sexta-feira, 30 de setembro de 2022
5 - Um é Pouco, Dois é Bom
Transar Era Minha Lição de Casa
Após perder minha virgindade com papai, meus hormônios entraram em ebulição estimulando minha vontade de provar novos “sabores”.
Um carinha da minha turminha, morador de uma casa vizinha, teve uma participação rápida na minha vida. Vou chamá-lo de Davi. Era um dos menos atraentes do grupo de meninos, mas era legal e atencioso comigo, e mais maduro que os demais. Segundo as amigas, ele ainda era “boca virgem”. Durante a saída do colégio, convidei o garoto para passar a tarde em minha casa naquela sexta-feira. Apesar de causar-lhe espanto com meu convite tão direto, ele me acompanhou sem fazer muitas perguntas.
Ainda assim, não foi o suficiente. O primeiro beijo só rolou com a minha iniciativa, ao aproximar meus lábios úmidos e entreabertos da sua boca.
Para um iniciante na arte, ele beijava muito gostoso. Mas não parei no beijo, fui além tentando passar-lhe minha pequena experiência adquirida recentemente na arte da intimidade a dois. Afastei um passo e tirei peças do meu uniforme escolar. De seios nus, levantei sua camiseta induzindo-o a tirá-la também. Daí não foi preciso explicar muita coisa, já que ali estavam dois corpos novinhos com a produção de hormônios à velocidade da luz.
Ahhh! Soltei um gemido de agradecimento quando ele conseguiu invadir minhas entranhas, esqueci as consequências e até que havia um mundo lá fora. O que importava naquele instante era o contato máximo dos nossos corpos unidos como se fossemos um único ser. O calor e perfume natural do seu corpo, somado ao seu vai e vem firme, deixou-me enlouquecida de tanto tesão.
Mas de repente o som da música suave foi abafado pelo ruído conhecido de um motor entrando em nossa garagem. Parecia mais o estrondo de mil trombetas do inferno.
— Puta que pariu! É meu pai.
Empurrei o menino e pulamos do leito amoroso, ambos nus e apavorados. Vestimos parcialmente as roupas o mais rápido que deu, depois espalhei o material da escola na cama para fingir que estávamos estudando.
— O que está acontecendo aqui? — disse meu pai ao invadir meu quarto.
O Davi estava sentado no chão em um dos lados da cama, eu do outro segurava um livro aberto nas mãos. Minha ideia foi fingir que fazíamos prova oral.
Meu pai não deve ter acreditado na farsa, olhou para nossas caras de assustados e os nossos pés descalços. O homem especialista nessas situações de risco e perversão, com certeza concluiu tudo imediatamente. Tanto que agiu de maneira rude e grosseira ao expulsar o garoto lá de casa.
O Davi já morria de medo do meu pai, assim como os outros meninos da rua. Seu Flávio não era nada sociável com eles. O menino saiu no gás correndo escada abaixo e nem disse tchau.
A atitude do meu genitor não era proteção paterna, era um sentimento possessivo e demonstração de ciúmes do homem que considerava todos os meninos como seus rivais.
O homem continuou no meu quarto, sentou ao meu lado na minha cama e ficou falando uma porção de coisas, inclusive do perigo de transar sem preservativo. Mas tudo era hipocrisia de alguém que só queria manter-me afastada dos meninos.
Enquanto discursava, ele também mexia nas coisas espalhadas sobre o lençol, parecia um investigador do CSI Miami à procura de provas do crime. E achou ao levantar meu travesseiro, o homem encontrou a minha calcinha e a cueca do Davi. Ganhamos segundos preciosos ao não vestir, havia escondido instantes antes dele entrar no meu quarto.
Fiquei calada ouvindo um monte do seu Flávio. O pervertido não tinha moral para dar-me um esporro, mas julguei prudente não confrontar a fera.
Meu plano de provar novos sabores naquela tarde ficou só na amostra grátis, mas foi o suficiente para aguçar meu apetite e não faltará nova oportunidade. Pensei.
