domingo, 14 de janeiro de 2024

Ter Pegada, Não Significa Ser um Ogro

 Terça-feira, 14 de fevereiro de 2023.

Quando a patroa chegou naquele início de noite:

— Não vá embora, ainda, Milena, quero conversar com você — Dona Augusta disse isso e subiu aos seus aposentos. 


Caralho, fudeu! — pensei — o fdp do segurança fez minha caveira. O que será que a mulher foi pegar?

Por vários minutos fui torturada por pensamentos negativos enquanto tentava elaborar argumentos para minha defesa. 


Ao vê-la retornando, meu conformismo em levar toda a culpa e ser escorraçada já era aceitável, desde que conseguisse livrar a cara do meu pai.

No entanto, quando ela começou a falar, fiquei mil quilos mais leve ao tomar ciência do assunto. A patroa perguntou se eu poderia trabalhar, além dos meus dias normais: sábado e segunda, mas também no domingo e terça de carnaval. E o dia todo na quarta-feira de cinzas. Ela me pagaria dobrado cada uma dessas horas a mais de trabalho.

Dona Augusta viajaria para sua casa de praia no meio da tarde de sexta-feira. Só retornaria na manhã de quinta-feira.

Ela deu folga remunerada para a diarista na quarta de cinzas. A dona Geralda só viria na segunda e sexta.


Após relaxar, meu humor voltou, pensei em impor uma condição: que me deixasse usar a jacuzzi — melhor, não, provavelmente perderia meu emprego — ri comigo mesma interiormente.


Ao deixar a mansão, cruzei com seu Nelson que me esperava próximo à guarita.

— Saiu tarde, Leninha. — Fez hora extra para me evitar?

— Sem neura, seu Nelson, estava conversando sobre trabalho com a patroa.

— Entendi. Então, vamos lá pra casa conversar?

— Magina que vou ficar sozinha com o senhor em sua casa.

— Para de me chamar de senhor, nem tenho idade para ser seu pai — disse o homem já perdendo a paciência. — Não vou te agredir, nem forçar a fazer nada. Não sou um psicopata, se é esse seu medo.

— Tenho uma ideia legal…

— Qual?

— A dona Augusta vai viajar, ficarei sozinha no casarão nesses dias de carnaval.

— É muito arriscado, pode dar problemas.

— Magina, é só não dar mole e deixar que algum safado pegue a camisinha usada no seu bolso — falei zoando.

O homem ficou de mau-humor, ainda assim expliquei meu plano: ele viria no domingo, dia de sua folga e também a do meu pai.

Como supervisor de segurança, ele tinha trânsito livre. Sobre sua presença no dia de folga, daria como desculpa que veio fazer um bico como “marido de aluguel”. Havia torneira pingando, interruptor falhando, chuveiro com vazão reduzida, etc.


Não foi fácil convencer o cara, mas consegui. Ficou combinado que ele chegaria às dez da manhã no domingo. Eu já teria cumprido minha rotina matinal com os cães e trancado os peludos no cercadinho.


No dia acertado, eram 10h20 quando ele chamou pelo interfone. Fui até a entrada receber o homem.

O segurança demonstrou receio ao olhar para cima e para baixo tentando visualizar alguém naquela rua deserta devido ao final de semana prolongado. Pareceu-me estar a ponto de desistir.

— Bora, homem! Quer transar ou não?

Ele tomou coragem e entrou.


Para quem estava com tanto receio e exitou em entrar quando abri o portão, ficou atrevido e ágil demais ao adentrarmos a área da hidromassagem. O cara ficou corajoso entre quatro paredes. Também bruto e cafajeste ao começar a executar tarefas de algum roteiro idealizado por seu cérebro doentio.

Agiu como um bicho ao dar um bote me prendendo num abraço inesperado e forçou um beijo que foi nojento e sofrido. O louco mordeu meus lábios, não a ponto de ferir, mas doeu, porra! A falta de tato continuou ao arrancar meu shorts e calcinha como se fossem tampinhas de garrafa. Ordenando em seguida:

— Vira essa bundinha gostosa e abre as pernas, sua tesuda! — disse enquanto se livrava de sua bermuda e cueca.

