sábado, 30 de dezembro de 2023

A Camisinha não Furou, mas Deu Ruim

Manhã de sexta-feira, 30 de janeiro de 2023. Cheguei ao trabalho e, pelo bom dia frio da dona Augusta, imaginei que ainda estivesse zangada comigo.
Viver em pecado é enfrentar o mundo, né?

Mesmo assim, um minuto após acariciar e acalmar o Nero e o Brad, que faziam festa pulando sobre mim, tentei conseguir um adiantamento para não atrasar a fatura do meu cartão. Contei sobre o assalto sofrido, mas a coroa insensível nem ligou, disse que eu não deveria frequentar esses lugares à noite e que só faria o pagamento dia 6, próxima segunda-feira.
A maldita deveria estar me castigando por conta do lance da jacuzzi. Mandou-me tomar café depressa e levar logo os cães para passear, pois estavam muito inquietos. Saiu a seguir com seu carro.
Até perdi o apetite, deixei meu café para mais tarde. Contudo, sorri comigo mesma ao pensar: “Se a patroa soubesse que a inquietação dos peludos era anseio por mais um dia de transas comigo, ela teria me expulsado da sua casa a pontapés.”

Retornei do passeio uma hora depois e, enquanto escovava a dupla canina, a diarista chegou com cara de nojo, exibindo uma camisinha usada. Disse que achou no saco de lixo. Fui interpelada a respeito do bagulho.
Além de surpresa, fiquei extremamente constrangida.

Antes de prosseguir, voltemos até o último sábado:
Ao final do primeiro ato de incesto com meu pai, e após adormecer nua sobre o colchão inflável, acordei ligada e fiz uma limpeza minuciosa na área em que transamos. Enrolei a camisinha usada em papel higiênico e coloquei no meio do saco de lixo da cozinha, amarrei a boca do plástico e deixei no local de descarte com outro saco. O caminhão da coleta passaria segunda-feira de manhã e levaria embora a prova do crime.
Todavia, para meu infortúnio, a borrachinha incriminadora foi descoberta.
Mas por que caralhos essa louca foi fuçar no saco de lixo? Pensei com raiva.
Se ela levasse o assunto até a patroa, seria o caos; a mulher associaria o preservativo com a hidromassagem aquecida. A situação, que já estava complicada para o meu lado, pioraria definitivamente.
Pensei rápido na elaboração de uma mentira: disse que era do meu namorado, usamos na minha casa na noite de sexta e escondi às pressas em minha bolsa porque minha mãe retornou muito rápido de sua ida ao mercado.
— No sábado acabei esquecendo de descartar o negócio no caminho e só lembrei ao chegar aqui, então coloquei no saco de lixo — disse para a senhora e tentei virar o jogo.
— A propósito, dona Geralda: o que a senhora estava procurando nos sacos de lixo?
Gaguejando, ela disse que estava verificando se havia lixo reciclável misturado com orgânico. Concluiu tentando explicar que sempre fazia isso a pedido da patroa.

A mulher humilde e de pouca instrução não falou com essas palavras, em razão do seu vocabulário limitado, mas soou tão falso, deixando claro que mentia. Minha preocupação era que estivesse na captura de algo com o intuito de me prejudicar.
Qual é a da diarista? Questionei-me, apreensiva.
— Vou te pedir um favor, dona Geralda: não comente nada para a patroa, ou posso até perder meu emprego devido a uma bobagem dessa. Preciso demais desse trabalho e ficaria muito triste com a senhora se eu fosse despedida — falei séria e num tom ligeiramente ameaçador enquanto a encarava.
A mulher não disse nada, só me lançou um olhar de desdém e superioridade, talvez por deduzir que eu estava em suas mãos.
Quando percebi sua intenção de sair com a camisinha…
— Dá pra mim, por favor, dona Geralda! — levantei, esticando o braço em sua direção.
— Vou pôr no lixo, o caminhão já vai passar — disse a mulher.
— Por favor, deixa comigo, o negócio é meu! — falei resoluta.
Ela torceu o nariz e me entregou o bagulho com a maior má-vontade.
Queimaria aquilo quanto antes. Na pior das hipóteses, restaria apenas o testemunho dela, sem provas.

Passei o dia bolada, pensando qual seria a real motivação para a dona Geralda procurar coisas no lixo. Será que seu interesse era sobre meu consumo de comida ou álcool quando permanecia sozinha no casarão?
Ou havia algum interesse da coroa em meus hábitos sexuais?
É melhor essa vaca ficar esperta, ou vai virar churrasco ao pegar num fio desencapado de um eletrodoméstico qualquer. Pensei impiedosamente.

Procurei evitar qualquer deslize nos dias seguintes, nem entrei na área da jacuzzi. O mais difícil foi dar um tempo na minha relação erótica com os cães tarados. Os dois assediadores caninos pareciam sentir mais falta das transas do que eu. Já estávamos habituados, mas era prudente a pausa; meu emprego estava por um fio.

***

Manhã de domingo, 5 de fevereiro.

Acordei com o som da campainha; só então lembrei que havia marcado com meu pai. Ele veio me buscar para irmos à festinha de 7 anos da sua filha do meio.
— Nossa, pai! Não é muito cedo?
— Marcamos às nove em ponto, lembra? Faltam só cinco para as nove.
— Tô morrendo de sono, posso dormir mais cinco minutos? — falei, bocejando.
— Hahaha, gracinha! Vai se arrumar, vê se não demora.
— Vem, sobe e espera no meu quarto, estou sozinha!
— Ainda está sem celular? — perguntou meu pai.
— Infelizmente, sim, mas deve ficar pronto amanhã.
Havia mentido para ele que mandei arrumar o aparelho. Sabia que ele não poderia me ajudar a comprar outro, então por que fazê-lo sentir-se inútil contando que fui roubada, né?

Não tivemos intimidade depois daquele sábado, que foi nossa primeira vez; faltou oportunidade. Minha libido estava a mil.
— Impressionante, filha, como você é linda e sexy de qualquer jeito, seja só de camiseta ou com esse pijaminha.
Parece que a libido dele também estava transbordando; era nítido o volume acentuado sob sua bermuda.
— E como você prefere?
— Não vou mentir, prefiro você nua.
Não tivemos receios ou falsos pudores; ele me tascou um beijo longo e safado. A seguir, despiu-me da blusa e shortinho.
Após ajudá-lo a também ficar nu, deitei-me em minha cama e o recebi sobre mim após ele abrir e dobrar minhas pernas… Ahhh! Impossível não gemer gostoso ao senti-lo deslizando e invadindo minhas entranhas. Só depois ele se preocupou:
— Você trouxe aquelas camisinhas?
— Não, deixei lá no meu trabalho.
Ao ameaçar tirar de dentro, prendi o homem com braços e pernas antes de dizer:
— Mas eu trouxe a pílula do dia seguinte.

