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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Sessão de Fotos Apimentadas

Em um passado não muito distante…

Eram férias de fim de ano; estava com minha mãe e o meu futuro padrasto em um hotel próximo à Praia da Pipa, Rio Grande do Norte. Depois de mais um almoço gostoso, minha mãe foi tirar um “cochilo” com o André (seu namorado). Eu fui dar uma volta na praia e depois tomaria um banho de mar. Finjo prestar atenção às recomendações da mamãe quando caminho para fora do hotel; se eu seguisse todos os seus conselhos diários, perderia 90% das oportunidades de diversão que surgem em minha vida.

Eu amo lugares que transmitem a sensação de liberdade. Fiquei admirando a paisagem e percorrendo toda a extensão da praia com a vista. Momentos depois, um homem chamou a minha atenção, primeiro pelo seu porte físico bem atraente, depois pelo seu equipamento… fotográfico, hahaha. Ele portava uma câmera reflex profissional, fotografava as falésias nas proximidades. Um cara bonitão e de aparência saudável, caucasiano queimado pelo sol, com cabelos longos e claros. Próximo dos trinta anos, deduzi.
Eu sempre fui apaixonada por fotografia, então usei o interesse artístico como subterfúgio para aproximar-me. Contudo, o que mais me interessou foi o sujeito delicinha, e a chance de obter uma companhia para alegrar ainda mais a minha semana no paraíso nordestino.
— Linda a sua câmera — falei ao chegar junto a ele.
Muito receptivo, ele agradeceu e perguntou:
— Você também gosta de fotografar?
— Sim, eu adoro, mas sou vaidosa, prefiro bancar a modelo e causar na frente da câmera — o gato sorriu muito gostoso.
Perguntei se fotografava apenas por hobby; ele explicou que faz trabalhos em fotos para uma empresa que fornece assessoria a uma rede internacional de hotéis.
— Posso fotografar você para embelezar e dar vida ao meu trabalho? — pediu ele.
Como eu havia saído do hotel só com o biquíni, respondi em tom de brincadeira.
— Aham! Agora entendi tudo sobre o seu trabalho.
Ele riu com o meu modo de falar, depois explicou que não havia sensualidade em seu trabalho; era turismo sério para famílias.
— Estava só brincando. Bora fazer as fotos, adoro fazer poses.
Ele deu alguns cliques ali mesmo, tendo como fundo as falésias. Estava me divertindo fazendo várias poses, caras e bocas.
Roger (era o seu nome) propôs irmos até os rochedos, onde a paisagem dava um aspecto mais deserto e naturista. Aceitei sem hesitar, já confiava totalmente nele, apesar das advertências de mamãe sobre pessoas estranhas.

Caminhamos e trocamos informações básicas até chegarmos ao local considerado ideal por ele.
Fizemos algumas fotos na areia; a seguir, Roger sugeriu que eu subisse nas pedras para deixar o sol por detrás de mim. As imagens registrariam somente a minha silhueta. Ele ajudou-me a subir, segurando em minha cintura e erguendo-me com extrema facilidade.

Seguiu-se a sessão de fotos. Após várias poses, fiz uma graça soltando o laço do top do biquíni e fiz farra insinuando mostrar meus seios, mas só ameaçava. Evidente que o desejo de exibir-me para ele era maior que o meu bom senso e pudor. Tirei totalmente o top e segurei o paninho sobre meus mamilos enquanto fazia poses, tentando ser sedutora. Por fim, o ego falou mais alto; deixei meus seios completamente à mostra. Ele clicou sua câmera sem parar desde o início da minha exibição sexy.