A seguir ficou alisando e exibindo seu pau, como se fosse um troféu. O tamanho era acima da média, também a grossura. Mas será que os homens sabem que não é o volume que proporciona prazer, o importante é saber como usar o negócio. Nossa região mais sensível fica próximo à entrada vaginal. Outro detalhe, é que numa relação a dois, para sentir prazer com o parceiro, há mais fatores em jogo do que simplesmente o tamanho ou espessura da genitália. Um pênis muito grande é desconfortável.

Exibicionismo barato repele mais do que atrai, viu?


Óbvio que iniciei uma DR reclamando das suas atitudes, mas…

— Para de frescura, garota, vira e empina essa bunda logo! — esbravejou o animal me virando à força.

O segurança estava irreconhecível, não sei se aquilo era só um joguinho erótico ou se o cara tinha problemas psicológicos.

Tentei aceitar como um jogo e até dobrei o corpo apoiando as mãos na jacuzzi e abri as pernas, contudo, sugeri que colocasse um preservativo que estava no meu estojinho.

— Não precisa, não vou te engravidar.

— Não é só por isso, tem as doenças — expliquei.

— Não tenho medo que me passe aids — disse fungando em meu cangote ao colar seu corpo em mim.

— Mas eu tenho — retruquei.

Seu próximo argumento não foi em palavras e, sim, a invasão da minha fenda. Aí! Gritei com a brutalidade da penetração, estava sequinha e senti um desconforto enorme, mesmo com a saliva que ele passou no pau.

O homem grosseiro começou a estocar sem esboçar a menor preocupação se me feria. Deve ter considerado os meus gemidos e gritinhos de dor, como se fossem de tesão e prazer.

— Vai, vadia, geme e mexe gostoso essa bunda

Não deve ter decorrido mais que dois minutos até ele gozar depositando sua porra em mim.

Que merda! Pensei, será que posso tomar outro comprimido do dia seguinte em espaço tão curto?

Os golpes em meu sexo cessaram em segundos, posto que seu pau arriou. O homem era só fogo de palha, e dissimulado. Tentou desviar o foco do seu fiasco, sugerindo um banho na jacuzzi.


Eu já estava com a vida toda complicada, então dei um foda-se e até achei que seria melhor usar a hidromassagem proibida, do que aguentar aquele insuportável me fodendo.

A porra da jacuzzi era mesmo um show. A curtição nos jatos d’água foi muito divertida, ainda mais que a ereção do canalha não funcionou no interior da banheira e pude curtir o momento de prazer quase solitário.

Preciso trazer o papai aqui neste feriadão, ele vai amar.

Quando saímos, precisei de alguns minutos de esforço para conseguir dar uma carga rápida no seu pau usando minhas mãos e boca.

Meu opressor aproveitou o momento do retorno da ereção para se sentir poderoso fodendo em minha garganta agarrado aos meus cabelos.

Durante aqueles instantes de domínio, o cara deve ter conjecturado ser viável a prática de um anal. Tanto que fui forçada a ficar de quatro no colchão inflável e levei tapas doloridos na minha bunda.

Todavia, na tentativa de enfiar no meu “rabo”, seu pau voltou a fraquejar. Ele superestimou sua ereção. Mas o cara era cheio de artimanhas, pediu novo boquete e esperou que eu fizesse todo o trabalho sozinha até ele ficar na iminência de gozar. De imediato pôs-me deitada, ajoelhou sobre mim prendendo meus braços com suas pernas e punhetou seu pau centímetros acima do meu rosto… E gozou lambuzando minha cara.


Mais tarde, havia terminado a limpeza e a higiene. Os animais em minha companhia eram apenas os dois cães. Acomodei-me em uma espreguiçadeira à beira da piscina e assisti na íntegra as imagens do meu celular que deixei escondido e registrando toda aquela putaria ocorrida na mansão da dona Augusta. Aquele vídeo seria o meio de me livrar da chantagem do segurança. Por precaução, fiz upload de algumas cópias.


É isso, por enquanto. Beijos!

sábado, 6 de janeiro de 2024

Papai Me Fodeu Duas Vezes

Minha líbido eclodiu naquele sábado, 11 de fevereiro, ao receber uma mensagem de áudio do meu pai, pelo whatsapp. Dizia mais ou menos assim:
— Estou chegando para nossos momentos de romance e intimidades.
Evidente que o safado não disse com essas palavras, seu vocabulário depravado excitou-me devido à quantidade de sacanagens proferidas.
Corri para o portão da mansão em que trabalho, passava um pouquinho do meio-dia quando ele chegou.
Anteriormente, já havia trancado os cães no cercadinho, peguei o colchão inflável na área da piscina, também meu estojinho com gel e preservativos que mantenho escondido no casarão. Coloquei tudo na área da hidro. Também preparei uma refeição em uma embalagem descartável para ele levar e não ficar sem almoçar como da outra vez.