Minha única preocupação naquele momento não era com uma possível gravidez, mas, sim, com o retorno fortuito do meu padrasto. Raríssimas vezes ele voltou antes das 14h, assim como minha mãe. Foda-se! Pensei. Meti a louca e mexi como nunca havia feito antes.

Os próximos minutos foram de urros e gemidos. Gente! Papai fode muito gostoso; não foi impressão minha naquela primeira vez, ele realmente é delicinha. Minha mãe não sabe o que perdeu.
Mudamos de posição. Minha cama, minhas regras. Fui pra cima dele e sentei com a boceta no seu nervo rígido. Cavalguei sobre o homem, com ele agarrado em meus peitos, ou grudado em minha cintura, fazendo-me requebrar no seu pau.
Vibrei de prazer com meu gozo, e muito mais quando senti sua ejaculação sendo despejada. Caralho! Que loucura seria se eu engravidasse do meu pai. Fiquei arrepiada de medo, mas não parei de mexer… Nem ele. Continuamos saboreando o momento até ficarmos saciados.

Logo depois, fomos e voltamos de um banho expresso. Naquele intervalo de tempo — da foda ao banho —, sua mulher enviou várias mensagens solicitando sua presença. Após vestir-se, ele começou a responder que já estava indo.

Levei um baita susto quando a imagem do meu padrasto se refletiu no espelho enquanto terminava de ajeitar meus cabelos. Felizmente, já estávamos totalmente recompostos; o quarto também.
Seu Eleno pediu licença e entrou. Após os cumprimentos, meu pai disse que já ia tirar o carro da entrada da garagem.
— Fica tranquilo, vou sair logo! — só passei aqui porque deixei um cliente nas proximidades. Tenho corridas agendadas — disse seu Eleno; ele trabalha com a Uber.
— Estou pronta, vamos? — falei, ansiosa, para o meu pai.

Saímos sob os olhares desconfiados do meu padrasto, pois deveríamos estar com a cara igual à do “gato que comeu o canário”. É duro manter a naturalidade após momentos tão intensos e proibidos.

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 16/04/2026.



quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

De Noite Extorsão, De Dia Exploração

Passaram mais de dez dias desde que cheguei de porre em casa, desabei no sofá e fui violada pelo meu padrasto. Valendo-se do meu estado indefeso, retirou minha calcinha e caiu de boca em meu sexo.
O bandido esteve a ponto de ir além no abuso e teria consumado a penetração caso não fosse afugentado pela chegada imprevista da minha mãe. Foi alarme falso, mas foi bem-vindo, pois me livrou da transa não consentida.

Noite de sábado, 28 de janeiro de 2023.
Desde então, eu não havia chegado tarde em casa e também havia evitado o porre para não dar novas oportunidades ao seu Eleno. Porém, a noite de sábado estava convidativa para uma balada; eu pretendia sair para curtir, estava muito feliz por transpor a barreira dos falsos pudores ao praticar o incesto, transando gostoso com meu pai. Precisava dividir minha alegria com alguém.
Chamei minha amiga Joelma para ir a um churrasquinho nas proximidades.
— Tô zerada, miga, não tenho um puto! — disse ela pelo WhatsApp.
— Hoje é tudo por minha conta, miga. Te espero no terminal Casa Verde às 8 em ponto.
Eu e a Joelma, além de melhores amigas, somos confidentes nos assuntos que ninguém mais pode saber. Ela também tem um lance secreto com seu pai há um bom tempo.

A noite rolou suave, deu tempo de eu contar tudinho o que rolou com meu pai no dia anterior. Ela também contou sobre as novidades ocorridas entre ela e seu pai, ri muito e a chamei de louca ao ouvir os riscos que disse ter corrido dentro e fora de sua casa.
Com o avançar das horas, um senhor bem alinhado, com camisa, calça social e sapato de um brilho impecável, adentrou o estabelecimento ao lado de um rapaz aparentando cerca de 20 anos, tênis caro de marca famosa, jeans e camiseta. Ambos sentaram-se à mesa ao lado da nossa, que acabara de ficar vaga.
Após algumas trocas de olhares e sorrisinhos, os dois simpáticos pediram permissão para juntar-se a nós.
Olhei para a Joelma, e ela, com olhar tranquilo, balançou a cabeça em um sim.
Eles colaram em nós, pagaram a próxima rodada de chopp e continuaram esbanjando simpatia.
Durante o papo entre um gole e outro, eles disseram ser pai e filho. O rapaz convidou o coroa para sair, pois era o aniversário do pai e sabia que ele passaria a noite sozinho, devido a estar separado da mãe do Renan (era esse o nome do garotão).
Seu Jair, o pai, se engraçou comigo. A Joelma deu-me cutucadas por baixo da mesa, dando a entender sua preferência pelo filho.
Enfim, foi mole para a dupla nos convencer a continuarmos a noite em um motel. Estávamos “facinhas” devido às bebidas ingeridas e ao nosso entusiasmo pela dupla simpática.
Em pouco tempo, entramos em um quarto de um hotel barato nas proximidades e consumimos mais bebidas oferecidas pelo coroa.
Deixei a vida me levar; já havia exagerado ao ultrapassar o meu limite, estava de porre. Ainda assim, conseguia acompanhar com alguma lucidez parte dos acontecimentos, principalmente ao ficar nua pelas mãos do homem e ser posicionada de quatro na cama.
Ver a Joelma, na mesma situação com o filho dele, na mesma cama ao nosso lado, multiplicou meu tesão.
Ohhhh! O filho da puta iniciou a foda, arregaçando meu cu. Puta que pariu! A dor, a princípio, foi monstro, mas adaptei-me logo à situação e comecei a curtir suas estocadas brutas.
Não conseguia ver mais nada, mas ouvia os gemidos e choro da Joelma; parecia uma cadelinha sofrendo. Acho que também levou na bunda.
Procurei pela mão do homem que falava comigo, murmurando em meu ouvido. Direcionei seus dedos sobre minha boceta; ele enterrou cerca de dois ou três, forçando meu corpo em direção a ele.
Caraca! Estava quase apagando, desejava alcançar logo o clímax, mas não conseguia manter o foco na relação.


