domingo, 31 de janeiro de 2021
Pregando a Salvação nas Coxas
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Aniversário da Mãe, Festa da Filha
Terça-feira, 05 de maio de 2020.
domingo, 24 de janeiro de 2021
Segredos de uma Família Amoral
Domingo, 03 de maio de 2020.
Ainda curtia a sensação de deleite recordando cada momento da transa com meu pai e meu irmão que rolou há pouco em meu quarto.
Lembrei de um fato ocorrido no colégio: certa vez no segundo ano não teve a última aula, todos saíram, menos eu e dois colegas de classe que ficamos no interior da sala após apagarmos as luzes. Dias antes, havíamos trocado alguns beijos e amassos durante um trabalho em grupo na residência deles. Só que agora o negócio era diferente, estávamos iniciando uma relação mais íntima com a libido a mil, e sem testemunhas. O xaveco deles era fraco, mas depois das preliminares de beijos e toques de mão, já estava decidida a transar com os dois. O barato começou a esquentar quando um pinto foi posto pra fora das calças e abaixei iniciando um boquete. Provavelmente aquela seria a minha primeira transa a três, contudo, o bagulho deu ruim: ouvi o Thiago chamando por mim desesperadamente. Meu irmão era de outra turma, mas alguma fofoqueira deve ter me dedurado. Ele abandonou sua aula e me flagrou no interior da sala escura, tive apenas alguns segundos para enxugar a baba do queixo e recompor sutiã e camiseta que estavam erguidos até meu pescoço. Meu irmão acendeu a luz da sala e começou a dar defeito quando nos viu em atitudes pra lá de suspeitas.
Evidente que banquei a vítima inocente e consegui evitar que os rapazes se pegassem aos socos. Felizmente pro mano, porque ele teria levado a pior.
Voltando ao presente. Ouvi uns cochichos e reconheci a voz da mamãe. Cheguei até minha porta para escutar melhor, mas os sons cessaram. Dei um tempinho e saí para a sala escura, havia apenas uma luz de abajur saindo pelo pequeno vão da porta da suíte do casal. Encostei do ladinho e ouvi um barulho característico de atividades sexuais de alto impacto, além de palavrões de tesão ditos por minha mãe. Olhei pelo vão da porta e vi os três na maior putaria: meu irmão recostado na cabeceira da cama, minha mãe sentada em seu pau, de pernas abertas e de costas pra ele. Dona Ana Flor rebolava a bunda levando bombadas no rabo enquanto papai forçava o cacete em sua boca deixando de fora somente as bolas. Filhos da puta! Por isso papai estava com tanta pressa em sair do meu quarto. Será que mamãe sabia do ocorrido em meu cantinho?
Deu uma vontade de invadir e falar um montão, mas com que direito, eu também tinha um telhado de vidro. Continuei espiando.
Caralho! Deu um tesão da porra ver a mamãe tão fogosa e vadia sendo bombada com força pelos dois. Enfiei a mão por dentro das calças e me toquei enquanto assistia o show erótico.
Putz! Meu pai urrou e gozou na boca dela. A danada continuou mamando feito um bebê faminto lambendo e engolindo todo o leite do cacete melado… Nessa hora eu também gozei. Ahhh! Fantasiei que os meus dedos fossem o pau do papai. Deslizei minhas costas pela parede e sentei no chão me contorcendo com quase a mão inteira em minha boceta. Por pouco não soltei um gritinho com o tesão louco que tomou o meu corpo. Molhei as calças.
Levantei a seguir e fui silenciosamente para o meu quarto.
O clima em casa ficou esquisito naquele domingo em que todos acordaram tarde. Depois do almoço o papai chamou a família para uma reunião na sala.
— Jogo franco e cartas na mesa — disse ele e seguiu falando.
Todos nós temos algum segredo praticado aqui em nossa casa, seríamos condenados pela sociedade hipócrita se viesse a público. Por que não criamos a nossa mini sociedade familiar, com as nossas próprias regras? Vocês dois já são adultos, têm experiência sexual. Sempre tivemos um relacionamento amigável e carinhoso uns com os outros. Continuaremos nos respeitando como família, mas o sexo não será um tabu entre pais e filhos, nem entre irmãos.
