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domingo, 31 de janeiro de 2021

Pregando a Salvação nas Coxas

Relações Incestuosas — Diário da Pandemia
Quarta-feira, 20 de maio de 2020.

Após o jantar, pedi uma massagem para o meu irmão, estava só o caco, devido à limpeza pesada feita na casa toda. Fomos para o seu quarto, mamãe estava arrumando a cozinha e papai ajudando.
Tirei a blusa e deitei em sua cama. O mano pegou meu óleo de camomila e massageou forte meus ombros e costas nuas. O danado, com pressa de chegar logo na parte da diversão, besuntou as mãos com mais óleo e apertou minhas coxas. As mãos deslizaram, cada uma penetrando em uma perna do shorts folgadinho, parando sobre meu bumbum. As carícias, apertos e dedos brincando em minha região anal estavam gostosos. O Thiago removeu minha última peça de roupa e elogiou minha nudez à sua maneira:
— Ah! Minha putinha, você tem a bunda mais gostosa do mundo.
— Encosta a porta e deixa só o abajur aceso — pedi a ele.
Há três semanas, estávamos agindo como uma família sexualmente liberal, foi decidido em reunião, mas ainda curtia a intimidade privada com meu mano. Não queria que meu pai viesse juntar-se a nós naquela noite. Meu lance com o Thiago era diferente, estava na fissura de sua pegada mais abusada, pois, diferente do papai, ele não me tratava como uma princesa, e sim como sua vadia. Curtia esse barato, era nosso joguinho: fingia ser a santa e às vezes a diabinha, ele era sempre o macho viril. Estava morrendo de saudades de ouvir ele me chamando de sua putinha, vadia, cadela…
Para começar, ele me pôs de quatro, invadiu a minha boceta e puxou-me pelos braços, golpeando-me como se cavalgasse em uma égua selvagem.

Variamos as posições e os orifícios, cavalguei com a bunda em seu pau, transamos de ladinho e saciei a minha vontade de foder com meu mano. Acho que ele também, devido a adormecermos em sua cama com ele aninhado por detrás de mim.

De manhã, o Thiago me acordou, ambos nus sob o edredom e ainda de conchinha. Ele levantou para o banho e café, depois iria para a oficina com papai. Virei para o lado e voltei a dormir.

Acordei novamente uma hora depois. Fui ao banheiro e só após meu banho encontrei a mamãe em seu quarto, que respondeu ao meu bom dia com ironia. Ela parecia nervosa.
— A bela adormecida resolveu levantar?
— Dormi demais, eu sei. Também, né? Estava tão cansada.
— Foi tão boa assim a festinha ontem à noite?
— Ah, mãe, para! Eu trabalhei muito ontem.
Ela calou-se e continuou se maquiando.
— Vai sair?
— Vou, tem reunião na seguradora.
Não era o dia costumeiro dela fazer o trabalho presencial e encontrar seu amante secreto. Suspeitei que a minha transa com meu irmão nessa última noite estragou os planos da dona Ana Flor de transar com o Thiago. Fui para a cozinha.
Minutos depois, ela deu tchau após dizer que voltaria ao anoitecer.