***

Quando acordei, horas mais tarde, a ficha começou a cair. A Joelma ainda estava nua e apagada, atravessada nos pés da cama.
Vou resumir a roubada em que nos metemos:
Os caras eram golpistas e ladrões; fomos vítimas do golpe “Boa noite, Cinderela”.
Nem pai nem filho, os canalhas deveriam ser. Não que isso importasse no momento.
Perdi meu celular e a merreca em dinheiro em minha carteira. A Joelma também perdeu o celular.
Minha preocupação era com minha conta bancária; havia deixado um dinheiro para pagar as dívidas dos próximos dias.
Sofremos outra agressão; essa foi moral e verbal, praticada pelo cara da recepção do hotelzinho barato. O barraco foi armado, posto que os caras não pagaram a conta. Nem nós conseguimos pagar, pois não tínhamos um centavo em dinheiro nem cartão, após sermos depenadas naquela espelunca.
Fomos liberadas quando exigimos a presença da polícia e as imagens das câmeras de segurança. Não fomos atendidas em nenhum dos dois pedidos.

Felizmente ainda tem gente solidária nesse mundo cão. Uma mulher que deixava o estabelecimento na companhia de um cara, ao ver nosso desespero, sugeriu procurarmos a delegacia da mulher. Ainda nos deu uma carona até lá.

Minutos depois, no interior da delegacia, ainda estávamos ligeiramente atordoadas. A policial deve ter deduzido que estávamos alcoolizadas; ainda assim, foi atenciosa e prestativa, ajudando-nos a bloquear contas bancárias e também o chip da operadora.
Todavia, foi tarde demais; os miseráveis sacaram toda a grana da minha conta. Era pouco, mas era uma quantia comprometida de antemão.
Felizmente, ou infelizmente, a Joelma não tinha um centavo para ser sacado da sua conta com saldo no limite do negativo.
É nessa hora que usamos a expressão do copo meio cheio, né?
Em suma, o pessoal da lei não obteve rastros significativos dos bandidos, e muito menos dos nossos pertences.
Passamos a ser dois números a mais na estatística do golpe “Boa noite, Cinderela”.

Quando cheguei em casa, o sol já estava bem alto. Menos mal que nem vi a cara do meu padrasto, que deveria ter saído.
Durante o banho, bateu o desespero; tinha o cartão da loja para pagar no primeiro dia útil do mês, mas só receberia meu pagamento no dia 6. No entanto, o dinheiro a receber estava empenhado para outras despesas. Para piorar, estava sem celular. Fodeu! Como compraria outro?

Mais tarde, enquanto fazia o almoço, o meu padrasto chegou. Relatei sobre minha noite de horror. Fiz isso antes de minha mãe (a inquisidora) chegar do seu trabalho na feira. Deixei de lado algumas partes; ele não precisava saber de tudo. Concluí a conversa solicitando uma ajuda financeira, apesar de ele ser um duro, mas vai quê, né? Seu desejo de transar comigo era doentio, e eu estava em situação crítica, então, seja o que Deus quiser! Pensei.

Após nosso papo, desanimei; não rolaria um empréstimo, ele não tinha grana, como sempre. Contudo, senti firmeza quando falou sobre a possibilidade de conseguir um celular para mim, mediante um preço a ser pago.
A única intenção do pervertido era fazer sexo comigo, deduzi, obviamente; ainda assim, sinalizei que poderíamos chegar a um acordo.
Quando ele tivesse o aparelho em suas mãos, voltaríamos a conversar, disse o homem.

Por enquanto é tudo.

Beijos e até a próxima!

Última revisão em: 09/04/2026.

sábado, 23 de dezembro de 2023

Não Resisti, Virei Amante do Papai

Sexta-feira, 27 de janeiro de 2023.
Cheguei na rua onde trabalho e administrei a cantada do homem da guarita.
— Oi, Leninha, você fica irresistível nesse shortinho.
— Para, seu Nelson! — Cadê meu pai?
— Mandei ele fazer a ronda mais cedo, pois queria ficar a sós com você e te convidar para um churrasco que vai rolar lá em casa amanhã à noite.
— Meu pai também vai?
— Não, gatinha, é uma balada só para solteiros.
— Amanhã não vai dar, já marquei de sair com uma amiga.
— Leva ela, quanto mais mulher, melhor!
— Realmente não vai dar, quem sabe na próxima. — Tchau! Vou trabalhar.

O Nelson é cerca de dez anos mais novo que o meu pai; chamo-o de seu Nelson para frear a intimidade forçada que ele tenta ter comigo.
Não mandei ele tomar no cu ainda, porque, apesar de mais jovem que meu pai, ele é o supervisor e chefe do meu coroa, em razão de ter alguns anos a mais naquele serviço.

Logo depois, na mansão, peguei uma carona com a dona Augusta; levaríamos o Brad e o Nero ao pet shop.
— Você não se importa de voltar a pé com eles, Milena?
— Claro que não, dona Augusta, adoro passear com esses dois fofos.
Eu fiquei na loja com os cães e a patroa seguiu para o seu trabalho.
Além do banho e tosa, pedi para a moça cortar as unhas dos dois. Aqueles tarados deixaram meu corpo arranhado durante nossas “brincadeiras eróticas”. Eu fiquei observando o trabalho da “petcure” e peguei algumas informações com ela para aprender eu mesma a aparar as unhas deles com mais frequência.
— As unhas mal cuidadas são prejudiciais para cães e gatos, além de machucarem as pessoas durante as brincadeiras deles — disse a profissional da loja.
— Verdade, esses dois safados adoram uma brincadeira de trepar na gente.
Ela sorriu de cabeça baixa; deduzi que falei demais e dei pistas da minha relação pervertida com os cães. Foda-se, pensei.


Sábado, 28. Recebendo a Encomenda Erótica.

Passei a manhã passeando com os peludos, brinquei e ainda escovei rapidamente os dois bagunceiros.
Havia deixado o aquecedor da hidromassagem ligado, mas ainda estava analisando a hipótese de tirar um barato dentro dela. O Nero ficou me rodeando.
— O que você acha, lindão? Será que irão perceber que usei o bagulho?
Ele respondeu com um latido e abanou o rabo rapidamente. Acho que a sua resposta foi um incentivo, pensei, sorrindo comigo mesma.
Ajoelhei ao lado da hidro e debrucei na borda, me imaginando lá dentro, sentindo os jatos de água morna em minhas partes íntimas.
O cachorro devasso montou em minhas costas e ficou esfregando seu pinto em minha bunda.
— Caraca, Nero, você não cansa? — Espera pelo menos chegar o gel!
Havia pedido alguns produtos para relações sexuais em uma farmácia online e, para evitar constrangimento, dei o endereço do meu trabalho em vez de receber aquilo na minha casa.