Cada um teve sua vez de falar. Eu e o Thiago concordamos, já fazíamos de tudo mesmo, e às escondidas. Passaríamos a ter liberdade para nos pegarmos pela casa, sem exageros. Fiz só uma observação:
— Em nossas regras eu posso andar nua aqui dentro de agora em diante? Sempre curti esse lance de naturismo.
Mamãe sorriu e me apoiou.
— Voto a favor, afinal, fazemos coisas bem mais ousadas que isso, né?
Fim… Por enquanto.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
A Primeira DP a Gente Nunca Esquece
Domingo, 3 de maio de 2020.
Sábado, meio-dia e meia, papai encerrou o expediente na oficina e chegou para almoçar. Seu apetite não era somente por alimentos; apalpou minha bunda, totalmente despreocupado.
— Cadê a Donana?
— Está no quarto em uma reunião virtual com o chefe.
Pensei rapidamente: será que o homem não percebeu ainda que a mamãe tem um amante? Deve ser o tal chefe. Antes de pegar a covid, certa noite chegou de carona em um carrão. Dona Ana Flor parecia estar de pileque, caminhou entortando os saltos; isso não justificaria o beijo que ela deu nos lábios do motorista antes de descer do Audi. Foi defronte à casa da minha colega, uns cinquenta metros antes da nossa. Vimos tudo pela janela do seu quarto.
Voltei minha atenção para o seu Walter; ele veio para cima de mim, me encoxando. Sussurrou em meu ouvido que não aguentava mais ficar sem me ter em seus braços.
— Paaara! O Thiago vai pegar a gente.
Ele disse que havia mandado meu irmão comprar uma peça em caráter de urgência, demoraria uns vinte minutos, no mínimo.
Permaneci colada na pia, lavando os tomates para a salada. Seu Walter repetiu a conversa dos últimos cinco dias: que estava impossível segurar o tesão, que a vida dele sem mim não tinha mais graça. Entendia ele, também sentia falta da rola que levei todas as noites na última semana.
Trajava o meu vestido com a estampa do Rolling Stones, um dos que uso em casa, mas parece um camisão, confortável e prático para estes momentos de transa inesperada. Meu pai desceu minha calcinha sob meu protesto nada eficiente, tanto que levantei os pés para que retirasse minha lingerie. Quando colou novamente em mim, seu pau estava fora das calças e lubrificado de saliva. Roçou minha boceta, me prensando contra a pia. Ahhh! Aquele pinto entrou gostoso; ainda assim, tentei ficar ligada aos sons da casa.
Acho que me desliguei do mundo real, pois comecei a delirar com seu vai e vem doido, que fazia meu estômago bater forte na beirada da pia. Dois ou três tomates foram esmagados pelas minhas mãos, viraram purê.
Papai gozou rapidão.
— Não para, não para! — implorei, sentindo meu clímax se anunciando.
Ahh, caralho! Meu gozo veio a seguir; felizmente havia mais tomates na geladeira.
Papai tirou de dentro; instantes depois, beijou meu cangote e saiu a milhão rumo ao banheiro para se recompor. Peguei papel toalha para me limpar; só então dei conta de que ele tinha levado a minha calcinha. Fiquei mais preocupada que a mamãe visse o purê na cuba da pia.
Um minuto depois, papai voltou e encostou em mim sem dizer nada, fez um carinho delicado em minha bunda. Naquele instante, a minha atenção era com o triturador ligado; estava me livrando dos tomates esmagados. Ele aproveitou para enfiar sua mão por dentro do meu vestido, alisando minha bunda. “Ô homem insaciável”, pensei.
— Paraaa! A Donana vai te capar se pegar a gente — falei e ri a seguir.
— Donana?
Puta merda! Era o Thiago. Só o papai chamava minha mãe de Donana, fodeu!
— Deu sua calcinha pro seu Walter?
Fiquei com tanta raiva que dei um tapa na mão dele e me afastei.
— Para, Thiago, me deixe em paz!
