Sexta-feira, 27 de janeiro de 2023.
Cheguei na rua onde trabalho e administrei a cantada do homem da guarita.
— Oi, Leninha, você fica irresistível nesse shortinho.
— Para, seu Nelson! — Cadê meu pai?
— Mandei ele fazer a ronda mais cedo, pois queria ficar a sós com você e te convidar para um churrasco que vai rolar lá em casa amanhã à noite.
— Meu pai também vai?
— Não, gatinha, é uma balada só para solteiros.
— Amanhã não vai dar, já marquei de sair com uma amiga.
— Leva ela, quanto mais mulher, melhor!
— Realmente não vai dar, quem sabe na próxima. — Tchau! Vou trabalhar.
O Nelson é cerca de dez anos mais novo que o meu pai; chamo-o de seu Nelson para frear a intimidade forçada que ele tenta ter comigo.
Não mandei ele tomar no cu ainda, porque, apesar de mais jovem que meu pai, ele é o supervisor e chefe do meu coroa, em razão de ter alguns anos a mais naquele serviço.
Logo depois, na mansão, peguei uma carona com a dona Augusta; levaríamos o Brad e o Nero ao pet shop.
— Você não se importa de voltar a pé com eles, Milena?
— Claro que não, dona Augusta, adoro passear com esses dois fofos.
Eu fiquei na loja com os cães e a patroa seguiu para o seu trabalho.
Além do banho e tosa, pedi para a moça cortar as unhas dos dois. Aqueles tarados deixaram meu corpo arranhado durante nossas “brincadeiras eróticas”. Eu fiquei observando o trabalho da “petcure” e peguei algumas informações com ela para aprender eu mesma a aparar as unhas deles com mais frequência.
— As unhas mal cuidadas são prejudiciais para cães e gatos, além de machucarem as pessoas durante as brincadeiras deles — disse a profissional da loja.
— Verdade, esses dois safados adoram uma brincadeira de trepar na gente.
Ela sorriu de cabeça baixa; deduzi que falei demais e dei pistas da minha relação pervertida com os cães. Foda-se, pensei.
Sábado, 28. Recebendo a Encomenda Erótica.
Passei a manhã passeando com os peludos, brinquei e ainda escovei rapidamente os dois bagunceiros.
Havia deixado o aquecedor da hidromassagem ligado, mas ainda estava analisando a hipótese de tirar um barato dentro dela. O Nero ficou me rodeando.
— O que você acha, lindão? Será que irão perceber que usei o bagulho?
Ele respondeu com um latido e abanou o rabo rapidamente. Acho que a sua resposta foi um incentivo, pensei, sorrindo comigo mesma.
Ajoelhei ao lado da hidro e debrucei na borda, me imaginando lá dentro, sentindo os jatos de água morna em minhas partes íntimas.
O cachorro devasso montou em minhas costas e ficou esfregando seu pinto em minha bunda.
— Caraca, Nero, você não cansa? — Espera pelo menos chegar o gel!
Havia pedido alguns produtos para relações sexuais em uma farmácia online e, para evitar constrangimento, dei o endereço do meu trabalho em vez de receber aquilo na minha casa.
Adiei a decisão de entrar ou não na hidro, pois a insistência do Nero em transar me deixou afinzona. Fiquei nua, mas mudei de ideia e vesti de novo a camiseta. Apesar de os bichos estarem com as unhas aparadas, ainda sentia incômodo com os arranhões que os danados fizeram em meu corpo nos últimos dias.
O Nero e eu já éramos superíntimos; fiquei debruçada na borda da jacuzzi e o recebi por trás, com as patas em meus ombros e seu pau procurando e achando de início meu ânus… Caralho! Meu tesão foi anormal. No entanto, meu buraco estava muito seco e a penetração não seria fácil nem confortável para nós dois.
Com minha ajuda, ele achou a entrada da minha fenda na segunda tentativa.
— Ahhh! Aí, sim, menino!
Que lance louco, comecei a gozar pouco depois que invadiu minha boceta, graças à sua ejaculação precoce. Eles sempre fazem isso, mas continuam firmes e a segunda ejaculação demora mais a vir.
Quanto mais rápido e profundo era a sua estocada, mais insano era o meu prazer. Seu bafo quente na minha orelha e o vai e vem incessante e gostoso colocaram-me em órbita.
Puta que pariu! Quando estava vivendo um sonho, levei um susto com o som do interfone. Meu coração disparou de medo.
— Será que já é minha encomenda? — E se não for? — falei comigo mesma, preocupada.
Foi com pesar que interrompi minha transa com o cão e corri até o interfone. O Nero foi atrás de mim e ficou me lambendo por baixo enquanto eu conversava no aparelho.
