quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

De Noite Extorsão, De Dia Exploração

Passaram mais de dez dias desde que cheguei de porre em casa, desabei no sofá e fui violada pelo meu padrasto. Valendo-se do meu estado indefeso, retirou minha calcinha e caiu de boca em meu sexo.
O bandido esteve a ponto de ir além no abuso e teria consumado a penetração caso não fosse afugentado pela chegada imprevista da minha mãe. Foi alarme falso, mas foi bem-vindo, pois me livrou da transa não consentida.

Noite de sábado, 28 de janeiro de 2023.
Desde então não havia chegado tarde em casa, também havia evitado o porre para não dar novas oportunidades ao seu Eleno. Porém, a noite de sábado estava convidativa para uma balada; eu pretendia sair para curtir, estava muito feliz por transpor a barreira dos falsos pudores ao praticar o incesto, transando gostoso com meu pai. Precisava dividir minha alegria com alguém.
Chamei minha amiga Joelma para ir a um churrasquinho nas proximidades.
— Tô zerada, miga, não tenho um puto! — disse ela pelo WhatsApp.
— Hoje é tudo por minha conta, miga. Te espero no terminal Casa Verde às 8 em ponto.

Eu e a Joelma, além de melhores amigas, somos confidentes nos assuntos que ninguém mais pode saber. Ela também tem um lance secreto com seu pai há um bom tempo.

A noite rolou suave, deu tempo de eu contar tudinho o que rolou com meu pai no dia anterior. Ela também contou sobre as novidades ocorridas entre ela e seu pai, ri muito e a chamei de louca ao ouvir os riscos que disse ter corrido dentro e fora de sua casa.
Com o avançar das horas, um senhor bem alinhado, com camisa, calça social e sapato de um brilho impecável, adentrou o estabelecimento ao lado de um rapaz aparentando uns 20 anos, tênis caro de marca famosa, jeans e camiseta. Ambos sentaram-se à mesa ao lado da nossa, que acabara de ficar vaga.
Após algumas trocas de olhares e sorrisinhos, os dois simpáticos pediram permissão para juntar-se a nós.
Olhei para a Joelma, e ela, com olhar tranquilo, balançou a cabeça em um sim.
Eles colaram em nós, pagaram a próxima rodada de chopp e continuaram esbanjando simpatia.
Durante o papo entre um gole e outro, eles disseram ser pai e filho. O rapaz convidou o coroa para sair, pois era o aniversário do pai e sabia que ele passaria a noite sozinho, devido a estar separado da mãe do Renan (era esse o nome do garotão).
Seu Jair, o pai, se engraçou comigo. A Joelma deu-me cutucadas por baixo da mesa, dando a entender sua preferência pelo filho.

Enfim, foi mole para a dupla nos convencer a continuarmos a noite em um motel. Estávamos facinhas por conta das bebidas ingeridas e nosso entusiasmo pela dupla simpática.

Em pouco tempo adentramos um quarto no interior de um hotel barato nas proximidades e entornamos goela adentro mais bebidas ofertadas pelo coroa.
Deixei a vida me levar; já havia exagerado ao ultrapassar o meu limite, estava de porre. Ainda assim, conseguia acompanhar com alguma lucidez parte dos acontecimentos, principalmente ao ficar nua pelas mãos do homem e ser posicionada de quatro na cama.
Ver a Joelma, na mesma situação com o filho dele, na mesma cama ao nosso lado, multiplicou meu tesão.
Ohhhh! O filho da puta iniciou a foda, arregaçando meu cu. Puta que pariu! A dor, a princípio, foi monstro, mas adaptei-me logo à situação e comecei a curtir suas estocadas brutas.
Não conseguia ver mais nada, mas ouvia os gemidos e choro da Joelma; parecia uma cadelinha sofrendo. Acho que também levou na bunda.
Procurei pela mão do homem que falava comigo, murmurando em meu ouvido. Direcionei seus dedos sobre minha boceta; ele enterrou uns dois ou três, forçando meu corpo em direção a ele.
Caraca! Estava quase apagando, desejava alcançar logo o clímax, mas não conseguia manter o foco na relação.

