Relações Incestuosas — Diário da Pandemia
Domingo, 3 de maio de 2020.
Sábado, meio-dia e meia, papai encerrou o expediente na oficina e chegou para almoçar. Seu apetite não era somente por alimentos; apalpou minha bunda, totalmente despreocupado.
— Cadê a Donana?
— Está no quarto em uma reunião virtual com o chefe.
Pensei rapidamente: será que o homem não percebeu ainda que a mamãe tem um amante? Deve ser o tal chefe. Antes de contrair a COVID-19, certa noite ele chegou de carona em um carrão. Dona Ana Flor parecia estar de pileque, caminhou entortando os saltos; isso não justificaria o beijo que ela deu nos lábios do motorista antes de descer do Audi. Foi defronte à casa da minha colega, cerca de cinquenta metros antes da nossa. Vimos tudo pela janela do seu quarto.
Voltei minha atenção para o seu Walter; ele veio para cima de mim, me encoxando. Sussurrou em meu ouvido que não aguentava mais ficar sem me ter em seus braços.
— Paaara! O Thiago vai pegar a gente.
Ele disse que havia mandado meu irmão comprar uma peça em caráter de urgência; demoraria vinte minutos, no mínimo.
Permaneci colada na pia, lavando os tomates para a salada. Seu Walter repetiu a conversa dos últimos cinco dias: que estava impossível segurar o tesão, que a vida dele sem mim não tinha mais graça. Entendia-o perfeitamente, também sentia falta da rola que levei todas as noites na última semana.
Trajava o meu vestido com a estampa do Rolling Stones, um dos que uso em casa, mas parece um camisão, confortável e prático para estes momentos de transa inesperada. Meu pai desceu minha calcinha sob meu protesto, nada eficiente, tanto que levantei os pés para que retirasse minha lingerie. Quando colou novamente em mim, seu pau estava fora das calças e lubrificado de saliva. Roçou minha boceta, me prensando contra a pia. Ahhh! Aquele pinto entrou gostoso; ainda assim, tentei ficar ligada aos sons da casa.
Acabei me desligando e viajei no instante sublime, delirando com seu vai e vem doido, que fazia meu estômago bater forte na beirada da pia. Dois ou três tomates foram esmagados pelas minhas mãos, viraram purê.
Papai gozou rapidão.
— Não para, não para! — implorei, sentindo meu clímax se anunciando.
Ah, caralho! O ápice do meu gozo veio a seguir; continuei rebolando os quadris, saboreando seus golpes finais e esmagando o purê entre os dedos. Felizmente havia mais tomates na geladeira.
Instantes após papai tirar de dentro, ele beijou meu cangote e saiu a mil para se recompor no banheiro. Lavei ligeiramente as mãos e peguei papel toalha para me limpar. Ao perceber a falta da minha lingerie, supus que papai a havia levado. Dei prioridade aos tomates esmagados; sumiria com eles antes que mamãe os visse.
Um minuto depois, deduzi ser o papai que voltou e encostou em mim sem dizer nada, ao fazer um carinho em minha bunda. Naquele instante, a minha atenção era com o triturador ligado e a limpeza da pia. Ele aproveitou para enfiar sua mão por dentro do meu vestido, alisando minha bunda. “Ô homem insaciável”, pensei.
— Paraaa! A Donana vai te capar se pegar a gente — falei e ri a seguir.
— Donana?
Puta merda! Era o Thiago. Só o papai chamava minha mãe de Donana, fodeu!
— Deu sua calcinha pro seu Walter?
Fiquei com tanta raiva que dei um tapa na mão dele e me afastei.
— Para, Thiago, me deixe em paz!
Que porra! Bateu uma preocupação; geralmente uso aquele vestido com um shortinho. Não teria como explicar por que estava sem nada por baixo; ainda mais para minha mãe, que também surgiu na cozinha. Torci para que não percebesse.
— O que está acontecendo aqui? — perguntou dona Ana Flor, toda cismada.
— Nada, o Thiago chegou da rua e queria mexer nas panelas sem lavar as mãos — falei no improviso.
Meu irmão saiu resmungando rumo à área de serviço.
Desde o último domingo, o isolamento determinado pelo médico havia chegado ao fim. Continuamos tomando os devidos cuidados; contudo, papai voltou para o seu quarto. Quanto a mim, devolvi o lugar na oficina para o Thiago. Ufa! Voltei a dormir um pouquinho a mais.
Na quinta-feira seguinte, a minha mãe e o Thiago pegaram seus resultados dos testes de COVID-19. Os exames resultaram que eles tiveram a doença, mas a infecção não mais estava ativa. Comemoramos em família e tocamos o barco, ficando em casa.
Voltando ao sábado em que papai me comeu na pia, o happy hour foi em casa, bem familiar: uma pizza enorme, garrafas de vinho e um filme na TV a cabo. Estávamos levando a sério o isolamento.
Ao final do filme, fui ao banheiro para fazer a higiene pessoal e, em seguida, cairia na cama. Seu Walter e dona Ana Flor foram terminar a noite na suíte do casal.
Voltei minutos depois e só o Thiago estava na sala. Pediu para que lhe fizesse companhia; ia começar um filme do Matt Damon que eu adoro: Os Agentes do Destino. Falei que ia assistir só um pouquinho, até dar sono.