Adiei a decisão de entrar ou não na hidro, pois a insistência do Nero em transar me deixou afinzona. Fiquei nua, mas mudei de ideia e vesti de novo a camiseta. Apesar de os bichos estarem com as unhas aparadas, ainda sentia incômodo com os arranhões que os danados fizeram em meu corpo nos últimos dias.
O Nero e eu já éramos superíntimos; fiquei debruçada na borda da jacuzzi e o recebi por trás, com as patas em meus ombros e seu pau procurando e achando de início meu ânus… Caralho! Meu tesão foi anormal. No entanto, meu buraco estava muito seco e a penetração não seria fácil nem confortável para nós dois.
Com minha ajuda, ele achou a entrada da minha fenda na segunda tentativa.
— Ahhh! Aí, sim, menino!
Que lance louco, comecei a gozar pouco depois que invadiu minha boceta, graças à sua ejaculação precoce. Eles sempre fazem isso, mas continuam firmes e a segunda ejaculação demora mais a vir.
Quanto mais rápido e profundo era a sua estocada, mais insano era o meu prazer. Seu bafo quente na minha orelha e o vai e vem incessante e gostoso colocaram-me em órbita.

Puta que pariu! Quando estava vivendo um sonho, levei um susto com o som do interfone. Meu coração disparou de medo.
— Será que já é minha encomenda? — E se não for? — falei comigo mesma, preocupada.
Foi com pesar que interrompi minha transa com o cão e corri até o interfone. O Nero foi atrás de mim e ficou me lambendo por baixo enquanto eu conversava no aparelho.
Era o meu pai; ele trouxe meu pedido, que foi entregue na sua guarita.
— Já estou indo, pai! — respondi e fui atrás das minhas roupas.
— Cadê meu shorts? — falei comigo mesma. — E minha calcinha e sutiã?
— Braaad, seu filho da puta! — gritei.
O outro peludo arteiro deveria estar escondido, brincando com minhas roupas.

Fui pegar a encomenda vestida com a camiseta e sem mais nada por baixo.
Perto do portão, os meus mamilos incharam novamente ao pensar que poderia alimentar de vez o tesão do homem ao deduzir que eu estava nua por baixo da malha. O tamanho da camiseta era tipo um vestido curtinho, suficiente apenas para acobertar os meus pelinhos pubianos.
— Uau, Leninha! Assim você mata o papai. — Meu Deus! Você está cada vez mais linda e sexy.
Simulei uma carinha triste e biquinho só para zoar o tarado do meu pai:
— Puxa vida, papi! Perdi meu shorts e minha calcinha — falei tão putinha que até bateu uma vergonha.
— Se quiser, eu te ajudo a procurar, meu anjinho, mas continua assim; você está maravilhosa!
— Você já almoçou? — perguntei para mudar de assunto, pois fiquei arrependida e encabulada.
— Ainda não; vou pedir uma quentinha, não trouxe marmita hoje.
— Entra, vem almoçar comigo!
— Melhor não, Leninha, vou complicar sua vida.
— Magina, ninguém vai saber. E se contarem, você é meu pai, né? A patroa vai perdoar.
— Não acho que ela levará isso em consideração. Acho que vai dar sujeira? — disse ele, preocupado e olhando para todos os lados.
— Para pai, tá tranquilo! Você sabe que eu fico sozinha aqui até às 18h. — Vem e economiza uma grana.
Peguei a encomenda de sua mão e caminhei de retorno à sala. Pelo seu “Uau!” Imaginei que seus olhos, naquele momento, estariam fixos no inevitável balanço das bochechas do meu bumbum que estava à mostra sob o "micro vestido" improvisado. Saber que era admirada e desejada pelo meu pai deixou-me muito excitada.
— Você tem que assinar o caderno, minha linda!
Parei e virei, olhando para ele com olhos convidativos. Puta merda! Eu deveria estar louca e perdendo o controle. Comecei com a zoofilia, agora estava na iminência de infringir a regra de não deixar ninguém entrar na casa quando estivesse sozinha. Foda-se! Pensei e fiz um sinal convidativo com o dedo indicador.
— Já que você insiste tanto, meu anjo — disse ele, fazendo graça.

Enfim, ele decidiu jogar aquele jogo comigo e caminhou rápido em minha direção.
Falei para ficar esperando no hall de entrada e fui prender os cães no cercadinho. Deixei alguns bombons com os peludos; eles adoram, mais do que sexo, hahaha. Antes de voltar, dei uma bronca no Brad:
— A gente conversa depois, seu malandro, você vai ter que devolver minha roupa limpinha, viu!?
Estava com medo de qual seria a minha próxima infração ao retornar ao encontro do meu pai.
Caminhando com ele para a cozinha, eu falei:
— Quer conhecer a jacuzzi?
Sua resposta foi um sim entusiasmado.

O homem amou a banheira enorme, ficou parecendo uma criança e disse que não poderia perder aquela oportunidade.
Eu também não perderia, disse que iria vestir meu biquíni.
Antes que eu desse o primeiro passo, papai bloqueou meu caminho e envolveu-me com seus braços em minha cintura.
— Não precisa de biquíni, meu anjinho, já tomamos tantos banhos juntos quando você era pequenina.
— Mas eu cresci, papai.
— Estou vendo, você se transformou numa mulher linda — disse ele, já com as mãos em minha bunda nua.
Não tenho certeza de quem tomou a iniciativa do primeiro beijo; acho que fui eu, estava totalmente entregue e louca para transar com aquele homem. Só lembro da cena seguinte: estava grudada em seus lábios e literalmente nua, já que minha camiseta foi erguida até o meu pescoço enquanto suas mãos percorriam cada centímetro do meu corpo. Transar com meu pai era o que mais queria naquele instante, então acabei de tirar minha camiseta.
Enquanto ele se despia a jato, peguei e abri o pacote que ele trouxe.
— O que tem aí dentro, Leninha?
Mostrei para ele o meu kit erótico: gel lubrificante sexual, camisinhas e uma pílula do dia seguinte.
— A gente nunca sabe quando vai precisar, né, pai? Então é melhor ter — falei, mostrando as camisinhas.
— Certíssimo, princesa!

