sequência, dando golpes deliciosos em minha boceta, que me fizeram uivar como uma cadela ao atingir o momento maravilhoso do clímax.


A ducha ficou para depois da rodada de drinks e, na sequência, a segunda etapa da transa aconteceu com ainda mais intensidade.

Em certo momento, o integrante da fauna bolsonarista, que tenta rasgar a Constituição com a farsa da “dosemetria”, tentava fazer o mesmo com a minha bunda.

— Ooooh! Seu bruto, você está judiando de mim — atuei ao falar, toda manhosa.

— Essa é a bundinha mais gostosa do mundo — disse o sádico, dando tabefes sem sutilezas. Contudo, era muito gratificante sentir toda sua energia dentro de mim, socando fundo e sem piedade.


Por fim, com ambos satisfeitos e promessas feitas para um novo encontro que ocorreria em breve, fomos embora, cada um para sua residência.


Contarei mais em alguns dias.

Beijos!









quinta-feira, 11 de junho de 2026

Golpe do Baú 1 - Quase Noiva

Para os que ainda não me conhecem, meu nome é Kamila. Também sou Mila ou Kamilinha para os conhecidos. Não sou Kami.

Os dias não têm sido fáceis para mim; no entanto, recentemente surgiu uma faísca de esperança e, felizmente, não era um curto-circuito. Vou contar como foi.


Não faz muito tempo que conheci o George; foi na Galeria do Rock, em uma loja de discos de vinil, onde procurava um presente para o meu pai, um roqueiro das antigas. Era início de noite de quinta-feira; continuamos a conversar em uma lanchonete após nossas compras. Contou-me que trabalhava com sua mãe em uma fábrica de roupas de propriedade da família.

O George não era bonito, muito menos delicinha, mas era asseado. Não era inteligente, mas era um ouvinte atencioso. Rolou uma conexão, pois eu estava carente e buscando estabilidade física e financeira após conseguir me desvincular de um relacionamento tóxico. Aquela parecia ser a oportunidade que esperava de ficar rica sem precisar me tornar uma “laranja”, praticar rachadinhas ou explorar a fé de pessoas humildes, atraindo-as para uma seita alienadora e mentirosa disfarçada de igreja evangélica.


Voltamos a nos encontrar na noite seguinte para assistirmos ao filme “O Agente Secreto”.

Saímos do cinema abraçados e, na praça de alimentação, já nos considerávamos namorados. Afinal, ele era simpático, solteiro, da minha idade, saudável e filho de uma empresária conhecida no ramo das confecções. Vocês devem estar pensando que meu interesse foi apenas na herança da futura sogra, né? Tá bom! Podem jogar pedras agora; foi por isso mesmo.


Tivemos cinco ou mais encontros em dez dias; ele já me fazia juras de amor e queria transformar nosso namoro em compromisso sério.

Ainda não tínhamos praticado sexo, não por eu ser casta e comportada — vocês me conhecem, né? Costumo “sarrar” até com poste engravatado. Mas, com o George, adiei a transa, porque eu via nele uma possibilidade de casamento e estava jogando com algumas regras novas.


A possibilidade de matrimônio crescia a cada encontro, pois a companhia do único herdeiro da empresária era agradável e eu ansiava em ser nora de uma multimilionária.


A terceira semana de namoro começou promissora; recebi uma sondagem sobre noivado em plena segunda-feira. O pedido oficial, caso eu aceitasse receber o anel de compromisso, aconteceria já no sábado seguinte em uma festa de bodas de cristal. A mãe empresária havia se casado pela segunda vez, um ano após seu marido, pai do George, falecer. A nova união estaria completando 15 anos.


Evidente que fechei o negócio, digo, aceitei o pedido. Como agradecimento e imaginando um anel com um solitário de muitos quilates, fui carinhosa ao extremo ao final do encontro daquela noite, no interior do carro de vidros escuros estacionado poucos metros antes da portaria do meu prédio. Até desci a calcinha um pouco para que ele pudesse me tocar com mais liberdade. Porém, não funcionou; não alcancei o prazer devido à sua falta de habilidade manual. Simulei um orgasmo, contorcendo-me e gemendo, com o objetivo de elevar sua autoestima.

— Seu danado! Você me fez gozar gostoso demais — menti, descaradamente.

Depois foi a minha vez de chupá-lo e, enquanto saboreava gulosamente o seu pau apetitoso, o meu fogo acendeu. “Quem sabe o desempenho do herdeiro seja melhor transando?” Pensei e fiquei com desejos de senti-lo dentro. Estava a ponto de livrar-me da calcinha e sentar com a boceta na piroca do boy para foder gostoso. Era improvável que corrêssemos o risco de sermos vistos, devido ao horário avançado.

Porém, antes que colocasse o meu plano em ação, ele gozou, enchendo a minha boca com seu leite viscoso. Continuei chupando, engolindo e refleti melhor naquele instante; decidi continuar adiando o coito.

Obviamente, ele ficou satisfeito com o boquete; no entanto, disse que não aguentava mais de vontade de transar comigo e que, por ele, nós casaríamos o quanto antes.

Agora sim que eu não iria mesmo ceder; esperaria a noite de núpcias, torcendo para dar tudo certo.

Por fim, continuei sendo amorosa e agradeci quando ele prometeu que saberia esperar. Fiquei na torcida para que não houvesse empecilhos para o nosso noivado, uma vez que ainda nem conhecia a mãe do George. Ainda assim, já fazia planos de começar o trabalho de agilizar o casamento logo após ganhar o anel de noivado.


Contarei mais em breve.

Beijos!