Que porra! Bateu uma preocupação; geralmente uso aquele vestido com um shortinho, mas no momento estava sem. Minha mãe surgiu na cozinha; torci para que também não percebesse que estava sem a calcinha.
— O que está acontecendo aqui? — perguntou dona Ana Flor, toda cismada.
— Nada, o Thiago chegou da rua e queria mexer nas panelas sem lavar as mãos — falei no improviso.
Meu irmão saiu resmungando rumo à área de serviço.
Desde o último domingo, o isolamento determinado pelo médico havia chegado ao fim. Continuamos tomando os devidos cuidados; contudo, papai voltou para o seu quarto. Quanto a mim, devolvi o lugar na oficina para o Thiago. Ufa! Voltei a dormir um pouquinho a mais.
Na quinta-feira seguinte, a minha mãe e o Thiago pegaram seus resultados dos testes de covid-19. Os exames resultaram que eles tiveram a doença, mas a infecção não mais estava ativa. Comemoramos em família e tocamos o barco, ficando em casa.
Voltando ao sábado em que papai me comeu na pia, o happy hour foi em casa, bem familiar: uma pizza enorme, garrafas de vinho e um filme na TV a cabo. Estávamos levando a sério o isolamento.
Ao findar o filme, fui ao banheiro fazer a higiene e cairia na cama em seguida. Seu Walter e dona Ana Flor foram terminar a noite na suíte do casal.
Voltei minutos depois e só o Thiago estava na sala. Pediu para que lhe fizesse companhia; ia começar um filme do Matt Damon que eu adoro: Os Agentes do Destino. Falei que ia assistir só um pouquinho, até dar sono.
Sentei-me ao lado dele e deitei a cabeça em seu ombro. Ele me abraçou pela cintura. Já estava vestida com minha roupa de dormir em dias frios, blusa e calças de moletom. O danado falou sobre o seu tesão e o desejo de matar a saudade de mim, dando uma daquelas nossas pegadas sem hora pra acabar. Suas mãos invadiram o interior da minha blusa, apertando e massageando meus peitos. Meus desejos estavam a milhão, mas se pegar na sala era mancada, mandei que parasse. Nem ligou; o doido estava a fim de correr riscos, desceu a mão, enfiou por dentro das minhas calças e parou sobre a minha periquita, alisou e enterrou o dedo. Puta merda! Aquilo não ia prestar, também pirei e enfiei a mão dentro da sua bermuda, agarrei e punhetei o seu pau. Seu membro cresceu e encheu minha mão rapidinho. Tentei pô-lo pra fora pra fazer um boquete, ele me impediu.
— Bora pro seu quarto!
Ele desligou a TV, me pegou no colo, caminhou comigo e disse que não aguentava mais.
— Para, seu louco, eles vão pegar a gente.
— Vão nada, tomaram todas e já devem ter apagado a esta hora.
Mesmo com receio, cedi às vontades dele; estava muito a fim de transar novamente com meu irmão.
Ajeitei no chão o colchão extra que ainda estava em meu quarto. Começamos a tirar o atraso fazendo um 69, mas seguramos o gozo porque nossa noite de sexo mal havia começado. Ainda persistia o meu medo de um detalhe: em nossa casa, as portas internas não têm chaves ou trincos; era por motivo de segurança e por determinação dos meus pais. Não teria sido uma boa ideia a gente se pegar naquela noite. Foi o que pensei a princípio, mas o desejo falou mais alto.
Nossa transa rolou gostosa, havia esquecido do perigo, naquele instante curtia cada subida e descida sentada e cavalgando no pau do meu mano.
Puta que pariu! Fomos surpreendidos, na penumbra do mesmo lugar em que papai me comeu por uma semana. Identifiquei a imagem do seu Walter; ficou parado sob o batente da porta, não disse uma palavra. Apenas sua silhueta era visível em razão da luz por trás dele, oriunda da rua, entrando pela janela da sala. Ele acendeu a luz do meu quarto, paralisei, não sabia o que fazer para atenuar aquele flagrante. Continuei sentada no pau do Thiago, que se fez de morto, papai permaneceu calado e imóvel, olhando para mim com uma expressão indecifrável. Fiz minha carinha de culpa e de menina arteira que acabara de ser surpreendida. Ele entrou e encostou a porta, apagou a luz. Bateu um temor do que viria a seguir.