***

Horas mais tarde, meu irmão pediu via WhatsApp da família para eu levar o almoço para eles, a pedido do meu pai, porque estavam atrasados com o conserto de dois carros e não poderiam perder tempo vindo almoçar em casa. Respondi para ele vir pegar, deixaria as marmitas prontas em cinco minutos. Expliquei que estava assando um bolo e não poderia sair de imediato.
Ainda assim, o Thiago ficou perdendo tempo e mandando uma mensagem atrás da outra, só para me irritar.
Na quarta chamada, o chato disse que já estava a caminho, e na quinta, logo em seguida, fiquei puta e nem olhei para a tela do celular.
— Vai tomar no cu, Thiago, que saco! — xinguei aos berros.
Não deu um minuto e ouvi batidas na porta. A oficina fica em uma esquina a 100 metros de nossa casa. O tonto saiu correndo e esqueceu as chaves, pensei. Fui atendê-lo, pisando com raiva, e abri a porta já soltando os cachorros.
— Puta que pa… — calei no meio da frase.
Caralho! Não era meu irmão, era um homem que às vezes fazia serviço de autoelétrico para o meu pai.
— Só um minuto, moço, dá licença!
Corri para o meu quarto. Estava trajando só um aventalzinho amarrado na cintura e nua dali para cima, e também na retaguarda. Não sei quem de nós, ficou mais constrangido. Coloquei um vestido caseiro e uma máscara. Além do vírus, ela também esconderia a minha vergonha. Voltei para o homem.
— Desculpa, Valdir, sou meio atrapalhada.
O simpático sorriu educadamente, com os olhos, pois estava de máscara.
— Você vai almoçar com eles, né?
— Não, eu vou almoçar em casa, mais tarde.
— Magina! Entre, por favor! Vou pegar os tupperwares e farei um pra você.
— Não precisa se incomodar, Juliana.
Fiz mesmo assim e entreguei-lhe as três refeições.
— A de cima é sua, espero que aprecie o meu tempero.
— Puxa vida, Juliana, agradeço a atenção, mas não era preciso incomodar-se.
— Incômodo nenhum, depois você me diz se gostou.
— Pelo aroma, deve estar deliciosa a sua comida. Além de linda, também é uma jovem prendada, parabéns! — O cheirinho do forno também é tentador — disse o simpático.
— Obrigada! É um bolo de cenoura, depois colocarei uma cobertura de chocolate. Volta no café da tarde para pegar um pedaço.
A gente conversava enquanto caminhava em direção ao portão.
— Adoro bolo de cenoura, mas acho melhor deixar para outro dia, quando seu pai estiver em casa, ou ele pode não gostar.
— Ele não precisa ficar sabendo, nem sobre o bolo e nem do incidente de minutos atrás. — Promete guardar segredo?
— Prometo! — Em outra oportunidade, terei permissão para falar um pouco de Jesus para você, Juliana?
— Você é pastor?
— Estou me aplicando nos estudos para ser.
— Legal! A gente conversa mais tarde, vou tirar o bagulho do forno antes que queime. — Tchau!
Voltei para a cozinha rindo de mim e dele, “se o futuro pastor soubesse só um pouquinho do que se passa aqui em casa, ele me consideraria um caso perdido até para Jesus.”
A seguir, li a última mensagem de minutos atrás enviada pelo meu irmão: “O Valdir, do autoelétrico, está indo pegar a comida, faz um prato para ele também, e vê se veste uma roupa antes de atender à porta, sua maluca!”
— Tarde demais, maluco! — falei para mim mesma, rindo ainda mais da situação.

Almocei, fiz a cobertura do bolo e terminei de arrumar a cozinha. Deitei no sofá para descansar uma horinha assistindo ao filme que já estava na metade quando liguei a TV.

Pouco mais tarde, ouvi batidas na porta, eram três em ponto. Será que o homem veio mesmo me evangelizar? Pensei desanimada, não estava a fim de papo de igreja. Nem tinha cuidado da aparência, ainda estava com o mesmo vestido leve, e apenas com ele, colocado às pressas na hora do almoço. Os cabelos totalmente bagunçados e cheirando a tempero. Ainda assim, recebi elogios do homem galanteador, enaltecendo a minha postura elegante e charmosa, parecida com a dos felinos. Segundo ele.
O Valdir estava me cantando na cara dura. Levei o simpático para a cozinha, ia fazer um chá para acompanhar o bolo e a nossa conversa religiosa.
Ele começou esclarecendo algumas dúvidas minhas: o propósito deles baterem na porta dos outros para conversarem sobre religião.
— É missão dos evangélicos despertar a religiosidade nas pessoas, instruindo-as dia a dia, através das palavras de Deus.
— E se a pessoa é um puta de um pecador, um caso perdido?
— Temos que estar preparados para tudo quando fazemos uma abordagem. As pessoas têm todos os tipos de pecados, então, não podemos parecer espantados, devemos aceitá-las como são.
— Por que disse isso, Juliana? Você tem pecados?
— Um pouco, mas não me arrependo deles.
— Uma jovem, educada, bonita e tão atraente não deve ter feito nada que Deus não perdoe.
O papo do candidato a pastor realmente era uma cantada. Fiquei examinando o trintão, não era um gato, mas tinha seus atrativos.
— E se o pecador não gosta de ir à igreja, ainda assim tem salvação essa alma?
— Você costuma orar? A oração é importante para chegar a Deus e pode ser feita em casa. Podemos orar juntos, se quiser.
— Mas eu não disse que a pecadora era eu, porra! — Desculpe, às vezes não controlo minha boca suja.
— Está desculpada, sua boca é linda e tem um quê de sensualidade, seu namorado é um felizardo em poder beijá-la.
Eita! Entendi tudo, se depender dele, a oração vai terminar em boquete.
— Eu não tenho namorado.
— Porque não quer, imagino, pois não devem faltar pretendentes.
Sorri sem graça, com certeza ele não veio comer só o bolo. Não tinha informações a seu respeito, só tinha conhecimento da prestação de serviços de autoelétrico, feitos por ele na oficina do meu pai. Também não sei se era casado ou comprometido. Mas quem se importa, né? Ele estava a fim, eu também, então, por que não aproveitar este raro instante de privacidade em minha casa?
— Quer mais um pedaço de bolo? — falei, esticando o braço para pegar seu prato.
O homem me segurou com uma mão puxando-me para mais perto dele, e acariciou o meu rosto com a outra.
— Você é linda demais, Juliana, desculpe avançar o sinal assim, mas já era gamado por você quando te via rapidamente lá na oficina. Agora, depois do que vi hoje, fiquei louco, você mexeu demais comigo.
— Então esse papo de igreja era tudo armação?
— Não, de jeito nenhum, sou evangélico e quero mesmo ser pastor.
— Tenho uma ideia, vamos orar no meu quarto, se conseguir me convencer, passarei a frequentar a sua igreja quando terminar o isolamento.
Sua reação era a de quem não sabia se eu falava sério ou se estava zoando, no entanto, seguiu-me.