Assim que seu Paulo chegou, entregou-me um pacote.
— Que é isso, pai?
— Algo que vi na vitrine de uma loja e achei que era a sua cara. Abre!
Abri, era uma calcinha e sutiã do tipo sensual. Apesar de exprimir meu contentamento por sua atenção e carinho, não segurei a crítica:
— Ah, pai! Você não pode ficar gastando seu dinheiro comigo.
— Eu só queria agradar minha menina, não fique zangada com o pai!
Seus problemas financeiros eram piores que os meus, mas aquilo deveria ser seu fetiche, então participei do jogo.
— É lindo! — Quer que eu vista agora?
— Aqui não, né, sua doidinha? — Lá dentro.
— Claro, né, pai? — respondi e rimos.

Já na área da hidro, desfilei para ele após voltar do lavabo vestida com as duas peças de renda preta: calcinha fio dental e sutiã modelador que deixou meus seios maiores. Recebi palmas ao dar uma voltinha.
— Você gosta de peitão? — falei juntando ainda mais os meus seios com as mãos.
— Não desgosto, mas prefiro os de tamanho médio. Os seus são perfeitos, minha princesa.
Comecei a fazer um striptease enquanto tentava dançar sensualmente. Ouvi uhus e elogios.
Nossa conexão era perfeita, não sei porque demorei anos para ceder aos seus assédios.

Os instantes seguintes foram de beijos ardentes, abraços carregados de desejos carnais e brincadeiras marotas enquanto o despia para poder abocanhar seu pau apetitoso, e saboreá-lo com satisfação.

A certa altura das preliminares, invertemos a posição, fiquei deitada de perninhas abertas, curtindo a sua boca em meu sexo. Papai deu prioridade ao meu ânus. Deus! Que delícia sua língua brincando em meu buraquinho e fazendo meu desejo explodir.

O homem deixou-me de quatro e deu tapas na bunda. Dei meus gritinhos safados e fui chamada de sua putinha gostosa. Sabia que era chegada a hora de ele pôr na minha bunda… Ooooh! Seu membro molhado de saliva invadiu o meu ânus. Não era o melhor lubrificante, mas proporcionou um ligeiro conforto. A dor inicial, dessa vez, foi mais gostosa do que torturante. Caralho! Que tesão, que pinto delicioso.

Passei por momentos de gritos e choro, ao ser golpeada por estocadas muito duras. Mas houve instantes de gemidinhos e ronronar, com sua pegada de intensidade controlada. Em suma, o tempo todo transcorrido, foi de puro deleite. E a finalização foi um sonho. Sentir o pulsar do seu membro lá dentro, despejando seu gozo em minhas entranhas, é uma sensação impossível de descrever.

Durante a pausa após o primeiro ato, ficamos deitados de conchinha. Recebi suas carícias ouvindo sacanagens ao pé do ouvido.

Não demorou e partimos para o ato final. Iniciando com uma chupada em seu pau. Além de ser um reforço na ereção, também era um joguinho de sedução, pois eu coloquei a camisinha com a boca.
Ele atendeu ao meu pedido para um papai e mamãe, renunciou a pegar-me de quatro novamente. Minha escolha foi com a intenção de sentir seu peso sobre mim e poder beijar sua boca enquanto ele me fode gostoso.

Escolhi certinho, e a recompensa veio. Vivi momentos de magia ao sentir seu pau entrando e saindo vigorosa e repetidamente da minha boceta, a ponto de me enlouquecer de prazer. Deixei fluir meu lado devassa o prendendo com braços e pernas, pedindo que socasse sem dó e me chamasse de sua putinha. A minha entrega foi de corpo e alma. E o orgasmo foi múltiplo.

Caraca! Transar já é ótimo, mas transar com uma pessoa que está no topo da minha lista de parceiros preferidos, e ainda por cima, proibido para mim, é algo surreal.