Peguei o colchão flutuante e, sobre ele, as carícias esquentaram. Sentir sua língua nas preliminares foi surreal. Tentei retribuir chupando gostoso o seu pau.

Não demorou para que eu ficasse de franguinho assado e curtisse o peso de papai sobre mim e a rigidez do seu membro invadindo minha boceta… Ahhh! Não tenho como descrever em palavras aquele momento. Levei estocadas suaves e também muito duras do homem enquanto minha nuca afundava no encosto de cabeça do colchão. A cada golpe que levava do seu corpo másculo, eu gemia e delirava de prazer.
Ele resolveu variar; posicionou-me de quatro, continuou em minha boceta e foi ainda mais prazeroso ao receber golpes vigorosos e profundos que arrancaram meus gritinhos mais espontâneos de tesão.
Ou meu pai era muito gostoso, ou eu estava completamente no cio, pois ele me levou a uma situação de clímax incessante; era como um curto-circuito aflorando meus gemidos insanos.

Porra! Justamente ao chegar ao ápice da curtição, o celular dele tocou. Era o nosso instante mais intenso, estava em orgasmo múltiplo e a sua pulsação dentro da minha boceta anunciou a chegada do seu gozo. Eu o mataria se parasse, pois um momento como esse talvez nunca se repita.
Ele não atendeu, graças aos céus, e seu gozo, aparentemente, foi tão intenso quanto o meu, pois causou-lhe tremores e urros durante sua ejaculação abundante, que foi contida pela capinha de borracha.

O celular dele tocou novamente pouco depois; papai ainda estava com sua vara enfiada em mim, contudo, já estávamos relaxados e a respiração havia voltado ao normal após aquele instante magnífico de alto impacto.
Tirou o negócio, que já havia perdido o poder da ereção, sacou a borrachinha contendo uma porção generosa do seu sêmen e atendeu à ligação. Era o Nelson, seu chefe e também parceiro de guarita, percebi pelo tom da conversa. Meu pai mentiu que havia terminado o conserto de um vazamento na torneira do jardim, a meu pedido.
— Se colar, colou, foda-se! — disse ele depois que desligou.
Bateu uma frustração quando vi o homem se recompondo.
— Você já vai, e o nosso banho de hidro?
— Adoraria, anjo, queria ficar com você o resto do dia, mas eu perderia meu emprego. A gente combina para outro dia; não vejo a hora de ter você em meus braços novamente.
— E o almoço?
— Você já saciou minha fome, minha princesa.
Seu Paulo me beijou gostoso e partiu no gás.
Fiquei sozinha no colchão, nua, molinha, recuperando o fôlego, mas ainda cheia de vontade. Queria tanto que ele ficasse. Também fiquei preocupada que talvez ele passasse o dia sem almoçar.

O tempo passou; não fossem os uivos e latidos dos cães, acho que teria dormido a tarde toda. Assim que meu pai saiu, apaguei legal enquanto revivia mentalmente aqueles momentos deliciosos de contato superíntimo.
Passava muito das duas da tarde, se a dona Augusta resolvesse chegar mais cedo e encontrasse aquela situação: eu dormindo nua no colchão inflável, meus produtos eróticos espalhados pelo chão, inclusive a camisinha usada e cheia de porra. Ainda tinha o agravante de eu não saber onde estava o restante da minha roupa. Voltei à atividade, limpei e guardei tudo. Fui ao cercadinho e soltei os meninos; depois tomei um banho rapidinho.

O tempo voou, eram quase seis da tarde e o meu shortinho ainda estava rodando na secadora. Achei-o sujo de terra em meio às plantas do jardim, assim como minha calcinha e sutiã. Dei outra bronca no Brad:
— Preciso ficar esperta com você, seu safado! — falei, censurando aquele peludo que abanava o rabo, fazendo cara de inocente.

Minutos mais tarde:
Puta que pariu! Enquanto arrumava minhas coisas para sair, a dona Augusta me chamou na área da hidro.
— Você usou a hidromassagem, Milena?
— Magina, dona Augusta, a senhora não me deu permissão.
— Então, por que está com o aquecimento ligado?
Caralho! Esqueci dessa merda. Pensei.
Demorei alguns segundos a mais para responder.
— Desculpe, dona Augusta, mas nunca vi uma hidro funcionando, então liguei só para ver os jatos de água. Devo ter ligado o botão errado sem perceber.
Ela olhou para mim com desconfiança. O seu silêncio foi mais torturante do que um esporro.
— Só circule pelas áreas que lhe dei permissão, mocinha! — disse ela, enfim.
— Sim, senhora, dona Augusta, desculpe mais uma vez!
— Pode ir agora, Milena!

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 16/04/2026.

domingo, 22 de janeiro de 2023

As Pessoas São Diferentes

Evidente que as pessoas diferem umas das outras, pensam distinto, têm gostos diversos, expectativas de vida diferentes; enfim, cada um tem um modo de enxergar a vida e age à sua maneira. E, caso não sejam submissas a outrem, elas conseguem desenvolver seu livre-arbítrio.


Temos dificuldade em aceitar que os outros pensem diferente de nós, e que outra maneira de passar por esta vida seja tão boa ou tão melhor que a nossa.

Queremos tirar a medida do que é a vida, tendo como parâmetro a nossa "régua": pelo que a gente sente, pelo que consideramos, pela doutrinação que a sociedade nos impôs, pelo conhecimento diminuto, pela incapacidade de compreensão, etc.


Viver é: agradável; é tudo; é mágico; é essencial. Isso é considerado por muitos.

Ou: tanto faz, como tanto fez; eu quero mais é o caos; foda-se. Isso para alguns.

Também: é um tédio; é um saco. Para poucos.

É bonita: para o Gonzaguinha. Brincadeira, gente!


Desculpe minha ousadia, pessoal! Hoje não resisti à vontade de postar uma crônica sem nenhum conteúdo erótico.

Podem vaiar nos comentários, eu entenderei.


"Tá bão"! Vocês querem saber a minha opinião. Então, para mim: "tanto faz, como tanto fez; eu quero mais é o caos; foda-se." Procurarei por momentos felizes enquanto viver, seja longa ou curta a minha vida.


Óbvio que estou de pileque (normal, né?). Eu prefiro escrever quando minha mente está livre das amarras sociais, por conta do álcool, e expressa minha verdadeira forma de pensar.


