Pela terceira vez estava morando com meus avós maternos em Brotas-SP; nas duas anteriores permaneci por períodos de um ano, no máximo. Isso acontecia quando havia uma crise em minha casa envolvendo meu pai biológico e minha mãe; eu passava uma temporada em Brotas até os dois voltarem e as coisas se acalmarem.
Era noite de sábado, estava na casa da minha amiga Carol; era sua festa de aniversário. Foi a primeira oportunidade em que consegui fazer-me notar pelo Bruno, irmão mais velho de uma colega nossa. Muito gato o cara. Ele já era adulto, não era da nossa turma e raramente o via, mas estava na minha mira, apesar de vê-lo somente de passagem e raramente. Naquela noite, ele notou a minha presença, não disfarçou seu olhar guloso quando nos cumprimentamos. No beijinho no rosto, ele pegou o canto da minha boca.
Não demorou para ele me tirar para dançar. Conversa vai e tesão vem, decidimos achar um lugar na casa da Carol para darmos uns amassos mais à vontade.
Saímos pelo corredor externo que terminava em uma garagem nos fundos. Fui primeiro, ele veio logo depois. Nos alojamos atrás do carro do pai da amiga, encostou-me contra a parede e beijou-me, deixando fluir sua safadeza. Suas mãos não perderam tempo, deslizaram pelos meus ombros, levando junto as alças do meu vestido e deixando meus peitos de fora.
— Nossa, gata, que seios lindos.
Eu sorri enquanto ele enchia as mãos com meus peitos, alisou e massageou, em seguida chupou e deu mordidinhas em meus biquinhos durinhos e inchados devido ao meu tesão. O Bruno era um cara inteirado, sabia das coisas, estava adorando a sua pegada. Após beijar-me novamente, olhou-me com malícia e cara de pidão.
— Posso ver um pouquinho mais de você, linda?
Ele não esperava uma resposta, pois suas mãos já estavam no interior de minha roupa. Desceu e tirou a minha calcinha. Estava toda cadelinha e submissa à sua vontade; levantei meu vestido e abri minhas pernas, facilitando para ele, que havia agachado, alojando-se entre minhas pernas. Estremeci de tanto tesão quando sua boca tocou meu sexo, lambendo a minha fenda. Ajeitei melhor minha perna esquerda, colocando-a sobre o seu ombro. Ele segurou por baixo das minhas coxas, me chupando e me enlouquecendo. Ummm! Tentava não soltar a voz para não chamar a atenção, murmurava, respirando ofegante.
Ele levantou e beijou-me. Ao sentir o meu próprio gosto, pirei ainda mais. Agachei, abri sua calça, liberando o seu pau, que bateu em minha cara quando ficou livre. O carinha sacana pegou seu membro e deu mais umas batidinhas com ele em meu rosto. Meu lado devasso estava adorando e pedindo mais. Abocanhei, engolindo o cacete, chupando-o e deliciando-me com suas estocadas em minha boca, enquanto ele puxava meus cabelos, fazendo movimentos de vai e vem e enfiando cada vez mais fundo em minha garganta.
Antes que ele gozasse, nós mudamos a posição; levantei-me e apoiei-me no capô do carro. Com a bunda empinada, só tive tempo de prender a respiração e sentir seu pau invadindo meu sexo. Ahh! Como é gostoso o deslizar de um pênis ereto, preenchendo cada espacinho da minha boceta; era uma experiência intensa. No entanto, apesar dos arrepios ao sentir um prazer intenso, fiquei apreensiva; estava sem nenhum tipo de proteção. Curti mais um pouquinho seu pau em minha gruta; o danado estava quase me fazendo gozar. Daria um foda-se e deixaria-o despejar sua porra.
Porém ainda restava um pouco de lucidez em mim. Virei para ele com carinha de medo e falei:
— Não goza aí, Bruno, por favor, põe atrás!
Ele obedeceu bem rápido e deve ter adorado, mas não teve dó de mim. Ajeitou no meu buraquinho e socou tudo, parando só quando suas bolas bateram na minha bunda. Mordi meu braço para não gritar ao sentir a dor; contudo, o tesão enorme fez-me relaxar em segundos. Suas estocadas em minha bunda eram carícias em forma de golpes. O cara parecia estar possuído, fez de tudo comigo: amassou os meus seios, puxou meus cabelos como se cavalgasse em uma égua e praticamente enterrou a mão inteira em minha vagina. Não sabia o que me dava mais prazer: mexer alucinada naquele cacete ou ele golpeando dentro de mim. Meu clímax chegou forte e gozei como poucas vezes em minha vida… Ahhh! Como é bom transar gostoso. Estava trêmula de prazer, quase arriando as pernas, e desejava mais, pois ele ainda não havia gozado e esperava a qualquer momento ser inundada. No entanto, sabia que não poderia sair melada dali, devido a não haver nada para me limpar, e o banheiro era lá dentro da casa. Até pensei vagamente em pedir que gozasse em minha boca… tarde demais, ele ejaculou, e intensamente sentia a força dos seus jatos me alagando. Caraca! Desejei eternizar o instante; minhas pernas só não arriaram porque estava praticamente deitada sobre o carro. Aquilo era um sonho bom e não pretendia acordar nunca mais. Ahhh! A sensação era de uma delícia indescritível, com a porra quentinha e seus braços me envolvendo, fundindo seu corpo ao meu enquanto ele remexia devagar, tocando-me profundamente.
Quando ele tirou de dentro, olhei em volta e só pude ver um jornal velho. Pedi para ele pegar e nos limpamos com aquilo mesmo. Durante a higiene improvisada, ele falou:
— O pessoal deve ter notado nossa ausência. Vamos voltar?
Concordei com ele, ajeitei meu vestido e pedi minha calcinha que ele havia tirado.
— Não está comigo, deixei em cima do carro. Deve ter caído no chão — falou.
Olhamos tudo e não achamos. O lugar era muito bagunçado; provavelmente caiu entre o carro e a parede durante a nossa atividade. Havia tranqueiras para todos os lados, impedindo-nos de entrar no vão. Também estava escuro e acender as luzes seria uma roubada.
— Fodeu! Perdi minha calcinha, espero que ninguém perceba.
Ele se recompôs e retornamos para a festa.
Um pouco mais tarde, fui pegar um refrigerante na geladeira da cozinha; lá estava apenas o pai da Carol. Quando abaixei exageradamente (de propósito), senti que meu vestido curto deixou minha bunda e minha periquita à mostra para o homem que estava sentado próximo a mim. Sem cerimônia e sem o menor respeito, o safado enfiou a mão alisando minha boceta.
— Esqueceu algo na garagem, anjinho?
No primeiro instante, bateu uma preocupação ao saber que fui vista com o Bruno, mas a atitude do homem ao tocar-me o tornava tão “criminoso” quanto nós; a conduta do pai de família era mais condenável do que dois jovens transando. Fiquei tranquila. O meu lado safadinha ainda resolveu brincar com o coroa; dei um gritinho, bancando a putinha e rebolando enquanto sua mão me acariciava. Fechei a geladeira e virei-me para ele com um sorriso maroto estampado em meu rosto. Antes que ele dissesse algo, eu saí da cozinha, observando o safado cheirando a mão sem o menor pudor.
Fim.
Última revisão em: 10/04/2026.

Que show delicia.
ResponderExcluirAgradecida , bjs!
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