sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Dividindo o Quarto com Papai

Relações Incestuosas – Diário da Pandemia

Sexta-feira, 17 de abril de 2020.


Olá, meu nome é Juliana e tenho 18 anos. Na segunda semana de abril de 2020, minha mãe, Dona Ana Flor, apresentou uma febre de 38° e alguns sintomas associados ao coronavírus. Ela realizou o exame e o resultado foi positivo. Ela pode ter contraído a doença no trabalho, sendo corretora de seguros. Ela só pode se afastar do serviço presencial após receber a confirmação.

Por precaução, meu pai, seu Walter, já estava dormindo provisoriamente na sala desde o início dos sintomas da mamãe. Todos tivemos que fazer o teste e, depois que saíram os resultados, o Thiago, meu irmão gêmeo, também testou positivo, contudo, assintomático. O médico determinou que minha mãe fizesse o tratamento em casa; por hora não necessitava de internação. Meu irmão teria que cumprir um isolamento de quatorze dias, no mínimo.

Seria preciso que nos organizássemos. Papai estava dormindo em um colchão no chão da sala há quatro dias. Após uma reunião familiar, fizemos algumas mudanças na casa para garantir a proteção e o conforto de todos, dentro do possível: Dona Ana Flor permaneceria sozinha na suíte do casal, enquanto meu irmão ficaria em seu quarto. Acabou sobrando pra mim compartilhar meu espaço com o seu, Walter, porque na sala eu não dormiria de jeito nenhum. Ele colocou o colchão extra no chão ao lado da minha cama.


O Thiago ficou puto com este arranjo; na primeira oportunidade, me pegou para discutir a relação via celular:

— Qual é, Ju, agora vai querer dar pro coroa também?

— Vai à merda, Thiago, vê se me respeita!

Desliguei o aparelho e o deixei falando sozinho.


Ficou confuso, né? Vou esclarecer: desde que éramos bebês, tenho uma relação muito próxima com meu irmão gêmeo, algo como uma superintimidade. Além de sermos cúmplices em todo tipo de traquinagem, temos transado desde antes da puberdade. Amo meu irmão, mas não no sentido romântico; gosto de ter relações sexuais com ele, é muito prazeroso. Possivelmente, o prazer é acentuado porque a relação é proibida e praticada às escondidas. Ele acredita na paixão e que sou exclusiva dele; não sabe que já transei com outros garotos e até com caras da idade do papai. É melhor que ele não fique sabendo, pois, embora o Thiago seja um cara legal e gentil, ele parece ter duas linhas paralelas; quando elas se cruzam, ele fica desorientado e dá defeito. Durante o ensino fundamental e, posteriormente, no ensino médio, ele causou diversas confusões e brigas por ciúmes ao notar algum rapaz se interessando por mim.


O mano ficou bem contrariado com a ideia do papai dormir no meu quarto, mas, como não manda nada, não tinha o que fazer. Não se falava mais nisso, e o seu Walter passaria a noite comigo.

Papai é dono de uma oficina de automotores; o meu irmão trabalha lá com ele. Seu Walter pediu-me para substituir temporariamente o Thiago. Evidente que não foi com a intenção de que eu me tornasse uma mecânica, no entanto, até poderia aprender se fosse necessário. Felizmente não era o caso; naquele momento, eu o ajudaria com o atendimento, nas compras e cuidaria da oficina durante sua ausência.


Sexta-feira, 17 de abril. Nunca esquecerei daquela noite gelada. Há uma semana, meu pai já estava dormindo no meu quarto. Devido ao frio, fomos dormir mais cedo. Também estava exausta; ficou puxado para mim. Durante o dia, trabalhava na oficina e, à noite, na cozinha de casa, preparando o jantar em quantidade suficiente para servir como almoço no dia seguinte. Papai ajudava lavando a louça; mamãe e o mano permaneciam confinados nos dormitórios.