Estava enganada, pois a partir daquele dia, meu pai passou a odiar de vez o garoto e hostilizá-lo sem que as outras pessoas percebessem, mas eu percebia.
De repente, o menino se afastou de mim sem dar explicações, ignorava-me durante as aulas e até evitava passar defronte à minha casa. Deixei quieto, seria melhor para nós dois. Suspeitei que papai o tivesse ameaçado.
Por ora é isso. Beijos!
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
3 - Orgia com a Nobreza
— Você não gostaria de ter uma boa renda mensal com poucas horas de trabalho? Comprar seu carro e ter condições de morar e sustentar-se sozinha? E que tal poder viajar pelo Brasil e o mundo só por diversão?
Ouvi isso em minha derradeira conversa com papai sobre o seu plano de empreendedorismo na área de massagem erótica. Minhas respostas foram sim para todas as perguntas anteriores sobre ganhos e benefícios que poderia obter em curto prazo.
Fizemos um acordo de que eu cumpriria os dois primeiros compromissos agendados por ele. Contudo, faria como experiência para decidir depois se seguiria adiante ou não com seu negócio. Isso foi na quarta-feira, 7 de setembro.
No fim de tarde da sexta-feira eu cheguei para o happy hour na residência do primeiro casal agendado, o que havia me dado o celular. Vou nomeá-los como Barão e Baronesa. Continuava desconfortável com a ideia de usar meu corpo para ganhar dinheiro, mas confesso que fiquei super excitada só de pensar o que poderia rolar quando entrei naquela mansão estilo medieval. O ambiente estava todo decorado com armaduras de cavaleiros e afrescos de nudez angelical e profana.
Após uns drinks e um papo informal para quebrar o gelo, entramos no assunto comercial relembrando as regras e valores. O casal demonstrou confiança de que me faria curtir as horas seguintes em sua companhia, e que eu mudaria de opinião deixando o sexo rolar sem restrições naquela relação.
Então deduzi que não se tratava de generosidade o ato do Barão de pagar-me o valor total, mesmo que eu não permitisse a penetração. Aquilo provavelmente era por conta dos seus anos de experiência e sua auto confiança.
— Este vestido realmente lhe caiu perfeito, Nicole, arrebitou um pouco mais o seu bumbum a tornando ainda mais sexy. Há muito não via uma jovem tão atraente.
Na sequência fui sendo despida pela Baronesa tendo o homem como único espectador. Era um joguinho entre eles, imaginei.
Fiz carinha de traquinas enquanto ela tirava meu vestido deixando amostra meu corpo coberto só com a calcinha minúscula.
— Parabéns, menina, já era perceptível a mulher sensual que estava por baixo desse vestido, mas superou as minhas expectativas. Seus seios pequenos e tão redondos de bicos clarinhos e duros são obras de arte digna da assinatura de um grande mestre — comentou o Barão.
Os instantes seguintes, em que tive meu corpo lubrificado por eles com o gel, foram de muita libido e desejos incomuns.
Depois, estando nós três nus e lubrificados, controlei-me para manter apenas o clima de provocação me esfregando neles. Mas a minha resistência de ser possuída começou a ser minada pelo tiozão experiente. Por quantos minutos mais serei capaz de segurar o desejo de entregar-me por inteira a esse jogo louco? — perguntei-me em pensamento.