A surpresa foi como se tivesse recebido o perdão divino. Ele chegou pertinho e disse:
— Posso brincar com vocês? — falou e não esperou resposta; eu estava sem voz.
Papai tirou as duas peças do seu pijama e ajoelhou-se ao meu lado. Ganhei um abraço e um beijo carregado de desejo. A rola do Tigo, que havia começado a amolecer de medo, voltou a endurecer, preenchendo todo o espaço da minha boceta; voltei a quicar gostoso. Meu pai veio por trás, curvou-me sobre o mano e brincou em meu rego com seu cacete lubrificado. Nesse dia ele dispensou a capinha. Putz! A brincadeira que ele estava propondo era os dois me comerem ao mesmo tempo. A expectativa de sentir as duas rolas dentro de mim causou-me tremores de tesão.
Papai forçou a entrada; recebi, temerosa, a cabeça do cacete, alargando meu buraquinho. Rezei para que não fosse bruto, porque a dor inicial estava quase insuportável… Oooooh! Ele enfiou tudo, puta merda! Suportei aquela enterrada tão doída; ainda assim, saboreei o momento de tesão inexplicável. Comecei a movimentar devagar meus quadris, acompanhando o início de suas estocadas.
Em alguns minutos a transa a três virou uma loucura; o Tigo me dava umas bombadas frenéticas na vertical e papai me arregaçava o rabo estocando na horizontal. Caralho! Era a melhor foda do mundo, acabara de chegar ao clímax e meu gozo explodiu de vez ao ser presenteada pela ejaculação do meu irmão, seguida foi pela do meu pai… Aff! Contive meu grito; a satisfação sentida era absurda, mas soltei a voz em um gemido sem pudor. O mano colou sua boca na minha antes que eu atraísse a atenção da mamãe. Continuamos com os movimentos, desacelerando lentamente nossos três corpos suados e fundidos como se fossem um só.
Instantes depois de pararmos, ficamos imóveis e encaixados; minha respiração começava a voltar ao normal. Papai tirou seu pinto, já bem molinho. Saí de cima do Thiago, estava encharcada por dentro e por fora.
Meu mano ainda seguiria na ativa por algum tempo; eu o acompanharia. No entanto, o seu Walter, cheio de cuidados e ligeiramente constrangido pelo que acabamos de fazer, disse que era o suficiente para aquela noite, era melhor a gente se recompor e ir dormir antes que a mamãe flagrasse nossa relação incestuosa.
Depois da higiene, sozinha em minha cama, pensava, sorrindo: foi muito louco, acho que de agora em diante só transo com eles se for com os dois ao mesmo tempo.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Minha Filha, Meu Segredo
Sexta-feira, 17 de abril de 2020.
Meu nome é Walter, sou pai de gêmeos que acabaram de completar 18 anos, Thiago e Juliana. Sempre tive um fraco por novinhas, tanto que acabei envolvido e engravidando uma jovem no dia de sua festa de debutante. Eu era amigo do seu pai, e dez anos mais velho que a garota. Casamos por pura e espontânea pressão dos seus familiares, apesar de que sabia sobre a vida devassa daquela menina com carinha de santa.
Eu e minha jovem esposa Ana Flor, mudamos para São Paulo um ano depois do nascimento dos gêmeos, tivemos momentos bons e ruins. As crianças foram crescendo, e quando a Ju começou a ganhar formas de mocinha, estávamos em nosso pior momento do casamento, fui corneado pelo meu melhor amigo. O flagrante aconteceu no litoral quando fomos todos juntos curtir o fim de semana prolongado, inclusive a esposa e filhos do amigo. A quantidade de pessoas na casa simples, alugada no litoral norte de SP, não os impediu de transarem furtivamente em um canto qualquer.