Passava um pouquinho das nove da noite, e a televisão não exibia nada interessante. Meu pai propôs que escutássemos rock clássico no celular dele. Compartilhamos o fone. Um pouco depois, começou uma música do Led Zeppelin que eu amei no primeiro acorde (Whole Lotta Love), mas, quando se ouve só em um canal, parece que falta algo no som. O espertalhão puxou o cabo do meu fone de ouvido.

— Essa eu preciso ouvir com os dois — afirmou, colocando-os nos ouvidos.

— Assim não vale — falei, pulando em cima dele e tentando pegar o bagulho.

— Tá bom! Você ouve primeiro, depois eu ouço.

Ele me deu os dois fones e colocou no início da música. Reclamei que estava congelando, ele me cobriu e ficamos ambos de barriga para cima, lado a lado no colchãozinho. O frio entrava pela beirada e incomodava.

— Tá muito frio — disse, virando-me para o lado, puxando a aba do edredom para debaixo de mim. Ele também se virou, mas para o meu lado, ficando de conchinha comigo e envolvendo-me com seu braço.


Sempre fui a mais apegada ao meu pai. Até os quatorze anos ainda sentava no seu colo; era frequente darmos selinhos nas chegadas e despedidas. Suas ações nunca tiveram propósitos ocultos, nenhuma mão boba. Ele sempre foi muito carinhoso, mas também respeitoso. Sempre fantasiei e desejei que fosse além das carícias paternais, mas não rolou. Parei com os selinhos e de sentar em seu colo quando minha mãe e o Thiago começaram a pegar forte no meu pé.


A música acabou, continuei quietinha; uma mão vacilante estava próxima aos meus seios, percebi sua indecisão sobre me tocar ou não. No entanto, não afastou seu pênis ereto colado em meu rego, separados somente por nossos moletons. Papai nunca se insinuou comigo; hesitei em tomar a iniciativa, mas estava tão a fim quanto ele. Tomei coragem, tirei o fone, virei-me e beijei-o na boca antes que me arrependesse. Ele correspondeu ao beijo; em seguida, puxou-me para cima dele, percorreu meu corpo com as mãos, acariciando-me. Aqueles dedos másculos invadiram o interior do meu moletom, entrando em contato com minha bunda nua.

O clima rolou forte, com amassos e beijos cheios de tesão. Papai veio para cima e tirou minhas calças. Fiquei pelada da cintura para baixo. De olhinhos fechados, curti a loucura que sua boca fez em minha boceta após erguer e abrir minhas pernas. Estava viajando em prazeres quando ele parou e levantou rapidamente. Fiquei assustada, achando que talvez fosse por causa da minha mãe ou meu irmão que tivesse surgido, mas a porta ainda estava fechada.


Vi seu vulto no escuro retornando para o colchão.

— O que foi? — sussurrei.

— Fui pegar uma capinha.

Ele a vestiu a jato e veio novamente sobre mim. Facilitei para ele, dobrando e arreganhando minhas pernas… Senti a deliciosa sensação dele penetrando-me suave e continuamente até estar tudo dentro. Caralho, aquilo era bem louco; a mistura de pecado, de proibido e o risco de sermos flagrados a qualquer instante multiplicou meu tesão por um milhão. Minha vontade era a de gemer como uma cadelinha enquanto suas estocadas geravam tsunamis de prazer. Não lembro de ter tido orgasmos com tanta intensidade antes.

Continuamos na atividade; ele deve ter gozado dentro de mim no mínimo duas vezes na primeira pegada. A intensidade do clímax me fez dar um foda-se pra tudo, ignorei o mundo ao redor e só foquei naquela transa que invadiu a madrugada, já com a segunda borrachinha no seu pau.


Dormi gostoso depois daquele lance doido, abraçadinha com ele e completamente nua, sentindo o calor do seu corpo.


Acordei em minha cama ao raiar do dia. Estava sozinha no quarto e ainda pelada sob o edredom; meu conjunto de moletom estava amontoado ao meu lado, também coberto. Sorri satisfeita; foi tão bom que devo ter apagado geral. Deduzi que fora papai quem me colocou de volta na minha cama, ou então já teria dado merda.


Fim… Por enquanto.


Última revisão em 16/03/2026.


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