Agradeço sua atenção e espero que volte!


terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Aprisionada Pela Genitália

O Nero havia aprontado uma cachorrada deliciosa comigo. Amei!
Durante o banho, após meu ato de zoofilia nas dependências da casa da patroa, fiquei rindo de mim mesma por ter coragem de praticar tamanha loucura. A transa com o cão Mastiff (o Nero), algo inédito em minha vida, proporcionou-me uma satisfação indescritível que ficará para sempre entre minhas lembranças favoritas.

De repente veio a preocupação: "Puta que pariu! E se tiver câmeras escondidas na casa?" Pensei, aflita.
Passei o restante do dia atormentada, procurando por câmeras que pudessem ter registrado o ato de perversão. Olhei cuidadosamente em cada canto e não encontrei nada parecido.
Esperaria até o dia seguinte para saber se a dona Geralda sabia algo a respeito.

***

No outro dia, levantei o assunto com a diarista durante nosso papo informal:
— Aqui deve estar cheio de câmeras espiando a gente, né?
— Tem mais não, o Juninho tirou tudo quando virou "homi".
— O Juninho é o filho da dona Augusta?
— É ele "memo".
— E por que será que ele fez isso?
— Disse que a patroa estava fazendo… Como é "memo"?
— Invadindo a privacidade dele?
— É isso!
Fiquei aliviada, mas evitaria dar mole da próxima vez… Se houver uma próxima, pensei.

Transcorreu tudo normal nos três dias seguintes. No sábado de manhã, alguns minutos após minha chegada ao trabalho, a dona Augusta se despediu e foi para sua loja.
Tomei meu café, sendo rodeada pelo Brad, que fazia festa comigo. O Nero permanecia tranquilo depois de tanta energia gasta em nossa transa na terça-feira.
O inquieto Brad tentou transar com meu joelho ao trepar com duas patas em minha coxa.
— Para, seu tarado! Tá cedo pra isso.
Fiquei satisfeita só com a salada de frutas e um pouco de suco.
— Vem, meninos, vamos dar uma volta!

Passados em torno de trinta minutos, estava na praça com os cães. Meu pai chegou montado na bike com a qual ele faz a ronda na área.
— E aí, filha, tá curtindo a mansão?
— Tô amando a piscina; a dona Augusta deixou eu usar. Sobre a hidro e a sauna, ela não disse nada.
— E você perguntou se podia usar?
— Não, imagina! É melhor não abusar.
— A hidro é grande?
— É uma jacuzzi enorme, muito show — falei e levantei do banco. Ao ajeitar o short de cós baixo, arranquei um "Uau" do homem.
— Caraca, Leninha, essa marquinha de sol é muito excitante. Dá uma vontade de ver mais embaixo.
— Para, pai, deixa de ser safado. — Vamos embora, meninos! — falei para o Nero e o Brad.
— Me convida uma hora para inaugurarmos a jacuzzi — disse o depravado.
— Você está louco, nós dois perderíamos o emprego — falei e dei tchau.
Meu pai foi em sentido contrário.

Após os passeios, costumava escovar os cães. Quem dava muito trabalho era o Brad, com seus pelos abundantes. Além disso, o peludo loiro estava impossível naquela manhã.
Desconfiei que seu ímpeto e desespero tinham o propósito de induzir-me a transar com ele. Estava funcionando. Provavelmente, o conquistador de quatro patas percebeu que eu estava "no cio" e a fim dele. Minha boceta ficou encharcada ao recordar o prazer sentido com o Nero dias antes. No entanto, ainda estava preocupada com a privacidade.
Minha ideia foi pegar um colchão flutuante que usei na piscina e levá-lo para a área coberta, onde ficava a jacuzzi.

Após ficar nua no local discreto, deitei-me sobre a "cama inflável". Sorri sozinha ao imaginar que aquela, minha primeira vez com o Golden Retriever, seria tipo uma noite de núpcias.
O danado não demorou a subir no colchão, enfiar o focinho frio entre minhas pernas e cheirar minhas partes íntimas. Super excitada, eu dobrei e abri minhas pernas e delirei ao sentir sua língua em meu ânus e em minha boceta.

Meu amante canino não quis saber de preliminares, veio logo pra cima para praticar o coito. Mas um papai e mamãe não era viável sobre a cama improvisada.
Conversei e fiz carinho no bicho para poder sair de baixo. Posicionei-me de quatro e facilitei sua ação. O afoito montou em mim de imediato e prendeu minha cintura com suas patas dianteiras. Seu pinto invadiu minha boceta depois de três ou quatro pontadas. Caraca! A primeira enterrada foi o maior bom. O Brad não era tão dotado quanto o Nero; aquela rola, ligeiramente menor que a do Mastiff, foi perfeita para propiciar-me prazer sem incômodo.

Levei estocadas contínuas num vai e vem doido que liberou minha série de suspiros e gritinhos. Supus ter preocupado o Nero, posto que ele chegou próximo e ficou caminhando inquieto.
Minha tentativa de acalmá-lo não estava funcionando, em razão de minha voz sair como um murmúrio pífio, e ainda gaguejando, em consequência dos deliciosos golpes vigorosos que recebia do Brad. Nossa química era perfeita; além do pau apropriado, seu nó encaixou gostoso em minha boceta, o tamanho reduzido combinou como se fosse feito sob medida.

Os golpes no meu sexo propiciaram uma satisfação crescente que, aos poucos, tornou-se maravilhosa. Nos minutos seguintes…
— Deus do céu! Não para, Brad, senão eu te mato! — falei enlouquecida. Aquele cachorro acabou comigo, de tanto que me fez gozar.
E culminaria com um final mágico: ao ouvir seus grunhidos e sentir suas pulsações, presumi que ele chegaria ao ápice do seu prazer. Foram frações de segundos para ele abrir sua comporta. Caralho! Foi surreal sentir meu coração acelerado e espancando meu peito. Se fosse a morte chegando, ainda assim continuaria feliz, devido à abundância de prazer que me foi viabilizada naqueles meus últimos instantes.