Aquela atividade de alto impacto foi repleta de sensações divinas, uma foda de fazer esquecer do resto do mundo.
Estávamos de ladinho quando cessamos em definitivo os movimentos prazerosos de vai e vem. Ele reduziu a pressão ao tirar as mãos do meu bumbum e aninhou-me num abraço. Fiquei com o rosto coladinho ao seu peito e relaxamos ainda unidos pelo sexo. Respirações ofegantes foi o único som que ouvi até adormecer satisfeita.

Despertei, não sei quantos minutos depois, com o som de sua voz:
— Já estou indo, sua dorminhoca!
Bocejei e continuei deitada. Ele já estava vestido.
— Não vai se vestir e guardar essas coisas, filha?
— Vou, já, já!
— Se liga nas horas, dona Leninha! — disse em tom de alerta.
— Fica tranquilo, pai! — falei, fechei os olhos e bocejei novamente.
— Então, tchau! Tô indo.
— Tchau! — respondi, mas lembrei-me de algo importante:
— Espera, pai! — Cadê a camisinha usada?
— Tá aqui — mostrou um embrulho de papel higiênico que tirou do bolso da calça do seu uniforme —, também tô levando a embalagem.
— Deixa que eu queimo isso! — pedi.
— Deixa comigo, Leninha, fica tranquila, e vê se não dorme de novo, hem!
— Espera! Fiz um marmitex pra você — levantei a milhão e peguei na prateleira.
— Obrigado, filha, não precisava.
— Quer um guarda-chuva?
— Não, tá fraquinho, darei uma corridinha.

Não voltei a me deitar, comecei a arrumar tudo. E quando acabasse, soltaria os cães do cercadinho.

A chuva engrossou logo após meu pai sair.


***


Segunda-feira, 13 de fevereiro.

Ao passar defronte à guarita naquela manhã, seu Nelson, chefe do meu pai, pediu minha atenção, queria mostrar-me algo.
Bateu um calafrio quando ele desenrolou um pedaço de papel higiênico contendo uma camisinha usada e a embalagem vermelha do preservativo.
— Achei ontem no bolso do seu pai, assim que ele voltou lá da casa da dona Augusta no meio do dia. Tô preocupado com o futuro que aguarda o pai de família. Ele depende do trabalho em nossa empresa de segurança.
Disparou todos os alarmes, calculei de imediato onde aquela conversa chegaria.
— E o que o senhor pretende fazer?
— Por hora, nada, mas preciso da sua ajuda para que ninguém saiba disso.
— Vai, diz logo, seu Nelson, qual é seu preço?
— Ô minha linda, também não é assim, né?
— Eu já entendi como é, só quero ajudar meu pai a continuar com seu emprego.
— Eu também, Leninha. — Então, você não quer ir lá em casa conversar enquanto tomamos uma cerveja?
— Hoje não posso, mas não precisa ficar me apavorando, não vou deixar meu pai se ferrar — falei com uma puta duma raiva e vontade de matar o homem.
— Então voltamos a nos falar amanhã — disse o cara um tanto contrariado — e não precisamos falar nada disso aqui pro seu pai (disse mostrando os bagulhos no papel), e nem para sua patroa, entendeu?
— Entendi tudo, também não quero que saibam disso.

Fui embora sem saber o que faria da minha vida e xingando meu pai em pensamento: que merda, puta que pariu! Vacilão da porra!

Nas entrelinhas o seu Nelson levantou a hipótese do assunto chegar à minha patroa. Mas a questão, era que, mesmo o trabalho sendo muito importante para mim naquele momento, abriria mão dele só para não dar o gostinho de vitória ao bandido. O problema é que minha atitude refletiria de imediato no seu Paulo. Ademais, além dos nossos empregos, havia muito mais em jogo.

No dia seguinte, passei batido pela guarita.
— Estou atrasada — falei para o seu Nelson, e dei a entender, com gestos de mão, que continuaríamos nossa conversa depois.

Uma hora mais tarde, na pracinha, chamei meu pai para sondá-lo.

Depois das amenidades ditas sobre nosso “romance” do dia anterior, perguntei, sem demonstrar muito interesse, se ele havia jogado o preservativo fora, com segurança.

— Então, filha, assim que passei o portão, a chuva engrossou. Fiquei todo molhado, tanto que precisei tirar o uniforme e vestir minha roupa. Após o expediente, procurei o preservativo no bolso do uniforme e não encontrei. Revirei a salinha da guarita e todos meus bolsos, não achei nada. Deve ter caído quando corri da chuva.