Era noite e todos se divertiam com músicas e um churrasco rolando na área enorme da frente, um piso de terra e grama. Dei por sua falta e saí à procura. Minutos depois encontrei os dois putos do lado de fora do terreno, por detrás da casa e longe da vista de curiosos. A vadia estava nua da cintura pra baixo, cavalgando e gemendo feito uma puta sentada no pau dele. O canalha estava acomodado no toco de uma árvore cortada, urrava como se estivesse gozando. Torci para que fossem formigas “picando” seu cu.
Cheguei dando o flagra. Fiquei ainda mais irado porque os filhos da puta nem usaram preservativo, notei isso quando ela levantou assustada com a minha presença e a porra abundante escorreu de sua boceta traidora.
Não fiz escândalo, as crianças seriam as mais afetadas, só dei um esporro e fiz ameaças. Voltamos na manhã seguinte. Em uma conversa a sós, ela chorou, pediu perdão, disse que ambos estavam bêbados e foi um momento de fraqueza. Ela praticamente se humilhou. Eu já sabia que não havia casado com uma santa, naquele momento ela tinha 25 anos e um fogo incontrolável entre as pernas… Não só entre as pernas.
Continuamos juntos, contudo, mudamos da zona sul para a zona norte. O meu tesão por ela não foi o fator primordial em minha decisão, a minha filha foi o peso da balança. No caso de uma separação, com certeza eu ficaria distante dela, e isso seria inaceitável, tinha uma paixão doentia por minha menina.
Os anos passaram, continuei casado, fazendo vistas grossas às pisadas na bola da Ana Flor, e respeitando minha filha, meu lado paternal sempre falou mais alto, apesar das provocações da Juliana que eu tinha que administrar: ela ficava pelada em seu quarto com a porta escancarada, mesmo sabendo que eu poderia chegar a qualquer momento.
O clima rolou forte em um domingo à tarde, meses antes da pandemia. Acabara de tirar uma soneca após o almoço e levantei para assistir o jogo. A casa estava no maior silêncio. Fui até o quarto da Ju, ela havia deixado a porta entreaberta, vi minha filha nua, sentada na cama de costas pra mim. Sem notar a minha presença ela passava um creme no seu corpo jovem e super feminino. Ficaria horas observando aquele anjinho de curvas perfeitas e pele delicada. Não tinha uma manchinha sequer. O bumbum era uma obra de arte, redondinho com duas covinhas de Vênus acima do rego. Ali também iniciava a marquinha de sol, deixado por seu biquíni minúsculo. Depois de um tempo apreciando a minha princesa, a chamei na expectativa de ver seus seios médios, durinhos e em formato de pera. Não seria a primeira vez, ela adora se exibir.
— Ju?
Nem me deu atenção, estava com os fones no ouvido.
— Juliana? — Chamei mais alto e bati na porta… Nada.
Entrei no quarto e toquei em seu ombro, ela tirou o fone.
— Desculpe a invasão, mas você não atendeu quando chamei e bati.
Ela também se desculpou por não ter ouvido e permaneceu quietinha, sentada na cama esperando eu falar, não se cobriu. Meus olhos percorreram pelo seu corpo. As suas pernas cruzadas ocultavam sua fendinha. Não havia pelinhos na xana raspadinha.
Voltei da minha viagem, ela continuava me olhando com naturalidade, aparentemente estava gostando de ser admirada.
— Cadê sua mãe e seu irmão?
— Eles foram no estacionamento do mercado pro Thiago praticar com o carro.
— Faz tempo? — ela olhou as horas no celular.
— Faz mais de uma hora.
— Quer ajuda com o creme? — Cacete! Falei sem pensar.
— Quero sim. Passa nas minhas costas? — respondeu ela, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Não consegui controlar o tesão da porra que senti, já estava imaginando minhas mãos tocando aquele corpinho angelical e prevendo o resultado do que poderia vir a seguir.
Coloquei um pouco do creme na mão e comecei a deslizar por seus ombros.
— Huum! Que gostoso — disse ela, relaxando o corpo.
Minha mão foi descendo por suas costas, fiz um comentário de como eram graciosas suas covinhas.
— Espera um pouquinho, deixa eu deitar! — disse ela dando um sorrisinho malicioso. Acomodou-se de bruços, deixando sua bundinha maravilhosa à minha disposição.