O tempo parou enquanto o prazer só fazia aumentar. A fissura do desejo me consumia saboreando os artifícios que eles usavam para esquentar ainda mais nosso momento tão íntimo. As quatro mãos adultas tocaram minhas partes mais sensíveis proporcionando-me um instante de prazer incomum. Só me dei conta que havia caído numa armadilha quando as mesmas mãos foram sutis no movimento de posicionar-me deitada de costas, com a nuca apoiada no ventre da mulher que continuou com os apertos e carícias em meus seios. Enquanto isso, o Barão estrategicamente se posicionou de joelhos entre minhas pernas. Fui cúmplice permitindo que elas fossem dobradas e arreganhadas sem esforço por ele durante uma sessão de carícias em minhas coxas e massagens em minha vulva. Minha submissão chegou ao auge no momento dos seus toques mágicos em meu clitóris. Fechei meus olhos curtindo o instante de êxtase, senti meu corpo sendo puxado de encontro ao dele e seu membro roçando a boca do gol. Não pensei em mais nada e só curti cada centímetro da longa e deliciosa penetração, mantendo ainda meus olhinhos fechados… Ahhh!! Saboreei cada uma daquelas estocadas deliciosas que vieram a seguir, gemendo sem pudor enquanto era contemplada com períodos de clímax duradouro.
Desnecessário dizer que a festinha estendeu-se noite adentro, né? O Barão e a Baronesa usufruíram ao máximo do meu corpo.
A pedido deles agendamos um novo encontro que ocorrerá em alguns dias. Anseio por novidades para poder contar pra vocês.
Até logo!
Meu agradecimento a todos vocês.
terça-feira, 27 de setembro de 2022
2 - Massagem com Finalização
Na quarta-feira foi feriado, recebi uma mensagem do meu pai solicitando que fosse encontrá-lo na esquina de costume.
A propósito: Flávio, meu pai, e Helena, minha mãe, estão separados há alguns anos, moro com ela e seria expulsa de casa se viesse à tona que eu continuo tendo contato com meu pai todas as semanas. Há uma Medida Protetiva que restringe a proximidade dele com a mamãe ou comigo. Essa situação tem a ver com fatos graves ocorridos no passado. Provavelmente em um conto futuro eu incluirei alguma cena em flashback explicando parte dessa relação complicada.
Papai guiava seu carro ao longo do percurso e perguntou se eu havia pensado com carinho na sua proposta de tornar-me acompanhante.
— Pensei, mas não curti a ideia.
— É só mais um tipo de trabalho, Nicole, e que paga muito bem para as poucas horas que terá que dispor — explicou ele, entre outras coisas.
— Ah, pai! Eu tô ligada que não sou nenhuma santa e adoro fazer sexo, mas prostituição é um lance embaçado… Acho que não darei conta.
— Talvez você tenha considerado mais as dificuldades do que os benefícios — disse ele — chegamos, a gente continua essa conversa depois.
Nos identificamos na portaria e adentramos um clube de tênis. Seu Flávio disse que me ensinaria a jogar.
— E desde quando você joga tênis?
— Eu não jogo, mas fomos convidados por um casal de amigos que vão ensinar a gente.
— Olha eles ali! — disse dando um toque com a cabeça.
Que porra! — pensei com raiva ao ver os dois estranhos — será que meu pai não vai desistir desse lance de acompanhante?
Fui apresentada ao novo casal de coroas e fui devorada por olhos famintos. Mas notava-se que eram pessoas cultas e simpáticas.
Recebi presentes das mãos do casal: o homem me deu uma raquete novinha. Da senhora ganhei um conjuntinho branco de minissaia e top, próprio para praticar o esporte.
Cerca de duas horas mais tarde, já estava me achando a própria Bia Haddad ao receber vários elogios (principalmente do tiozão) pelo meu aprendizado rápido. Não levei muito a sério, deduzi que ele só estava me agradando porque fiquei de calcinha à mostra a cada raquetada, por conta da micro saia.
Pouco depois, durante uns drinks, tive a certeza de que era um joguete nas mãos dos adultos, pois veio o famigerado convite para um encontro a três, porém, disfarçado de sessão de massagem relaxante.
Só que dessa vez, o homem culto que também era liberal e direto, não se valeu de metáforas para dizer o que queria.
— Você receberá um bônus se usar suas mãos delicadas e sua boca tão sexual para finalizar a massagem, ou seja fazer que cheguemos ao orgasmo.