Ou então o oportunista do seu chefe pegou, né, idiota!? Pensei zangada com ele, também comigo, por fazer de tudo para tentar protegê-lo. Papai só me fode.

— Caralho, pai, que vacilo, hem!
— Olha a boca, menina!

Por hora é isso, beijos!

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

DP com Cães é Missão de Risco

 Durante meus passeios e brincadeiras diárias com os cães na pracinha, meu pai sempre interrompia sua ronda de bike para conversar comigo.

Manhã de Quinta, 09 de fevereiro de 2023

— E aí, filha, como estão as coisas no trabalho?

Costumava deixá-lo a par sobre possíveis evoluções no caso da hidro, também o lance da camisinha com a dona Geralda.

— Parece bem, agora, a dona Augusta está mais “de boa” comigo. Também não dei chances para a diarista fazer minha caveira.

— Então eu posso “almoçar” lá qualquer dia desses? — meu pai falou fazendo aspas com as mãos ao pronunciar almoçar, era um código significando que transaria comigo.

— Eita! A gente capota, mas não freia! — falei zoando e rimos muito depois 

— Que tal no sábado? — sugeri.

— Beleza então, tchau filha!

— Tchau!


Voltei para a mansão e administrei as montadas do Nero enquanto escovava o peludo do Brad e acariciava seu pênis. Gostava de observar a diferença entre as genitálias deles: o Nero, da raça Mastiff, parecia uma aberração da natureza, e além de ser dotado, ainda se achava o chefão do pedaço, queria minha atenção só pra ele. Eu curtia de montão seu porte robusto, membro avantajado e principalmente seu comportamento durante o sexo. Meu único medo era que um dia ele conseguisse enfiar aquele seu bulbo peniano gigante em mim. O negócio já era uma bolota, e ficava maior que uma maçã durante o sexo. Era assustador aquela coisa batendo na porta do gol e forçando a entrada num espaço insuficiente para tanto, posto que na hora do sexo, já acomodava muito do seu pênis dentro de mim.

Já o Brad, da raça Golden Retriever, tem um pau do tamanho de um homem normal, e seu bulbo peniano, quando inflado durante a relação, não fica maior que um limão Taiti… Isso pelos meus cálculos. Por ser mais modesto, ele consegue ultrapassar a barreira sendo prazeroso ao extremo senti-lo dentro sem me causar sofrimento durante e nem depois na hora da retirada.

Acariciar e senti-lo na mão me deixou molhadinha de tesão, há dias não fodia com meus amantes caninos, nós três estávamos muito a fim.

— Bora, crianças, vamos transar!

Eles saíram que nem doidos atrás de mim, parecia que já identificavam o significado da palavra transar.

Fomos para a área da hidromassagem, era um ambiente privado e fácil de fazer a faxina. Só era prudente manter-me distante da jacuzzi para evitar tretas.


Fiquei nua e deixei minhas vestimentas e calçados no alto, sob uma prateleira, não correria mais riscos de ter minha roupa roubada pelo malandro do Brad, apesar que ele estaria ocupado naquele momento, escolhi o danado como parceiro de cópula.


Lembrei do gel. Dei uma corridinha rápida até o jardim dos fundos para pegar meu estojinho íntimo em um esconderijo entre as plantas. Fui pelada mesmo, não havia perigo de ser vista.


Voltei em segundos e levei o Brad comigo para cima do colchão inflável. Bezuntei da minha xoxota até meu rego com uma porção generosa de gel. Massageei carinhosamente seu pau com outra porção. Ele ficou em ponto de bala.

Estava com uma ideia louca e pretendia colocar em prática ao ficar de quatro com o tronco deitado sob minhas pernas dobradas (Igualzinho uma perereca), rsrs.

— Vem Brad, vem! — falei dando tapinhas na minha bunda.

O Golden estava afinzão, pois trepou em mim de imediato. O Nero ficou arredio dando alguns latidos e rodeando o colchão. Precisei ser enérgica mandando seguidamente que se deitasse. Continuou em pé, mas pelo menos o bicho sossegou o facho.

O apressado do Brad já havia achado o caminho da minha boceta, que safado. Suas patas dianteiras abraçaram minha cintura e o seu corpo pesava em minhas costas balançando no ritmo de suas bombadas.