Era o meu pai; ele trouxe meu pedido, que foi entregue na sua guarita.
— Já estou indo, pai! — respondi e fui atrás das minhas roupas.
— Cadê meu shorts? — falei comigo mesma. — E minha calcinha e sutiã?
— Braaad, seu filho da puta! — gritei.
O outro peludo arteiro deveria estar escondido, brincando com minhas roupas.
Fui pegar a encomenda vestida com a camiseta e sem mais nada por baixo.
Perto do portão, os meus mamilos incharam novamente ao pensar que poderia alimentar de vez o tesão do homem ao deduzir que eu estava nua por baixo da malha. O tamanho da camiseta era tipo um vestido curtinho, suficiente apenas para acobertar os meus pelinhos pubianos.
— Uau, Leninha! Assim você mata o papai. — Meu Deus! Você está cada vez mais linda e sexy.
Simulei uma carinha triste e biquinho só para zoar o tarado do meu pai:
— Puxa vida, papi! Perdi meu shorts e minha calcinha — falei tão putinha que até bateu uma vergonha.
— Se quiser, eu te ajudo a procurar, meu anjinho, mas continua assim; você está maravilhosa!
— Você já almoçou? — perguntei para mudar de assunto, pois fiquei arrependida e encabulada.
— Ainda não; vou pedir uma quentinha, não trouxe marmita hoje.
— Entra, vem almoçar comigo!
— Melhor não, Leninha, vou complicar sua vida.
— Magina, ninguém vai saber. E se contarem, você é meu pai, né? A patroa vai perdoar.
— Não acho que ela levará isso em consideração. Acho que vai dar sujeira? — disse ele, preocupado e olhando para todos os lados.
— Para pai, tá tranquilo! Você sabe que eu fico sozinha aqui até às 18h. — Vem e economiza uma grana.
Peguei a encomenda de sua mão e caminhei de retorno à sala. Pelo seu “Uau!” Imaginei que seus olhos, naquele momento, estariam fixos no inevitável balanço das bochechas do meu bumbum que estava à mostra sob o "micro vestido" improvisado. Saber que era admirada e desejada pelo meu pai deixou-me muito excitada.
— Você tem que assinar o caderno, minha linda!
Parei e virei, olhando para ele com olhos convidativos. Puta merda! Eu deveria estar louca e perdendo o controle. Comecei com a zoofilia, agora estava na iminência de infringir a regra de não deixar ninguém entrar na casa quando estivesse sozinha. Foda-se! Pensei e fiz um sinal convidativo com o dedo indicador.
— Já que você insiste tanto, meu anjo — disse ele, fazendo graça.
Enfim, ele decidiu jogar aquele jogo comigo e caminhou rápido em minha direção.
Falei para ficar esperando no hall de entrada e fui prender os cães no cercadinho. Deixei alguns bombons com os peludos; eles adoram, mais do que sexo, hahaha. Antes de voltar, dei uma bronca no Brad:
— A gente conversa depois, seu malandro, você vai ter que devolver minha roupa limpinha, viu!?
Estava com medo de qual seria a minha próxima infração ao retornar ao encontro do meu pai.
Caminhando com ele para a cozinha, eu falei:
— Quer conhecer a jacuzzi?
Sua resposta foi um sim entusiasmado.
O homem amou a banheira enorme, ficou parecendo uma criança e disse que não poderia perder aquela oportunidade.
Eu também não perderia, disse que iria vestir meu biquíni.
Antes que eu desse o primeiro passo, papai bloqueou meu caminho e envolveu-me com seus braços em minha cintura.
— Não precisa de biquíni, meu anjinho, já tomamos tantos banhos juntos quando você era pequenina.
— Mas eu cresci, papai.
— Estou vendo, você se transformou numa mulher linda — disse ele, já com as mãos em minha bunda nua.
Não tenho certeza de quem tomou a iniciativa do primeiro beijo; acho que fui eu, estava totalmente entregue e louca para transar com aquele homem. Só lembro da cena seguinte: estava grudada em seus lábios e literalmente nua, já que minha camiseta foi erguida até o meu pescoço enquanto suas mãos percorriam cada centímetro do meu corpo. Transar com meu pai era o que mais queria naquele instante, então acabei de tirar minha camiseta.
Enquanto ele se despia a jato, peguei e abri o pacote que ele trouxe.
— O que tem aí dentro, Leninha?
Mostrei para ele o meu kit erótico: gel lubrificante sexual, camisinhas e uma pílula do dia seguinte.
— A gente nunca sabe quando vai precisar, né, pai? Então é melhor ter — falei, mostrando as camisinhas.
— Certíssimo, princesa!
