terça-feira, 13 de agosto de 2019

Meu Pai me Comeu enquanto minha Mãe Dormia

“Em um passado não muito distante”


A noite daquela sexta-feira 13 estava aterrorizante; uma tempestade com relâmpagos que pareciam vir do inferno fazia com que eu tapasse os ouvidos com as mãos e encolhesse o corpo a cada estrondo. E nada está tão ruim que não possa piorar: a luz acabou enquanto mamãe e eu terminávamos de jantar. Papai estava atrasado e ligou para dizer que estava preso em uma enchente.

— Vou dormir com você, mamãe — disse eu. Estava apavorada com aquela tormenta. Ela apenas assentiu com a cabeça, concordando; provavelmente estava tão assustada quanto eu.


Horas depois


Não sei se sonhava ou se era real quando senti algo como um pinto entrando em minha boceta. Estava de lado e visualizei as costas da minha mãe. De súbito, tentei virar o corpo para ver o que era aquilo e um grito de “MANHÊÊÊ!!!" brotava de minha garganta. Mas uma mão tapou a minha boca e um braço puxou-me para cima de um corpo. Reconheci a voz do papai, um tanto pastosa e alterada; parecia que estava bêbado. Ele sussurrou em meu ouvido e quase me embriagou com o bafão de cachaça.

— Shiiu, fica quietinha! É o papai, meu anjinho!

E daí que era meu pai? Isso não lhe dava o direito de abusar de mim. E o pior, ele estava a ponto de romper o meu hímen.

Fiquei em uma posição vergonhosa sobre seu peito e ventre: nua da cintura para baixo, de barriga para cima, com as pernas arreganhadas e com seu pinto socado em minha boceta.

Talvez convencido de que eu não gritaria, ele soltou minha boca e segurou minhas coxas, movendo meu corpo enquanto seu membro, parcialmente dentro de mim, mexia suavemente, sem pressa. Permaneci em um estado de transe; ora suplicava para que aquilo não fosse mais do que um pesadelo, mas estava tão gostoso que ora pedia mentalmente que ele acabasse logo com a minha virgindade e me tornasse mulher.


Com certeza aquilo não era um pesadelo; considerei como um sonho bom quando ele rompeu a barreira e foi fundo dentro de mim… Ahhh! Eu queria gritar com a dorzinha gostosa que senti. Esqueci que a mamãe estava dormindo ao nosso lado e só curti o momento rebolando no pau do papai e começando a sentir um gozo que nunca havia desfrutado algo nem parecido quando me tocava, fantasiando que transava com ele. 

Papai continuou, agora indo e vindo forte, cada vez mais rápido em minha boceta. Eu sentia tremores de tanto tesão e fiquei apavorada quando percebi que mamãe virou para o nosso lado dizendo algo. Eu ia pular de cima dele e esconder-me debaixo da cama. Porém, papai virou-me para o lado, na beiradinha do leito. Seus braços fortes mantiveram-me presa, de conchinha com ele, enquanto os golpes intensos continuavam a ser desferidos em meu sexo.


Dei um foda-se quando senti o pulsar do seu pau e algo morno encheu as minhas entranhas. Puta que pariu, foi um prazer que jamais imaginei sentir na vida. Naquele instante, nem me importaria se mamãe acordasse e matasse nós dois de porrada. Contudo, ela continuava falando algo incompreensível, ainda dormindo.

Gozei alucinada, sentindo seu bafo quente e respiração acelerada em minha nuca.


Dois minutos depois, quando ele tirou de dentro, eu levantei, peguei meu short do pijaminha que estava no chão e saí de fininho. Estava prestes a passar pela porta quando a luz voltou. Acelerei o passo, com a mão na periquita para não deixar rastros... Escutei a voz da mamãe:

— Mila?

Não respondi e fui correndo para o banheiro.


Fim.


Última revisão em: 08/06/2026.

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