Curtia de montão sua pegada, mas meu lado devasso queria algo novo naquele dia. Na primeira escapulida de dentro, direcionei seu negócio ao meu ânus. Sua rigidez do momento era ideal.

Depois que a cabeça pontiaguda penetrou, o restante deslizou até que senti seu bulbo, mas que também foi para dentro sem muito esforço por ainda estar com seu tamanho reduzido… Ahhhh! Aquilo era estar no céu. Gente! Como não tentei isso antes?

Uivei como uma cadela curtindo seu vai e vem acelerado. A vantagem de ter o bulbo dentro, é que não escapuliu nem uma vez.

Foram minutos de deleite que só aumentava o tesão e gozei muito me tocando na boceta e sendo estocada na bunda pelo cão… Até que ele gozou em definitivo. Foi então que senti seu bulbo maior do que nunca. Pelo jeito deve ter sido ótimo para ele também, assim como ainda estava sendo para mim, curtindo aquele volume em meu interior. 

O drama foi quando ele tentou tirar o negócio, quase me rasgou o cu. Agi rápido jogando os braços para trás e agarrando em suas patas para mantê-lo unido a mim.

— Quietinho, menino, quietinho! — falei carinhosamente com o rosto quase colado ao dele.

Permiti suas lambidas na minha boca, porque o cão parecia tão assustado quanto eu.

Conseguia mantê-lo preso pelas patas traseiras, mas não conseguia segurar meu gritinho seguido de um gemido a cada tentativa sua em se afastar, a dor era cruel.

O Nero voltou a ficar inquieto, dessa vez uivando, que porra! Precisei de muito autocontrole para convencê-los a permanecerem tranquilos enquanto administrava o contratempo daquela bola presa no meu rabo.

Graças aos céus o bicho aquietou e permaneceu deitado em minhas costas aguardando o momento de tirar. O cão Mastiff ainda caminhava ao redor de nós, arfando muito. Imaginei a cena vista por ele: eu de bunda arrebitada e enrabada por um cachorro que deixou só os testículos de fora. As pernas abertas do Golden, seguras por mim, deixou minha boceta totalmente exposta e o caminho livre para ser penetrada. Só faltava o grandalhão resolver transformar aquele drama em uma foda de dupla penetração.


E não é que a atitude do bandido sinalizava que pretendia pôr em prática essa ideia louca. Ele começou a cheirar e lamber minha boceta despertando em mim um desejo anormal, e um medo ainda maior da possível reação violenta do Brad, caso o Nero também montasse em mim. Seria um prazer excepcional, mas sem dúvida também seria o caos e quem sairia muito ferida nessa briga de cachorros grandes seria eu.

Falei autoritária com o Mastiff, ele sossegou e ficou deitado à distância.


Passaram mais uns 10 minutos de conversa com os cães. Ganhava lambidas no rosto e na boca após minhas manifestações de dor. Deduzi que as lambidas eram uma maneira do Brad se desculpar pelo sofrimento em mim causado.


Finalmente a redução do seu inchaço chegou a ponto de ser suficiente para ele tirar de dentro sem danos para nós dois. Expeli o volume de ar preso que saiu fazendo um barulho exagerado, rsrs. Também eliminei pelo ânus uma quantidade monstro de líquido depositado pelo cão.

Foi a vez do Brad lamber meu cu e boceta. A bola em seu pau ainda estava do tamanho de uma ameixa fresca, e quase da mesma cor.

Que experiência louca, que prazer arriscado. Fiquei em dúvida se teria coragem de repetir a façanha algum dia. Imagine a situação se a patroa chegasse de repente… Deus me livre! É melhor nem imaginar.


É isso, por enquanto, beijos!



segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Levei “Pau” no Teste de Atriz

 Noite de segunda-feira, 06 de fevereiro de 2023. Meu padrasto chegou do trabalho quando eu estava entre a sala e a cozinha dando uma espiada na TV.

Não era novela, era Shaun, o carneiro. Amo!


Após certificar-se de estarmos a sós, seu Eleno falou cochichando para não chamar a atenção da minha mãe que estava na área de serviço.

— Consegui um celular pra você, e não foi nada barato.

Ele tirou do bolso e exibiu o Motorola G22.

— Já posso ficar com ele? — falei.

— Ainda não, vamos negociar primeiro, você sabe o que eu quero em troca, não sabe?

— A gente se fala depois, quando a dona Alba estiver dormindo — falei.