Contudo, após o término do coito mágico, ocorreu um leve desconforto passageiro: o dog não conseguiu tirar de dentro na primeira tentativa… nem na segunda. Muita calma nessa hora, falei comigo mesma. A percepção que tive anteriormente, durante nossos momentos de clímax, é que seu nó ficou deliciosamente maior no auge do ato. Tive a confirmação ao findar os golpes.
Mas a situação não era preocupante, e sim uma sensação diferente, e diria que até gostosa demais. Nem me causou incômodo e não precisou de esforço significativo para que, na terceira tentativa, ele conseguisse retirar seu bulbo peniano superinchado.
Ufa! Santa elasticidade. Na sequência, brinquei carinhosamente com o fofo:
— Eu até me casaria com você, bonitão, mesmo não sendo o verdadeiro Brad Pitt.
Retribuindo o carinho, ele lambeu o tsunami de líquido viscoso, ainda sendo expulso por minha boceta. Imaginei que talvez fosse um pedido de desculpas por ele ter despejado tanta "gosma" dentro de mim.

Por enquanto é só.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Estava pensando em treinar um deles para ficar deitado de pau duro e de barriga para cima. Quem sabe assim conseguiríamos praticar uma DP?
É brincadeira, gente!

domingo, 15 de janeiro de 2023

Nero, Eita Cão Cachorro

Naquela mesma manhã, após ter sido praticamente estuprada pelo meu padrasto, liguei para o meu pai. Não foi para acusar o pervertido, mas para buscar um emprego. Ele trabalhava como segurança em uma rua fechada de um bairro nobre; certamente havia alguém precisando de empregada.

Na manhã seguinte, sábado, acordei com uma ligação dele às 7h30 da manhã:
— Leninha, dá um pulinho aqui no meu trabalho agora, vem depressa, filha! Acho que consegui algo pra você.
Aprontei-me em míseros minutos, peguei minha bike e saí de casa a milhão.
Ele trabalhava perto do Campo de Marte, numa área de classe média e alta. Algumas ruas são fechadas com acesso restrito a moradores, e há seguranças vigiando vinte e quatro horas por dia.

Foram dois palitos até lá; eram apenas cerca de três quilômetros.
Meu pai estava na entrada da rua particular com um colega de trabalho. Mandou-me a um dos casarões para falar com uma senhora que me aguardava para uma entrevista.
— É para fazer limpeza?
— Não, filha, é para cuidar de cachorros.
— Que legal, adoro cachorrinhos de madames.
Dei tchau para os homens; estavam sorridentes em demasia, provavelmente devido ao meu modo meigo de falar, pensei. Desci a rua toda animada e agradecendo aos céus que era um trabalho legal.

Fui atendida pela mulher, via interfone. Ela liberou a fechadura automática do portão e recebeu-me na área externa frontal. A fachada aparentava ser de uma mansão.
Depois das apresentações, dona Augusta disse:
— Gosta de cães, Milena?
— Eu amo cães — respondi.
Os cães em sua casa eram do seu filho, disse:
— Ele está viajando, e os cachorros precisam dar pelo menos um passeio por dia, ou ficam arredios. Mas eu não tenho mais saúde pra isso.
— Você gostaria de fazer um freelance como passeadora de dois cães por uma semana?
Respondi que sim e ouvi alguns detalhes sobre o serviço: trabalharia somente uma hora por dia, no final da tarde. Era pouco, mas pelo menos teria algum dinheiro.
Fiquei esperando enquanto a dona Augusta entrou para pegar os cães.

Voltou logo com dois cachorros enormes. Só então entendi o sorriso maroto dos homens quando eu havia falado "cachorrinhos de madames".
Fui apresentada aos dois grandalhões: um Golden Retriever e um que fiquei sabendo que era um Mastiff inglês. Brad e Nero eram seus nomes, respectivamente. Fomos passear os quatro naquela manhã. Ela me mostraria onde andar e como proceder.

Levamos quarenta minutos para dar a volta no quarteirão, incluindo uma parada de dez minutos que fizemos em uma praça.
Ela ficou sabendo muito sobre mim, pois, além de olhar minha carteira de identidade, também me fez inúmeras perguntas a respeito da minha vida.

De volta ao casarão:
— Percorremos quase mil e quinhentos metros — disse exausta a senhora obesa que tinha em torno dos sessenta anos e aparentava ter algo próximo dos cento e cinquenta quilos, deduzi.
Depois ficamos alguns minutos brincando com os peludos na área recreativa da casa. Nero, o Mastiff, parecia mal-encarado, mas era só impressão. Os dois eram super carinhosos, brincalhões e bagunceiros. Dois fofos. No entanto, o Nero era um tarado; por mais de uma vez montou em mim quando eu estava agachada brincando com o Brad.
A dona Augusta chamava a atenção dele, fazendo o safado se acalmar e dar sossego por algum tempo.

Trabalhei no sábado e, na semana seguinte, sempre no finalzinho da tarde, era quando a dona Augusta chegava do seu trabalho e me entregava os cães. Apenas eu e os dois "meninos" fazíamos o passeio.

Ao retornar com eles na sexta-feira daquela segunda semana, ela fez um tour comigo pelo piso térreo da sua residência. A sala de vários ambientes era dos meus sonhos. Contudo, a minha paixão à primeira vista foi pela área de lazer, onde tinha churrasqueira, piscina, sauna e hidromassagem. Gente do céu! Queria muito poder me divertir dentro daquela jacuzzi.
A dona Augusta perguntou se eu poderia vir na manhã seguinte (sábado) para tomar café e passar a manhã com ela. Sem entrar em detalhes, falou que tinha uma nova proposta de trabalho para mim.

Voltei animada para minha casa, imaginando que seria um emprego na loja esotérica que a senhora possuía no bairro de Santana.
Falei para minha mãe. Ela não perdeu a oportunidade de me diminuir ao dizer que a mulher talvez precisasse de outra diarista.

A dona Alba é desses tipos de pessoas tóxicas, infelizes, cujo único prazer é depreciar seu semelhante ou, no mínimo, discordar sempre, mesmo sem uma tese justificável. Eu tenho dó dela, mas não tenho como ajudá-la, já que não sou psicóloga. No entanto, dou alguns toques ocasionalmente, também continuo ofertando a minha atenção e carinho, apesar das nossas diferenças em enxergar o mundo.
Não bebi do seu veneno; para mim, fazer limpeza era um trabalho tão digno como qualquer outro, mas algo em mim vislumbrava uma oferta diferente.

Sábado cedinho, cheguei na guarita da rua e fiquei alguns minutos com meu pai. Quando deu o horário combinado com a dona Augusta, eu fui para lá.

Durante o café, recebi a proposta para um trabalho fixo, que seria o de passar o dia inteiro cuidando dos cães, de segunda a sábado. A patroa falou que eles gostaram de mim e estavam muito carentes, sentindo a falta do Stefano (seu filho). Nessa conversa, ela revelou que o rapaz ficaria meses na Califórnia cursando um MBA.