Quinze minutos depois, minha lista de pecados aumentava consideravelmente, a gente estava se pegando em minha cama desde que passamos pela porta. No exato instante, meu vestido havia sido jogado em algum lugar e a minha posição era de franguinho assado. O homem estava nu da cintura para baixo, sentado sobre suas pernas dobradas, suas mãos empurrando a parte posterior das minhas coxas, mantendo-me arreganhada e seu membro, completamente fundido à minha vagina. Meus joelhos quase tocavam em meus ombros com a batida forte do cacete indo e vindo dentro da minha boceta. Fiquei entregue àquela foda, queria pecar a tarde toda.
O pastor encheu a borrachinha e continuou bombando, esperando que eu gozasse, pois lhe dei a entender que já estava quase lá. Ahh! Transar é bom demais, ainda mais quando meus pecados são perdoados.
Após tirar de dentro e remover o preservativo, olhei marotamente para ele e pedi para sentar-se. Ajoelhada entre suas pernas, acariciei e punhetei a rola úmida, depois chupei, até a reativar. Peguei outra capinha, coloquei na boca e comecei a cobrir o seu nervo exposto, engolindo e empurrando com os lábios, até sentir a cabeça no fundo da minha garganta. O religioso permaneceu sentado em minha cama, eu em pé, novamente entre o vão de suas pernas, mas agora fiquei de costas para ele e sentei a boceta no seu pau. Apoiei minhas mãos nos meus joelhos e rebolei safadamente sobre ele, como numa dança.
O candidato a pastor, naquela altura, provavelmente já esquecera todos os capítulos e versículos e só pensava em foder. Deu-me vários tapas na bunda, chamou-me de diabinha, envolveu-me em seus braços, fundindo de vez nossos corpos. Então mexemos juntos, por muito tempo, até ele gozar e encher de porra a segunda capinha. Meu clímax havia chegado há tempos e se prolongado, foi delicioso continuarmos na atividade, curtindo o ápice da transa e reduzindo aos poucos o vigor da pegada.
Ahh! Foi demais, estava satisfeita e acabada, assim como ele. Seu pinto molinho escapuliu de dentro.
Ele se esparramou na minha cama. Eu deitei na beirada e apoiei a cabeça sobre seu peito, meu desejo era dormir um soninho gostoso.
Taquepariu, mano! Ouvi o barulho da porta batendo.
— Caralho! Chegou alguém. Pelo amor de Deus! Dá um jeito e se esconde embaixo da cama, que eu já volto para tirar você daqui.
— Não vai se vestir? — sussurrou, apreensivo.
— Depois. Vai, vai, se esconde!
Saí do meu quarto andando tranquila e naturalmente, vi a mamãe entrando rápido no dela. Fui atrás.
— O que houve? Chegou cedo.
— Cheguei no horário, já são quase seis horas.
Cacete! Nem vi o tempo passar, pensei.
— Você tá bem, mãe, quer alguma coisa?
— Estou com dor de cabeça, vou tomar um comprimido e deitar um pouco. — Você não tem nada pra fazer?
— Eita! Desculpa, já tô indo fazer a janta.
Dona Ana Flor deve ter tomado um fora do chefe amante, estava com voz de choro e nervosa demais. Além de ter chegado cedo pra cacete.

Voltei rápido ao quarto e falei para o homem me seguir sem fazer o menor ruído. Meu pai e meu irmão não tardariam.
Quando ele ganhou a rua, joguei um beijo e fechei a porta sem chamar a atenção.

Cacete! Quase me lasquei dessa vez, pensei, rindo de mim mesma.

Por hora, é tudo.

Última revisão em 14/02/2026

2 comentários:

  1. É muito tesão e imaginação para um novo conto, embora saibamos o final (antecipadamente}, chego a ficar excitado, sempre me colocando no lugar do devorador ativos. Bjss KK|

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  2. Obrigada, Ubyratan, por toda a atenção e carinho, no entanto, você não tem nem ideia do que virá a seguir ^^ Beijos!

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