Estava incomodada, sentindo um calor incomum, mas ainda era inverno. As cenas de erotismo do filme que assistia online despertaram meus desejos e não conseguia mais satisfazer-me sozinha. Desliguei o notebook, peguei a minha bike e saí na intenção de ir até a quadra onde os meninos jogavam futsal.
Quando estava na rua de baixo, avistei o Rubão, que gritou:
— Não vai calibrar os pneus hoje, anjo?
Eu vinha no gás e freei instintivamente; a roda traseira derrapou, virando a frente para a borracharia onde trabalhava aquele troncudo de macacão sujo. Soltei o freio para não tombar e a bike deslizou oficina adentro.
— Boa manobra, linda! — Tudo beleza?
— Tudo — respondi, observando sua expressão sacana e seu olhar guloso em meus peitos. Meus mamilos estavam intumescidos; o calor que estava sentindo em casa acabara de aumentar, apesar da tarde fria e da minha pouca roupa. O Rubão não perdia tempo, nem os detalhes; era um sacana perspicaz. Após os elogios feitos aos meus seios, ele examinou rapidão os pneus da bicicleta, depois partiu para o ataque. Estava evidente que eu não entrei lá por causa dos pneus, mas também não estava certa do que queria; só reagi a um impulso.
— Os pneus estão cheiinhos, princesa, assim como o seu bumbum delicioso. Você é a gatinha mais gostosa do pedaço.
Já estava acostumada com seu linguajar e descaramento, mas gelei quando ele veio para cima de mim com uma investida mais abusiva. Não costumava frequentar sozinha o seu comércio.
Na primeira vez em que estive ali, eu vim de carro com a minha mãe para consertar um pneu furado. Fiquei assustada com a aparência bruta daquele homem, mas, na presença da mamãe, ele conteve sua perversão.
Retornei em outras ocasiões com as meninas para encher os pneus das nossas bicicletas, e, a cada visita, o sujeito se sentia mais à vontade para dizer coisas indecentes. Minhas amigas ficaram apavoradas. Ao sairmos, elas afirmaram que nunca mais retornariam ao local, pois o sujeito era um tarado depravado. Também senti medo, porém o perigo que ele representava me atraía.
Certo dia tomei coragem e voltei sozinha para calibrar um pneu; eu mesma o havia esvaziado, pois estava carente do seu assédio terrível. Contudo, apesar dos comentários obscenos feitos pelo homem de pouca educação, ele foi gentil à sua maneira e até sedutor naqueles minutos em que estávamos sozinhos.
Fiz de novo dois dias depois, pois achei divertido ser cantada descaradamente por aquele homem com idade para ser meu pai. Minha experiência sexual era mínima e ainda era virgem. Comecei a achar excitante seu tratamento comigo. Gostei até de seus tapinhas em minha bunda ao dizer que eu era gostozinha.
Acabei me deixando levar e cedi quando ele forçou um beijo. Foi um beijo sacana e demorado. Depois saí correndo, sentindo medo e felicidade.
No dia seguinte, estava doida de vontade de voltar lá e ganhar outro beijo. Mas estava com vergonha de bancar a oferecida, também de ser arrastada para o fundo da borracharia e ser pega à força. Ainda assim, fui pedalando minha bike no horário costumeiro, bem devagarinho, mas passaria direto; só queria ser vista por ele e ouvir suas gracinhas.
Vi o homem na calçada quando eu ainda estava longe. Meu coração acelerou e um calor aqueceu-me de baixo para cima.
Ele abriu um sorrisão quando cheguei perto.
— Entra aqui, carinha de anjo, deixa eu te falar uma coisa.
Claro que entrei, não era mais dona das minhas vontades. O homem partiu logo para o ataque.
— Ainda estou sentindo o sabor gostoso daquele beijo. Vai me dar uma chance real hoje, gatinha?
— A gente não devia ter se beijado ontem — falei meio sem convicção.
— Por que não, anjinho? Foi tão bom. — Vamos lá pra trás? Prometo que vai gostar ainda mais hoje.
— Para seu Rubens, eu tenho que voltar para casa; minha mãe deve estar chegando do trabalho.
— Já te falei, gatinha, me chama de Rubão. E não precisa ter medo de mim. Sei que você ainda tem o selinho; eu faço gostoso atrás.
Fiquei até sem voz, também sem ar e sem ação com sua depravação incontida. Tremi na base quando seu corpo colou no meu e senti seu cheiro másculo e de roupa suja. Seus braços fortes me abraçaram e as mãos foram direto apertar a minha bunda. Caraca! Que loucura. Minhas partes íntimas entraram em combustão. Eu não fugiria, mesmo apavorada; estava muito a fim de ser comida por aquele brutamontes. Segui de mãos dadas com ele para os fundos do salão, por detrás de uma divisória. Ele veio pra cima novamente e eu o parei com as mãos.
— Se eu chegar suja em casa, não terei como explicar.
— Desculpe, anjo, espera aí!
Ele desabotoou e tirou o macacão.
— Seu doido! E se chegar alguém?
— O movimento está devagar, quase parando; não deve vir ninguém.
Ele notou o meu olhar assustado para o volume no interior de sua cueca. O safado sorriu marotamente para mim, acariciou por sobre o tecido e depois tirou seu pau para fora.
— Vem, pega nele!
Quem entra no fogo é para se queimar, pensei, e aceitei o convite sem hesitar. Estava doida para senti-lo em minha mão, acariciei meio desajeitada. Ele me ensinou como punhetá-lo e viajei imaginando aquilo em minha boca. Só me dei conta de que babava quando ele se afastou. Enxuguei o queixo com a mão e fiquei observando o Rubão tirar a cueca e sentar peladão em uma pilha de pneus.