Peguei mais um pouco de creme espalhando nas mãos, meu pau estava explodindo dentro da bermuda. Fui com as mãos direto em seu quadril e massageei as bochechas de sua bunda firme de pele tão macia. A safadinha deu um gemidinho e reboladinha. Não aguentava mais, ia socar os dedos em seu rego e na sua boceta… Puta que pariu! Ouvi o som do meu carro entrando em nossa garagem.
— Eles chegaram — falei já caminhando rápido.
Fechei a porta do seu quarto ao sair, e corri para o banheiro da suíte, esperaria o volume do pau diminuir.
Várias semanas passaram, apreciei o corpinho nu da minha filha mais algumas vezes, somente à distância, sem tocar. Consegui segurar minha onda e a vida seguiu.
Aconteceu o drama da covid, e um mês depois que a OMS declarou pandemia, a Ana testou positivo, a seguir também o meu filho. Foi necessário nos organizarmos em casa: a minha mulher ficaria sozinha em nosso quarto, o Thiago no dele, a Ju dividiria seu pequeno espaço comigo.
Tentei me conter e ser apenas o pai, mas minha filha provocava demais, mesmo sem perceber, é o jeito dela. Resisti até onde deu durante uma semana. Foi dureza conter o desejo de apalpar aquele corpinho jovem, cheiroso e tentador que dormia na cama ao lado. Minha resistência chegou ao fim em uma noite de frio intenso, dividimos o meu colchão e também o edredom.
Ela havia se aconchegado para ouvir um rock em meus fones de ouvido, colei nela ficando de conchinha e a abracei. O contato com sua bundinha fez meu pau crescer de imediato. Ela não parecia incomodada, permaneceu imóvel com minha vara alojada em seu rego sobre nossas roupas. Queria amassar seus seios e beijar aquela boquinha sedutora. De repente, foi ela quem tomou a iniciativa, virou rápido e me deu um beijo delicioso. Puxei ela pra cima de mim, com nossas bocas ainda coladas. Acariciei aquele corpinho por inteiro, apertei sua bunda enfiando minhas mãos por dentro do seu moletom.
Dei um foda-se ao perigo, queria fazer de tudo com minha filha. Tirei suas calças e cai de boca em sua periquita peladinha, de fenda miúda, perfumada e saborosa.
Levantei para pegar os preservativos, havia deixado preparado desde a primeira noite em seu quarto. Ela levantou as perninhas e abriu para me receber. Guardarei para sempre aquela cena dela arreganhadinha pra mim. Introduzi com carinho e fui enfiando aos poucos para deixá-la totalmente à vontade. Ela soltou o ar, o corpo e mexeu gostoso seus quadris acompanhando o meu vai e vem.
Era a melhor foda que já tive na vida, cheguei a um orgasmo que parecia uma descarga elétrica de prazer. Ela também gozou, seus olhinhos reviraram em seu rostinho de felicidade. Depois de ejacular muito, não conseguia parar de bombar, meu pau latejava de tesão. Continuei socando, ouvindo seus gemidinhos contidos e seu rebolado frenético. Gozei pela segunda vez, fiquei com receio que a capinha estourasse.
Quando tirei de dentro, a capinha ficou presa nela. Antes que eu dissesse algo, com dois dedos ela segurou e puxou lá de dentro a borrachinha cheia de porra e entregou-me dando um sorrisinho maroto. Aliviado por não ter estourado, dei um nó e deixei aquela coisa de lado. A noite ainda era uma criança, voltamos aos beijos e chupões. A seguir, uma nova capinha e novo orgasmo.
Ainda estava escuro quando acordei abraçado com a danadinha que dormia igual um bebê, peladinha e aninhada em meu peito. Coloquei a Ju em sua cama, sob o edredom, também suas roupas. Evitaria uma guerra, caso algum par de olhos curiosos viesse bisbilhotar. A dorminhoca resmungou e continuou seu soninho gostoso.
Fui ao banheiro e levei as borrachinhas usadas para me livrar delas.
Fim… Por enquanto.
domingo, 17 de janeiro de 2021
Sou a Mãe, Pretendo ser a Amante
Terça-feira, 31 de março de 2020.