Retornei à cozinha para ajudar minha mãe a finalizar nosso jantar.


Mais tarde, em meu quarto, somei as contas a pagar, havia recebido meu salário naquele dia. Lamentei-me frustrada, já sabia de antemão da impossibilidade em fazer uma loucura e comprar um celular no crédito a perder de vista. Seria a solução, assim não teria que me sujeitar aos caprichos do meu padrasto. Infelizmente minha vida financeira era um buraco sem fundo.

Não havia outra saída, o remédio seria ir à luta, encarar o homem.


Próximo das 22h, ao me certificar que minha mãe dormia profundamente, caprichei no meu visual e parti rumo a sala, pronta para negociar e vestida para arrasar. Sob meu corpo, apenas um baby doll curto, de renda branca, quase transparente e uma calcinha semi fio-dental.

Ri comigo mesma ao pensar que precisaria ser uma ótima atriz para fingir sonambulismo, caso minha mãe despertasse do seu sono de pedra justamente naquela noite. Seria muito azar.


E se eu encarnar agora o espírito artístico, será que consigo o celular só com meu joguinho de sedução e fazendo promessas futuras que não cumprirei? Pensei fantasiando.

Acho que não vai funcionar, o cara não é otário, é esperto até demais. Respondi a mim mesma.

Minha relutância em transar com meu padrasto, não era por ser íntegra ou militante do clube das puritanas. Na verdade, eu quero mais é que se foda a moral e o socialmente aceito. A razão principal era que o coroa não me despertava o menor desejo sexual, um homem sem atrativos, sem graça e pegajoso.


Do alto da escada vi o predador saindo da cozinha com um copo de bebida, parou e sorriu para mim que fiz charminho deslizando suavemente degrau a degrau. Tentei ser insinuante e sensual ao máximo.

Quando parei defronte a ele e dei uma voltinha me exibindo, ouvi um “Uau!” e um “Deus do céu, que tesão!”, então deixei que o babão me conduzisse até o sofá e me colocasse sentada sob suas pernas. Sua confiança e pretensão expandiram em razão de eu chegar bancando a facinha.

Ofereceu-me o copo. Peguei de sua mão, a mesma mão que pousou de imediato em minha coxa. Dei um gole na bebida permitindo seu toque ousado em minha pele enquanto ouvia seus elogios vulgares sobre meu corpo seminu exposto através do tecido. O meu perfume noturno também gerou assunto recebendo sua total aprovação.

Impassível, aceitei a progressão da sua mão afoita que deslizou penetrando o interior do meu baby doll, acariciando minha coxa e tocando minha virilha parcialmente coberta pelo pedacinho de renda.

Precisei dar mais um gole para suportar aquilo.

Estremeci com um arrepio e quase larguei o copo ao sentir sua mão deslizando no vão das minhas coxas.

Um dedo (provavelmente seu “dedo mau”), deslizou sob minha fenda. Imaginei que fosse enfiar para dentro com calcinha e tudo.

Olhei mais uma vez para a escada de acesso aos quartos e tentei captar algum som vindo lá de cima. Qualquer ruído seria o alerta para a presença indesejada da mamãe.

Enquanto isso, o safado não agiu conforme o esperado, conteve seu ímpeto, tanto que nem invadiu o interior da lingerie para tocar meus pelinhos umedecidos. Acho que tentava controlar suas ações até certificar-se que não seria rejeitado novamente. Já havia cortado o seu barato em todas as outras inúmeras vezes que fui assediada pelo tarado. A diferença é que dessa vez eu teria algo a ganhar, então segui com o jogo.

Sua mão subiu ziguezagueando sem perder o contato com minha pele e apoderou-se dos meus seios os massageando. O contato deixou meu par de mamilos ainda mais pontiagudos.

Não consegui continuar indiferente com uma situação tão explícita, não resisto a circunstâncias de momento envolvendo homens que eu não deveria pegar. Mesmo considerando aquilo como apenas uma negociação comercial.


Fui mais participativa e teatral acariciando seu pau coberto pelo shorts.

— Nooossa! Que grandão. Você vai ter que ser paciente, ainda não estou preparada para aguentar tudo isso.

O bobo acreditou e sorriu orgulhoso, envolveu-me em seus braços e forçou um beijo que correspondi, mas foi a contragosto, pois ele é enjoativo.