Também comentou sobre a dona Geralda, uma senhora que trabalhava há tempos na residência; ela vinha três dias por semana para fazer todo o serviço. Explicou que a diarista não tinha tempo e nem jeito de lidar com aqueles dois cães bagunceiros.
Óbvio que aceitei o trabalho, mesmo porque estava apegada demais àqueles dois fofos, e ainda receberia um salário legal.

A patroa não foi trabalhar naquele dia, ficou comigo para passar as orientações. Registrei no celular todos os detalhes sobre os horários das alimentações e demais assuntos relacionados à casa e aos cães.
Ela deu-me permissão para usufruir da piscina em meus dias de trabalho. Amei.

Na segunda-feira, cheguei pouco depois das oito horas. Meu novo horário, das 8h30 às 18h, coincidia com a saída para o trabalho e retorno ao lar da dona Augusta.
A dona Geralda, a diarista, uma senhora em torno dos cinquenta anos, foi minha companhia por todo o dia, e assim seriam todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Eram seus dias de trabalho.
Apesar do sol maravilhoso, achei melhor aproveitar a piscina somente no dia seguinte, quando estivesse sozinha.

Terça-feira, meu segundo dia como efetiva. Voltei do passeio matinal com o Nero e o Brad. A mansão era só nossa. Após escovar e brincar com os peludos, coloquei o biquíni e dei um mergulho na piscina.
Imaginei que o Nero ficou preocupado comigo, já que ficou caminhando pela borda o tempo todo em que permaneci dentro d'água dando braçadas.

Quando cansei, acomodei-me em uma das espreguiçadeiras dispostas à sombra. O mastiff chegou de mansinho, abanando o rabo, e acomodou-se aos meus pés.
— O que foi, fofo, já está com fome?
O danado trepou as patas dianteiras na espreguiçadeira, no vão das minhas pernas abertas, e lambeu minha vagina por cima da tanga.
Censurei o cachorro atrevido ao agarrar com carinho as suas orelhas e chacoalhar:
— Para, seu tarado, isso é assédio, viu? — falei e sorri.
O Nero deveria estar subindo pelas paredes e decidiu acasalar comigo. Será que ele imaginou que eu era uma cadela no cio?

O grandão afoito trepou sobre mim e lambeu meu rosto com sua língua fedorenta. Foi impossível conter aquele bicho ansioso. Meu receio era ser rude demais e irritar o monstro de quase oitenta quilos.
Sua insistência na tentativa de lamber minha boca não desviou a minha atenção para algo grande e pontudo tocando forte em meu sexo. O esforço em penetrar-me esbarrava na peça minúscula do meu biquíni.

Abracei o safadão, brincando e simulando que transava com ele:
— Me fode gostoso, amor!
Minha brincadeira o deixou ainda mais a fim… Confesso que não era só ele que estava excitado; o contato da minha boceta esfregando no seu pintão era prazeroso demais. Considerei improvável a penetração e continuei com a farra, sem perceber que estava fazendo o jogo dele: malandramente, o grandão escorregava comigo para os pés da espreguiçadeira.
Em certo momento, ele posicionou-se melhor e, angustiado, passou a estocar meu sexo de todos os lados, na tentativa de romper a tênue barreira de tecido. Putz! O danado levou-me ao gozo, estava ensopadinha e morrendo de tesão.

Há circunstâncias em que o improvável só depende da perseverança e de esforço dobrado. A persistência e instinto do cão superafim colocaram meu corpo numa posição favorável a ele. Quando apoiou suas patas traseiras no chão, e as dianteiras já há tempos posicionadas pouco acima dos meus ombros, o tarado obteve sucesso ao afastar ligeiramente minha tanguinha para o lado e enterrou seu membro vermelho e disforme na minha boceta. Sobrou apenas seu enorme bulbo peniano de fora.
Caralho! A dor e o medo momentâneo que senti não chegaram nem perto do tesão doentio e do prazer enorme de estar sendo possuída pelo Animal.
Daí em diante foi uma festa; mexi alucinada no pinto do meu parceiro canino, que iniciou uma estocada louca, golpeando bem forte.
Não desejei e nem esperei que minhas ordens, ditas em murmúrios, fossem obedecidas:
— Paaara, Neroooo… Ahhh!
Envolvi o cachorrão em meus braços quando ele me agraciou com um orgasmo recorde. Estava no auge quando escapuliu de dentro.
Facilitei o trabalho dele dessa vez, puxei minha tanga para o lado e me arreganhei toda. O Nero tinha excelente pontaria, enterrou logo na primeira tentativa. Prendi o peludo junto a mim, enlaçando-o com minhas pernas; evitaria que saísse de dentro novamente.

Puta que pariu! Foi um daqueles prazeres de fazer a gente viajar nas alturas, um gozo animal (sem fazer trocadilhos). No instante em que ele me encheu com seu líquido, perdi parte do controle e quase o beijei na boca. Foi surreal o tesão gerado pelo pulsar do seu pau esguichando e me alagando. Superado foi, somente pelo meu desejo doentio de sentir seu nó peniano entrando na minha boceta, mesmo que me arregaçasse.

Aquela bola do tamanho de uma maçã continuou do lado de fora. Mas senti sua pressão em minha genitália e a iminência de que fosse para dentro, causando um estrago.

Minha expectativa perdurou até receber o seu último golpe, então relaxei com ele ainda dentro de mim, porém, quietinho e ainda aprisionado pelo meu abraço e chave de pernas.
Acariciei o grandão enquanto conversava com ele:
— Sabia que você é muito delicinha, meninão? — Tô xonada por você, viu!?
O animadinho parecia muito contente e satisfeito. Evitei novamente que me lambesse a boca.

O Brad estava deitado a poucos metros de distância, assistia a tudo com a cabeça pousada sobre as patas dianteiras. Não sabia se seus grunhidos eram um sentimento de ciúmes ou de tesão. Das vezes que levantou, obedeceu ao meu comando e voltou a permanecer deitado.

Era muito louco, parecia haver um acordo entre os cães, ou hierarquia. Ou será que o Brad captou em meu olhar a possibilidade de ser o próximo a transar comigo?
O sexo com o cão foi demais. Senti um desejo doentio de continuar com o Brad. Meu medo era não conseguir dar conta daqueles dois tarados afoitos e cheios de energia.

Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Última revisão em: 15/04/2026.