Peguei o colchão flutuante e, sobre ele, as carícias esquentaram. Sentir sua língua nas preliminares foi surreal. Tentei retribuir chupando gostoso o seu pau.
Não demorou para que eu ficasse de franguinho assado e curtisse o peso de papai sobre mim e a rigidez do seu membro invadindo minha boceta… Ahhh! Não tenho como descrever em palavras aquele momento. Levei estocadas suaves e também muito duras do homem enquanto minha nuca afundava no encosto de cabeça do colchão. A cada golpe que levava do seu corpo másculo, eu gemia e delirava de prazer.
Ele resolveu variar; posicionou-me de quatro, continuou em minha boceta e foi ainda mais prazeroso ao receber golpes vigorosos e profundos que arrancaram meus gritinhos mais espontâneos de tesão.
Ou meu pai era muito gostoso, ou eu estava completamente no cio, pois ele me levou a uma situação de clímax incessante; era como um curto-circuito aflorando meus gemidos insanos.
Porra! Justamente ao chegar ao ápice da curtição, o celular dele tocou. Era o nosso instante mais intenso, estava em orgasmo múltiplo e a sua pulsação dentro da minha boceta anunciou a chegada do seu gozo. Eu o mataria se parasse, pois um momento como esse talvez nunca se repita.
Ele não atendeu, graças aos céus, e seu gozo, aparentemente, foi tão intenso quanto o meu, pois causou-lhe tremores e urros durante sua ejaculação abundante, que foi contida pela capinha de borracha.
O celular dele tocou novamente pouco depois; papai ainda estava com sua vara enfiada em mim, contudo, já estávamos relaxados e a respiração havia voltado ao normal após aquele instante magnífico de alto impacto.
Tirou o negócio, que já havia perdido o poder da ereção, sacou a borrachinha contendo uma porção generosa do seu sêmen e atendeu à ligação. Era o Nelson, seu chefe e também parceiro de guarita, percebi pelo tom da conversa. Meu pai mentiu que havia terminado o conserto de um vazamento na torneira do jardim, a meu pedido.
— Se colar, colou, foda-se! — disse ele depois que desligou.
Bateu uma frustração quando vi o homem se recompondo.
— Você já vai, e o nosso banho de hidro?
— Adoraria, anjo, queria ficar com você o resto do dia, mas eu perderia meu emprego. A gente combina para outro dia; não vejo a hora de ter você em meus braços novamente.
— E o almoço?
— Você já saciou minha fome, minha princesa.
Seu Paulo me beijou gostoso e partiu no gás.
Fiquei sozinha no colchão, nua, molinha, recuperando o fôlego, mas ainda cheia de vontade. Queria tanto que ele ficasse. Também fiquei preocupada que talvez ele passasse o dia sem almoçar.
O tempo passou; não fossem os uivos e latidos dos cães, acho que teria dormido a tarde toda. Assim que meu pai saiu, apaguei legal enquanto revivia mentalmente aqueles momentos deliciosos de contato superíntimo.
Passava muito das duas da tarde, se a dona Augusta resolvesse chegar mais cedo e encontrasse aquela situação: eu dormindo nua no colchão inflável, meus produtos eróticos espalhados pelo chão, inclusive a camisinha usada e cheia de porra. Ainda tinha o agravante de eu não saber onde estava o restante da minha roupa. Voltei à atividade, limpei e guardei tudo. Fui ao cercadinho e soltei os meninos; depois tomei um banho rapidinho.
O tempo voou, eram quase seis da tarde e o meu shortinho ainda estava rodando na secadora. Achei-o sujo de terra em meio às plantas do jardim, assim como minha calcinha e sutiã. Dei outra bronca no Brad:
— Preciso ficar esperta com você, seu safado! — falei, censurando aquele peludo que abanava o rabo, fazendo cara de inocente.
Minutos mais tarde:
Puta que pariu! Enquanto arrumava minhas coisas para sair, a dona Augusta me chamou na área da hidro.
— Você usou a hidromassagem, Milena?
— Magina, dona Augusta, a senhora não me deu permissão.
— Então, por que está com o aquecimento ligado?
Caralho! Esqueci dessa merda. Pensei.
Demorei alguns segundos a mais para responder.
— Desculpe, dona Augusta, mas nunca vi uma hidro funcionando, então liguei só para ver os jatos de água. Devo ter ligado o botão errado sem perceber.
Ela olhou para mim com desconfiança. O seu silêncio foi mais torturante do que um esporro.
— Só circule pelas áreas que lhe dei permissão, mocinha! — disse ela, enfim.
— Sim, senhora, dona Augusta, desculpe mais uma vez!
— Pode ir agora, Milena!
Por enquanto, é isso.
Agradeço a atenção de todos vocês!
Última revisão em: 16/04/2026.