terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Aprisionada Pela Genitália

O Nero havia aprontado uma cachorrada deliciosa comigo. Amei!
Durante o banho, após meu ato de zoofilia nas dependências da casa da patroa, fiquei rindo de mim mesma por ter coragem de praticar tamanha loucura. A transa com o cão Mastiff (o Nero), algo inédito em minha vida, proporcionou-me uma satisfação indescritível que ficará para sempre entre minhas lembranças favoritas.

De repente veio a preocupação: "Puta que pariu! E se tiver câmeras escondidas na casa?" Pensei, aflita.
Passei o restante do dia atormentada, procurando por câmeras que pudessem ter registrado o ato de perversão. Olhei cuidadosamente em cada canto e não encontrei nada parecido.
Esperaria até o dia seguinte para saber se a dona Geralda sabia algo a respeito.

***

No outro dia, levantei o assunto com a diarista durante nosso papo informal:
— Aqui deve estar cheio de câmeras espiando a gente, né?
— Tem mais não, o Juninho tirou tudo quando virou "homi".
— O Juninho é o filho da dona Augusta?
— É ele "memo".
— E por que será que ele fez isso?
— Disse que a patroa estava fazendo… Como é "memo"?
— Invadindo a privacidade dele?
— É isso!
Fiquei aliviada, mas evitaria dar mole da próxima vez… Se houver uma próxima, pensei.

Transcorreu tudo normal nos três dias seguintes. No sábado de manhã, alguns minutos após minha chegada ao trabalho, a dona Augusta se despediu e foi para sua loja.
Tomei meu café, sendo rodeada pelo Brad, que fazia festa comigo. O Nero permanecia tranquilo depois de tanta energia gasta em nossa transa na terça-feira.
O inquieto Brad tentou transar com meu joelho ao trepar com duas patas em minha coxa.
— Para, seu tarado! Tá cedo pra isso.
Fiquei satisfeita só com a salada de frutas e um pouco de suco.
— Vem, meninos, vamos dar uma volta!

Passados em torno de trinta minutos, estava na praça com os cães. Meu pai chegou montado na bike com a qual ele faz a ronda na área.
— E aí, filha, tá curtindo a mansão?
— Tô amando a piscina; a dona Augusta deixou eu usar. Sobre a hidro e a sauna, ela não disse nada.
— E você perguntou se podia usar?
— Não, imagina! É melhor não abusar.
— A hidro é grande?
— É uma jacuzzi enorme, muito show — falei e levantei do banco. Ao ajeitar o short de cós baixo, arranquei um "Uau" do homem.
— Caraca, Leninha, essa marquinha de sol é muito excitante. Dá uma vontade de ver mais embaixo.
— Para, pai, deixa de ser safado. — Vamos embora, meninos! — falei para o Nero e o Brad.
— Me convida uma hora para inaugurarmos a jacuzzi — disse o depravado.
— Você está louco, nós dois perderíamos o emprego — falei e dei tchau.
Meu pai foi em sentido contrário.

Após os passeios, costumava escovar os cães. Quem dava muito trabalho era o Brad, com seus pelos abundantes. Além disso, o peludo loiro estava impossível naquela manhã.
Desconfiei que seu ímpeto e desespero tinham o propósito de induzir-me a transar com ele. Estava funcionando. Provavelmente, o conquistador de quatro patas percebeu que eu estava "no cio" e a fim dele. Minha boceta ficou encharcada ao recordar o prazer sentido com o Nero dias antes. No entanto, ainda estava preocupada com a privacidade.
Minha ideia foi pegar um colchão flutuante que usei na piscina e levá-lo para a área coberta, onde ficava a jacuzzi.

Após ficar nua no local discreto, deitei-me sobre a "cama inflável". Sorri sozinha ao imaginar que aquela, minha primeira vez com o Golden Retriever, seria tipo uma noite de núpcias.
O danado não demorou a subir no colchão, enfiar o focinho frio entre minhas pernas e cheirar minhas partes íntimas. Super excitada, eu dobrei e abri minhas pernas e delirei ao sentir sua língua em meu ânus e em minha boceta.

Meu amante canino não quis saber de preliminares, veio logo pra cima para praticar o coito. Mas um papai e mamãe não era viável sobre a cama improvisada.
Conversei e fiz carinho no bicho para poder sair de baixo. Posicionei-me de quatro e facilitei sua ação. O afoito montou em mim de imediato e prendeu minha cintura com suas patas dianteiras. Seu pinto invadiu minha boceta depois de três ou quatro pontadas. Caraca! A primeira enterrada foi o maior bom. O Brad não era tão dotado quanto o Nero; aquela rola, ligeiramente menor que a do Mastiff, foi perfeita para propiciar-me prazer sem incômodo.

Levei estocadas contínuas num vai e vem doido que liberou minha série de suspiros e gritinhos. Supus ter preocupado o Nero, posto que ele chegou próximo e ficou caminhando inquieto.
Minha tentativa de acalmá-lo não estava funcionando, em razão de minha voz sair como um murmúrio pífio, e ainda gaguejando, em consequência dos deliciosos golpes vigorosos que recebia do Brad. Nossa química era perfeita; além do pau apropriado, seu nó encaixou gostoso em minha boceta, o tamanho reduzido combinou como se fosse feito sob medida.

Os golpes no meu sexo propiciaram uma satisfação crescente que, aos poucos, tornou-se maravilhosa. Nos minutos seguintes…
— Deus do céu! Não para, Brad, senão eu te mato! — falei enlouquecida. Aquele cachorro acabou comigo, de tanto que me fez gozar.
E culminaria com um final mágico: ao ouvir seus grunhidos e sentir suas pulsações, presumi que ele chegaria ao ápice do seu prazer. Foram frações de segundos para ele abrir sua comporta. Caralho! Foi surreal sentir meu coração acelerado e espancando meu peito. Se fosse a morte chegando, ainda assim continuaria feliz, devido à abundância de prazer que me foi viabilizada naqueles meus últimos instantes.

Contudo, após o término do coito mágico, ocorreu um leve desconforto passageiro: o dog não conseguiu tirar de dentro na primeira tentativa… nem na segunda. Muita calma nessa hora, falei comigo mesma. A percepção que tive anteriormente, durante nossos momentos de clímax, é que seu nó ficou deliciosamente maior no auge do ato. Tive a confirmação ao findar os golpes.
Mas a situação não era preocupante, e sim uma sensação diferente, e diria que até gostosa demais. Nem me causou incômodo e não precisou de esforço significativo para que, na terceira tentativa, ele conseguisse retirar seu bulbo peniano superinchado.
Ufa! Santa elasticidade. Na sequência, brinquei carinhosamente com o fofo:
— Eu até me casaria com você, bonitão, mesmo não sendo o verdadeiro Brad Pitt.
Retribuindo o carinho, ele lambeu o tsunami de líquido viscoso, ainda sendo expulso por minha boceta. Imaginei que talvez fosse um pedido de desculpas por ele ter despejado tanta "gosma" dentro de mim.

Por enquanto é só.
Agradeço a atenção de todos vocês!

Estava pensando em treinar um deles para ficar deitado de pau duro e de barriga para cima. Quem sabe assim conseguiríamos praticar uma DP?
É brincadeira, gente!

4 comentários:

  1. Respostas
    1. Agradeço o carinho, joaopirralho, e desculpe o atraso! 😊🥂

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  2. Que delícia de conto ! Sou fã de vídeos de Zoofilia. E principalmente dos que tem os cavalos transando com suas parceiras.

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    1. Precisa ser corajosa para encarar um cavalo, vou pular essa parte, Samas! 😂

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