Sentei-me ao lado dele e deitei a cabeça em seu ombro. Ele me abraçou pela cintura. Já estava vestida com minha roupa de dormir em dias frios, blusa e calças de moletom. O danado falou sobre o seu tesão e o desejo de matar a saudade de mim, dando uma daquelas nossas pegadas sem hora para acabar. Suas mãos invadiram o interior da minha blusa, apertando e massageando meus peitos. Meus desejos estavam a milhão, mas se pegar na sala era mancada. Mandei que parasse. Nem ligou; o doido estava a fim de correr riscos, desceu a mão, enfiou por dentro das minhas calças e parou sobre a minha periquita, alisou e enterrou o dedo. Puta merda! Aquilo não ia prestar, também pirei e enfiei a mão dentro da sua bermuda, agarrei e punhetei o seu pau. Seu membro cresceu e encheu minha mão rapidinho. Tentei pô-lo para fora para fazer um boquete; ele me impediu.
— Bora pro seu quarto!
Ele desligou a TV, me pegou no colo, caminhou comigo e disse que não aguentava mais.
— Para, seu louco, eles vão pegar a gente.
— Vão nada, tomaram todas e já devem ter apagado a esta hora.
Mesmo com receio, cedi às vontades dele; estava muito a fim de transar novamente com meu irmão.
Ajeitei no chão o colchão extra que ainda estava em meu quarto. Começamos a tirar o atraso fazendo um 69, mas seguramos o gozo porque nossa noite de sexo mal havia começado. Ainda persistia o meu medo de um detalhe: em nossa casa, as portas internas não têm chaves ou trincos; era por motivo de segurança e por determinação dos meus pais. Não teria sido uma boa ideia a gente se pegar naquela noite. Foi o que pensei a princípio, mas o desejo falou mais alto.
Nossa transa rolou gostosa, havia esquecido do perigo, naquele instante curtia cada subida e descida, sentada e cavalgando no pau do meu mano. Puta que pariu! Fomos surpreendidos, na penumbra do mesmo lugar em que papai me comeu por uma semana. Identifiquei a imagem do seu Walter; ficou parado sob o batente da porta, não disse uma palavra. Apenas sua silhueta era visível em razão da luz por trás dele, oriunda da rua, entrando pela janela da sala. Ele acendeu a luz do meu quarto, paralisei, não sabia o que fazer para atenuar aquele flagrante. Continuei sentada no pau do Thiago, que se fez de morto. Papai permaneceu calado e imóvel, olhando para mim com uma expressão indecifrável. Fiz minha carinha de culpa e de menina arteira que acabara de ser surpreendida. Ele entrou, encostou a porta e apagou a luz. Bateu um temor do que viria a seguir.
No entanto, a surpresa foi como se tivesse recebido o perdão divino. Ele chegou pertinho e disse:
— Posso brincar com vocês? — falou e não esperou resposta; eu estava sem voz.
Papai tirou as duas peças do seu pijama e ajoelhou-se ao meu lado. Ganhei um abraço e um beijo carregado de desejo. A rola do Tigo, que havia começado a amolecer de medo, voltou a endurecer, preenchendo todo o espaço da minha boceta; voltei a quicar gostoso. Meu pai veio por trás, curvou-me sobre o mano e brincou em meu rego com seu cacete lubrificado. Nesse dia ele dispensou a capinha. Putz! A brincadeira que ele estava propondo era os dois me comerem ao mesmo tempo. A expectativa de sentir as duas rolas dentro de mim causou-me tremores de tesão.
Papai forçou a entrada; recebi, temerosa, a cabeça do cacete, alargando meu buraquinho. Rezei para que não fosse bruto, porque a dor inicial estava quase insuportável… Oooooh! Ele enfiou tudo, puta merda! Suportei aquela enterrada tão doída; ainda assim, saboreei o momento de tesão inexplicável. Comecei a movimentar devagar meus quadris, acompanhando o início de suas estocadas.
Em dois minutos, a transa a três virou uma loucura; o Tigo me golpeava alucinado na vertical e papai me arregaçava o rabo metendo na horizontal. Caralho! Era a melhor foda do mundo; eu acabara de chegar ao clímax e meu gozo explodiu ao ser presenteada pela ejaculação do meu irmão, seguida pela do meu pai… Deus do céu! Foi impossível conter meu grito de felicidade; a satisfação sentida era absurdamente anormal. Acabei soltando a voz em um gemido sem pudor. O mano colou sua boca na minha para o meu berro não atrair a atenção da mamãe. Continuamos com os movimentos, desacelerando lentamente os três corpos suados e fundidos como se fossem um só.
Instantes depois de pararmos, ficamos imóveis, ainda encaixados; minha respiração começava a voltar ao normal. Papai tirou seu pinto, já bem molinho. Saí de cima do Thiago; estava encharcada por dentro e por fora.
Conheço meu mano; por ele, seguiríamos na ativa, assim como eu. No entanto, o seu Walter, cheio de cuidados e ligeiramente constrangido pelo que acabamos de fazer, disse que era o suficiente para aquela noite; era melhor a gente se recompor e ir dormir antes que a mamãe flagrasse a tripla relação incestuosa.
Depois da higiene, sozinha em minha cama, pensava, sorrindo: "Foi muito louco. Acho que, de agora em diante, só transo com eles se for com os dois ao mesmo tempo."
***
Na manhã seguinte, depois do café, estava com a dona Ana Flor na área de serviço.
— Manhê, o que é uma DP?
— Uma delegacia de polícia, ora bolas!
— Então, por que o papai e o Thiago disseram que uma DP é a melhor coisa do mundo? — Será que eles gostariam de ser presos?
— Ai, Juliana! Você fala cada coisa…
Fim… por enquanto.
Última revisão em: 8/06/2026.

Sempre muito excitante, a maneira como Vc descreve a cena eu a visualizo , como se estivesse a 1/2 m de Vc. Te desejo , garotinha gostosa e safada ! Bjsssss
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