O homem demonstrou firmeza e segurança, tentava apressar nosso lance, ocupou-se na retirada do meu baby doll, depois disse:

— Vem lindinha, se ajeita aqui, deixa eu chupar você todinha.

O “se ajeita aqui” era para eu ficar deitada de costas com as pernas para fora do sofá. A seguir ele agarrou e puxou as tiras da minha calcinha deixando-me peladinha em plena sala.

Aquilo era loucura e tinha chance de dar ruim. Minha mãe tem sono pesado, mas meu padrasto, mais uma vez, estava abusando da sorte, e dessa vez tinha minha cumplicidade.

— Que anjinho lindo — disse ele olhando para minha faixa de pelinhos lisos e aparados, para depois deter seu olhar nos meus mamilos intumescidos.

Aguardei a iminência do seu bote olhando passivamente para ele, que atacou de imediato erguendo e arreganhando minhas pernas para cair de boca e sugar minha boceta. Sua língua penetrou-me seguidamente, tive um princípio de orgasmo precoce com a situação promíscua e de alto risco. Restou-me dar um foda-se e deixar fluir meu gozo que chegou em ondas… Caraca! Inundei a boca do homem com meu líquido.


O quarentão louco ficou nu da cintura para baixo e veio a milhão sobre mim.

Booora!! — pensei — deixa a porra da casa cair. Havia entrado no clima e fiquei na fissura por uma transa, então o que vier é lucro, mesmo que seja ele.

Nos ajeitamos de comprido sobre o sofá e seu corpo cobriu o meu em um papai e mamãe.


Logo após ser penetrada e levar três ou quatro bombadas, esbocei sugerir-lhe o uso da camisinha… Tarde demais, o apressado gozou me encharcando com seu sêmen. Ele ainda continuou dando estocadas, causando em mim a ilusão de haver encontrado um homem com habilidades caninas, visto que os cães ejaculam uma pequena quantidade logo após a introdução, mas continuam cada vez mais firmes e empenhados na foda. Só minutos depois eles ejaculam uma quantidade maior de líquido, e enfim relaxam.


Não foi o caso do meu padrasto, seu negócio amoleceu em instantes após despejar lá dentro, tanto que ficou inviável as estocadas.


O prazer que havia sentido com sua língua nas preliminares, gerou em mim uma falsa expectativa de ser agraciada com uma foda legal nos minutos seguintes. Foi mera ilusão, contudo, a frustração resultante já era esperada, posto que sempre o rejeitei por ser sem sal, um tipo desagradável.

Até considerei positivo terminar assim, queria concluir logo aquele negócio para que ele saísse de cima e de dentro de mim. Era muito sacrifício em troca de um celular que não era o melhor modelo da marca e ainda era usado.


Em resumo, com a mão na xoxota, corri pro lavabo contendo a porra que escorria, tentei evitar deixar pistas pela casa.


Durante a pausa rápida, sentada no vaso sanitário:

Caralho! Ainda não tomei a porra da pílula — pensei preocupada.

Devido à presença indesejada do meu padrasto no dia anterior, havia esquecido da “pílula do dia seguinte” em casa, após transar e sair com meu pai. Não esperava dormir na casa dele e ir direto para o trabalho naquela segunda. 

“Tomarei o bagulho assim que terminar essa parada com o seu Eleno, espero que não seja tarde demais.” Pensei.


Retornei dois minutos depois. Encarei seu Eleno e cobrei o pagamento acordado.

Mesmo contrariado, ele “presenteou-me” com o smartphone. Posto que cumpri minha parte entregando meu corpo inteiramente para ele que não soube usar.

— O combinado não é caro, não foi esse o nosso acordo? — questionei retrucando sua queixa de que foi rápido demais para um aparelho tão caro. 

Se faltou química entre nós, a culpa não foi só minha, pensei. Saí em direção ao meu quarto examinando o aparelho.


Demorei para achar um chip pré-pago de uma operadora que parei de usar, estava perdido no meio da minha bagunça.

Conectei o aparelho ao wi-fi e baixei os aplicativos que costumo usar. Adormeci quando já era bem tarde.


Após acordar de manhã para ir trabalhar…

— Puta que pariu, sua louca! Esqueceu de tomar a porra da pílula de novo — falei recriminando a mim mesma.

Só então tomei o negócio… E depois rezei para funcionar direitinho.


Hoje ficaremos por aqui, beijos!