— Vem, linda, deixa eu sentir essa boquinha de anjo!
Não havia mais barreiras entre nós; estava completamente à vontade e à mercê daquele sujeito promíscuo. Abocanhei seu pau e, a princípio, não foi o que eu imaginei; estava salgado e com um odor forte. Mesmo assim, o chupei com gosto. Ele segurou em minha cabeça, forçando levemente e me incentivando a engoli-lo cada vez mais. Subi e desci o sentido em minha garganta.
— Isso, anjinho, faz gostoso… aaaaah! — o danado gozou, senti pavor com aquele líquido descendo por minha garganta, quase me sufocando. Ele soltou a minha cabeça, mas eu continuei com minha boca nele, consegui engolir e desfrutei aquele momento único. Continuei chupando e engolindo sua porra até ele parar de ejacular. Quando liberei seu pênis, ele elogiou meu desempenho. Mantive as mãos alisando e admirando seu pau ainda duro.
— Nossa! Como ele fica grandão. — Maior legal, né?
— É, sim, anjinho. Vai gostar ainda mais dele todinho na sua bundinha. Tira a roupa.
Caralho! Senti um tesão louco e um pavor maior; aquilo ia rasgar meu buraquinho, mas eu o queria como nunca. Não aguentava mais, estava pirando com a vontade de transar. Comecei a me despir quando ele me apressou. Tirei a camiseta e já fiquei nua da cintura para cima, pois estava sem sutiã. Continuava receosa da chegada de algum cliente, então acelerei para curtir logo aquele momento, antes que desse ruim. Tirei o shortinho folgadinho e já ia arrancar a calcinha quando ele me assustou falando:
— Espera um pouco, anjo, devagar! Dá uma voltinha para eu ver esse corpinho lindo.
— Você quase me mata de susto, pensei que tinha chegado alguém.
— Fica tranquila, se chegar alguém agora eu meto bala — gracejou o homem e gargalhou.
Depois da voltinha e de receber aplausos, desci a calcinha sem fazer charme, pois estava ficando tarde.
Ele levantou e me abraçou forte. O grandão dava o dobro de mim. Puxou-me, tirando meus pés do chão, e roçou gostoso seu corpo no meu. Entreguei-me e curti o momento com meu corpo nu colado ao dele e procurei sua boca. Seu beijo foi selvagem. A seguir, ele colocou-me deitada de costas sobre a pequena pilha de pneus.
Senti um leve incômodo com a borracha em minhas costas e a posição do corpo, mas estava bem apoiada.
Com agilidade, ele afastou-se dois passos e pegou um tubo de gel lubrificante em um armário. Ele besuntou seu pau e eu gelei quando ele passou os dedos com gel em meu ânus. A altura era exata para ele me enrabar.
— Jura que não vai me machucar?
— Juro, princesa, relaxa que eu vou fazer gostoso.
Tentei relaxar, principalmente quando ele pôs minhas pernas para cima, apoiadas em seu ombro. Meu buraquinho piscou forte nessa hora e fiquei preocupada quando ele brincou, esfregando seu membro do meu rego à minha boceta, indo e vindo algumas vezes. Eu não sabia o que dava mais agonia: a incerteza de onde ele enfiaria, a certeza de uma dor iminente ou a espera angustiante de sentir o prazer do seu pau dentro de mim. Naquele instante, eu não sei se resistiria se ele tentasse pôr na frente; no entanto, senti a cabeça entrando no meu cu. Putz! Meu coração acelerou conforme foi me penetrando, e a dor foi ficando absurda.
— Ai, PARA, PARA! — tá doendo muito.
— Relaxa, anjinho, passa logo.
Ele parou de enfiar, olhou para mim com carinho e deitou ligeiramente o seu tronco sobre o meu. Durante nosso beijo, enquanto ele sugava a minha língua, a dor sumiu e seu pau deslizou todo para dentro, me fazendo delirar. Controlei ao máximo o volume dos meus gritinhos e quase desfaleci com as estocadas firmes e deliciosas.
Ele golpeou minha bunda por minutos enquanto eu gemia só de prazer ao som das batidas dos nossos corpos.
Foi surreal quando ele gozou, pois foi no auge do meu clímax… Ahhh! Fui invadida mais uma vez por sua porra, dessa vez em minhas entranhas, tornando aquele momento mágico.
Aos poucos, ele reduziu os golpes até parar, mas permaneceu dentro de mim. Acariciou os meus quadris enquanto eu continuava rebolando devagarinho.
— Gostou, safadinha? — ainda dói?
— Amei, foi o maior bom, e só doeu no começo.
— Da próxima vez dói menos — ele falou, já com as mãos acariciando meus seios.
— Olha só esses peitinhos miúdos e durinhos, dá vontade de morder.
Eu imaginei que ele ia querer mais, e, mesmo estando doida para dar a boceta, eu precisava ir embora e não seria naquele dia que perderia o meu selinho.
Quando ele tirou de dentro, meu cu vomitou uma enxurrada de líquido viscoso. Seu pau estava mole e morto, eu deduzi.
Ele pegou papel para nos limparmos. Depois comecei a me vestir rapidão.
— Que pressa é essa, princesa? — vai sair sem me deixar provar essa bucetinha cheirosa?
— Minha mãe deve estar chegando em breve; preciso estar em casa antes dela, ou o bicho vai pegar e ficarei dias sem poder sair.
— Beleza, não quero te complicar — promete que vai voltar e deixar que eu te faça mulher?
— Eu prometo, me aguarde, amor — falei, já completamente íntima do homem.
Fim.
Última revisão em: 05/06/2026.

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