***

Quando acordei, horas mais tarde, a ficha começou a cair. A Joelma ainda estava nua e apagada, atravessada nos pés da cama.

Vou resumir a roubada em que nos metemos:
Os caras eram golpistas e ladrões; fomos vítimas do golpe “Boa noite, Cinderela”.
Nem pai nem filho, os canalhas deveriam ser. Não que isso importasse no momento.
Perdi meu celular e a merreca em dinheiro em minha carteira. A Joelma também perdeu o celular.
Minha preocupação era com minha conta bancária; havia deixado um dinheiro para pagar as dívidas dos próximos dias.

Sofremos outra agressão; essa foi moral e verbal, praticada pelo cara da recepção do hotelzinho barato. O barraco foi armado, posto que os caras não pagaram a conta. Nem nós, em razão de não termos um centavo em dinheiro e nem cartão, após sermos depenadas naquela espelunca.
Fomos liberadas quando exigimos a presença da polícia e as imagens das câmeras de segurança. Não fomos atendidas em nenhum dos dois pedidos.
Felizmente ainda tem gente solidária nesse mundo cão. Uma mulher que deixava o estabelecimento na companhia de um cara, ao ver nosso desespero, sugeriu procurarmos a delegacia da mulher. Ainda nos deu uma carona até lá.

Minutos depois, no interior da delegacia, ainda estávamos ligeiramente atordoadas. A policial deve ter deduzido que estávamos alcoolizadas; ainda assim, foi atenciosa e prestativa, ajudando-nos a bloquear contas bancárias e também o chip da operadora.
Todavia, foi tarde demais; os miseráveis sacaram toda a grana da minha conta. Era pouco, mas era uma quantia comprometida de antemão.
Felizmente, ou infelizmente, a Joelma não tinha um centavo para ser sacado da sua conta com saldo no limite do negativo.
É nessa hora que usamos a expressão do copo meio cheio, né?
Em suma, o pessoal da lei não obteve rastros significativos dos bandidos, e muito menos dos nossos pertences.
Passamos a ser dois números a mais na estatística do golpe “Boa noite, Cinderela”.

Quando cheguei em casa, o sol já estava bem alto. Menos mal que nem vi a cara do meu padrasto, que deveria ter saído.
Durante o banho, bateu o desespero; tinha o cartão da loja para pagar no primeiro dia útil do mês, mas só receberia meu pagamento no dia 6. No entanto, o dinheiro a receber estava empenhado para outras despesas. Para piorar, estava sem celular. Fodeu! Como compraria outro?

Mais tarde, enquanto fazia o almoço, o meu padrasto chegou. Relatei sobre minha noite de horror. Fiz isso antes de minha mãe (a inquisidora) chegar do seu trabalho na feira. Deixei de lado algumas partes; ele não precisava saber de tudo. Concluí, solicitando uma ajuda com uma grana, apesar de ele ser um duro, mas vai quê, né? Seu desejo de transar comigo era doentio, e eu estava em situação crítica, então, seja o que Deus quiser! Pensei.
Após nosso papo, desanimei; não rolaria um empréstimo, ele não tinha grana, como sempre. Contudo, senti firmeza quando falou sobre a possibilidade de conseguir um celular para mim, mediante um preço a ser pago.
A única intenção do pervertido era fazer sexo comigo, deduzi, obviamente; ainda assim, sinalizei que poderíamos chegar a um acordo.
Quando ele tivesse o aparelho em suas mãos, voltaríamos a conversar, disse o homem.

Por enquanto é tudo.
Beijos e até a próxima!

Última revisão em: 02/04/2026.

Nenhum comentário:

Postar um comentário