“Não é possível, fui sacaneada, ele me deu questões diferentes dos demais alunos”, pensei durante a prova de geografia. Não consegui responder nem a metade das perguntas. Todo mundo terminou antes do tempo e saiu, inclusive a minha turminha. Olhavam para mim sem compreenderem a minha dificuldade.
Quando fiquei sozinha com o professor, apelei, provocando o seu lado safado e depravado. O “mestre” já havia me dado várias indiretas nas últimas semanas, mas não dei mole pra ele, por não ter me excitado o suficiente.
— Não posso levar pau nessa prova — falei, simulando desespero e tristeza —, estou disposta a levar pau em outro lugar se for necessário. Dá uma força aí, vai, professor!
A cara de tarado que ele fez deu até nojo, mas mantive a expressão de coitadinha disposta a tudo. Ele mandou que eu sentasse na primeira carteira ao lado da porta. Obedeci, acomodei-me e esperei a próxima ordem. Ele ficou em pé rente ao batente e defronte à carteira, quase encostado nela. Colocou a cabeça para fora da porta, checando o movimento. Nossa classe era a última daquele corredor. Ele voltou a atenção para o nosso lance. Abriu o zíper e apresentou-me seu pau em processo de ereção.
— Me mostre o que você sabe fazer, minha linda, para que eu possa aprová-la.
Debrucei-me sobre a carteira sem pensar muito; daria meu melhor para acabar logo aquela “prova”. Acariciei seu pau com as duas mãos e o enfiei em minha boca, chupando-o, lambendo-o e engolindo o quanto conseguia.
Passados cinco minutos, mais ou menos, parei com o boquete ao perceber que ele estava a ponto de gozar.
— O que foi, menina, não quer mais ser aprovada?
— É tudo o que desejo, professor, mas seria irado se fosse com um A+.
Enfiei as mãos por dentro da saia e tirei a calcinha. Fiquei em pé e levantei minha saia, exibindo-me para ele. O cara deu mais uma olhada porta afora e me encoxou quando pedi licença e ocupei o espaço entre sua virilha e a carteira. Seu pau ficou alojado em meu rego, latejando de tão rígido.
— É arriscadíssimo, menina, mas sou feito de carne e osso.
Ele deu um foda-se para o risco, pois posicionou-me debruçada sobre a carteira. Fiz minha parte, abrindo minhas pernas para que se alojasse e me possuísse.
O homem demorou alguns segundos só pincelando minha vagina enquanto murmurava algo sobre não ter um preservativo.
— Vai fundo, professor, eu quero ganhar um A+.
Ele foi vencido pelo instinto animal; melecou seu pau de saliva, mas nem precisava. Achou rápido o caminho da minha vagina molhadinha de tesão pela situação em que estávamos.
Caraca! Quando o senti dentro, esqueci aquela parte de que não tinha tesão por ele. Foi muito bom; mexi meus quadris, forçando minha bunda para cima dele e incentivando suas bombadas fortes. Abafei meus gemidinhos colocando a boca sobre minhas mãos.
Pouco depois, ele golpeava minha boceta sem piedade, esqueceu até de examinar o corredor e estava na iminência de gozar, pois senti seus primeiros espasmos.
— Não goza dentro, professor, por favor!
Pedido inútil e tardio; ele acabara de me inundar com sua porra.
— Puta que pariu! — disse ele, preocupado, e ameaçou tirar.
— Não para, não para, professor — falei desesperada, empurrando minha bunda em sua direção e mexendo alucinada… Ahhh! Foi delicioso, um gozo além da minha expectativa.
— Continua, professor, me fode, pelo amor de Deus!
Ele segurou firme em meus quadris, golpeando forte e levando-me à loucura ao atingir um estado de clímax nota dez.
Quando recuperei a voz, expliquei que estava protegida e só havia pedido para não gozar dentro, pois eu não pretendia sair da classe com sua meleca escorrendo pelas minhas pernas.
— Você tem papel higiênico, professor?
— Sua safadinha — disse ele e deu um tapinha na minha bunda. Depois me deu seu lenço. Serviria para conter o líquido até que eu chegasse ao banheiro.
Sim, ele me deu um A+ na prova. Ufa!
Fim… dessa matéria.
Última revisão em: 14/04/2026.

Caraca meu sua bundinha vale mais que um A+ , dá pra mim que vou te mostrar o qto ela merece rsss goxtosa
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