Aquilo excitou-me; cheguei à conclusão de que já tínhamos tirado fotos suficientes, era hora de abandonar o rochedo e avançar na relação.
— Vou descer. Você me segura? Estou com medo de cair — falei, fazendo charminho.
Ele guardou a câmera e entrou onde a água batia acima de suas canelas, pegou-me pela cintura, puxando meu corpo de encontro ao seu. Eu o abracei, passando os braços pelo seu pescoço, e o enlacei com minhas pernas em sua cintura. Foi inevitável nosso olhar cheio de magnetismo; durou míseros segundos. O beijo veio a seguir, longo e intenso.
Acariciei sua nuca, enterrando meus dedos em seus cabelos. Ele apertou minha bunda com força, impulsionando meu corpo para baixo, colocando nossos sexos em atrito, ainda por cima das roupas.
Nossos movimentos eram iguais aos de uma transa; fui consumida pelo tesão e desejo, esfregando minha boceta em seu membro. Dei uma mordidinha em sua orelha e sussurrei em seu ouvido:
 — Você está judiando de mim. Eu quero você.
Soltei as pernas, ficando em pé, e ensaiei alguns passos para sair da água. Ele veio junto, abraçando-me por trás, massageando meus seios e causando-me arrepios com seu pênis alojado no vão de minha bunda. Ao mesmo tempo dizia em meu ouvido frases carinhosas e safadas que alimentaram a minha fornalha.

O homem tomou-me em seus braços e deitou-me na areia seca, um pouco mais acima. Entre beijos e carícias, ele terminou de me despir, tirando a última peça do meu biquíni, e aninhou sua cabeça entre minhas pernas, que foram erguidas e abertas. Ah! Ele me fez remexer e uivar como uma cadelinha ao cair de boca em meu sexo e devorá-lo com sugadas, indo fundo com sua língua de movimentos acelerados. Fiquei completamente putinha, nem liguei se chamaria a atenção de outros com meus gritinhos, só pensava em curtir seus toques em meu ponto G.
Ele se livrou da bermuda; não contive meu desejo ao ver o membro lindo e ereto. Posicionei-me de joelhos e agarrei seu pênis com as duas mãos e o lambi todinho, percorrendo com minha língua e meus lábios por toda a sua extensão para depois engoli-lo e deixá-lo ir e vir em minha boca e garganta. Ele soube fazer com delicadeza e, apesar de estar curtindo o oral e a nossa sintonia, não conseguia conter o desejo e a ansiedade de ser possuída por aquele homem e ser golpeada com força por aquele pau. Voltei a deitar na areia de pernas abertas para ele. O danado não perdeu um segundo, esfregou seu pinto em minha boceta, enfiando-o aos poucos e me matando de tanto prazer. Pirei grandão e meu gemido foi escandaloso quando deslizou tudo pra dentro… Ahh! Curti cada estocada e todas as bobagens ditas pelo homem. Estava no paraíso, em todos os sentidos.

Desejei ter o poder de eternizar o momento sublime que estava vivendo com meu parceiro: o barulho e aroma do mar, a brisa morna e um membro rígido metendo gostoso dentro de mim.

Após gemidos e gritinhos, veio o clímax mágico; senti meu líquido escorrendo. O gato, ao ver-me em pleno êxtase e quase em transe, segurou firme em minhas coxas e golpeou com toda a intensidade. Acompanhei o seu ritmo e não controlei o volume dos meus gritinhos quando ele urrou e se acabou em uma ejaculação sem fim. Seus jatos seguidos deixaram-me inundada; que loucura, tive um orgasmo múltiplo, fui aos céus e quase não volto. Nem a areia foi capaz de incomodar nosso momento de magia.
Ofegante, ele deitou o corpo sobre o meu, apoiando os braços na areia. Nos beijamos com fúria, nos mordendo; depois ficamos abraçados no mesmo local por vários minutos. Quase adormeci; só então caiu a ficha de que estávamos em um lugar deserto, mas em uma praia pública.
Demos mais um beijo e fomos para a água ainda pelados. Depois de um mergulho, trocamos algumas carícias e saímos abraçados.
— Vamos embora? — sugeri enquanto caminhávamos em direção às nossas roupas.

Após estarmos recompostos, caminhamos de volta ao hotel. No retorno, ele pouco falou, assim como eu. Depois do nosso primeiro beijo ocorrido há mais de uma hora, parecia que nada mais precisava ser dito; nossa química e cumplicidade nos bastavam.

Trocamos telefone e e-mail para ele enviar cópias das fotos para mim, nos despedimos e fomos um para cada lado, olhando para trás várias vezes até nos perdermos de vista.

Fim.

http://3.bp.blogspot.com/-eUGNDosD-GI/Uq9taI7UcUI/AAAAAAAAAE4/N1-DBcFm594/s320/007.jpg


Última revisão em: 10/04/2026.

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