A conversa continuou direta, mas suave e sem pressão, minha resistência começou a ceder ao ponto de combinar de ir sozinha à casa deles no próximo sábado. Iria apenas para uns drinks, e só se eu entrasse no clima é que rolaria a massagem. Todo mundo concordou.
Papai e eu fomos embora e no caminho discutimos o assunto, pois ainda tinha um pé atrás com esse jogo.
— Este homem vai me pegar à força e com a ajuda da coroa.
— Magina, Nicole, são pessoas cultas num estágio superior de maturidade. Não vão te forçar a nada que você não queira. Isso é só um negócio comercial.
— Você tem que pensar o seguinte, filha: só com esse casal e o outro agendado para sexta, você pode ter uma renda mensal trabalhando duas horas por dia e apenas oito dias por mês para ganhar o dobro do que sua mãe ganha trabalhando o mês todo como secretária executiva.
Não respondi de imediato, fiquei atrapalhada processando aquele monte de números.
— Quando chegarmos em casa eu vou te mostrar na prática como funciona esse negócio de massagem, é gostoso e relaxante, você vai adorar.
Meu interesse pelo negócio estava aumentando, tanto que fiquei com desejo de praticar a tal massagem.
Ele deu uma parada no hipermercado e comprou um colchão inflável próprio para piscina. Só que não temos piscina. Também comprou gel para massagem corporal.
Chegamos na residência do papai, ele guiou o carro pela garagem adentro e nem esperou a porta automática fechar para me abraçar e darmos o primeiro beijo de amantes daquele dia.
Achei que a transa começaria dentro do carro, como já fizemos algumas vezes. No entanto, falou que continuaríamos as preliminares no banho.
Adentramos seu quarto/suíte com as compras que ele fez. Papai tirou o colchão da caixa, abriu o bagulho no chão ao lado da cama e ficou pisando na válvula embutida e enchendo o negócio. Claro que pedi para pisar um pouquinho, parecia legal, mas cansei logo.
Depois que o colchão estava cheio e nós sem as roupas, fomos para o banho e demos uns amassos dentro do box sob a ducha morna.
Também não transamos no box, como sempre fazemos quando tomamos banho juntos. Nos secamos e voltamos ao colchão.
Na sequência ele besuntou meu corpo e eu o dele com o gel massageador, subi sobre ele que havia deitado de bruços. O homem estava lizo como uma enguia. Deslizei minhas partes íntimas (seios, vagina e bumbum) por todo seu corpo escorregadio. Realmente aquilo era muito gostoso.
Peguei no seu pau por baixo do seu corpo, estava em fase final de ereção. Fiz um carinho rápido, daria maior atenção a ele depois que o homem virasse. Minha intenção era levá-lo à loucura aos poucos.
Quando ele virou, esfreguei meu sexo no dele. Aquele nervo roliço e grosso atiçou minha mente doentia, tive arrepios de tesão e medo ao imaginar que deslizava minha vagina na sucuri da novela Pantanal. Eu não queria mais brincar de massagista, estava louca para que ele me pegasse por trás como costumava fazer e me levasse ao delírio do prazer.
Abocanhei seu pau o chupando e engolindo até sufocar e quase vomitar… e de novo… e de novo seguidamente. Papai interrompeu meu trabalho antes que ele chegasse ao gozo. Colocou-me de quatro e tomou posse do meu corpo invadindo minhas entranhas dando estocadas brutas arrancando meus gemidos e gritinhos de dor e prazer.
A química perfeita entre nossos corpos ativou e prolongou o ímpeto da nossa transa. É incrível e louca essa minha situação pecaminosa, por vezes ela é incômoda, no entanto, também é magia pura e sinto-me no paraíso.
Cheguei tarde em casa e ouvi um monte da mamãe. Nem tanto pelo horário, mas porque não atendi seus telefonemas e nem respondi as suas mensagens por toda a tarde e parte da noite.
Até o próximo conto!
Meu agradecimento a todos vocês



