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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Primeira vez com meu Padrasto

Eu ainda era uma adolescente novinha quando a minha mãe se separou do meu pai. Nos três anos seguintes, com a casa somente para nós duas, podia circular nua sem levar bronca da “comandante”.

Mas eis que, de repente, surgiu o André, o namorado da mamãe. Ele começou a frequentar nossa casa, pernoitando algumas vezes e reduzindo a minha liberdade de circular pelada em meu lar. Quando ainda era o papai, não tinha problema; minha mãe não se importava, por considerar que eu ainda era uma menina inocente. Só começou a pegar no meu pé quando meu corpo ganhou volume nos peitos e bunda. Contudo, a bronca ainda era leve, pois o homem era o meu pai.
Mas, na era André, o nudismo virou tabu, mesmo quando estava sozinha em casa com a mamãe. De nada adiantou chamá-la de exagerada e autoritária; só piorou, pois ela é quem mandava. Acatei para evitar conflitos e redução em minha mesada.

Pouco tempo depois, quando ela deu as chaves de casa para o namorado, a presença do homem passou a ser constante. Ele chegava sem avisar na maioria das vezes.
A carne é fraca; excitava-me a sensação de ser flagrada nua, minhas partes íntimas aqueciam com a expectativa de ser admirada e desejada pelo André. Foi com muito esforço que consegui manter o equilíbrio e conter-me para não dar mole nos horários em que ele poderia aparecer.

Por fim, minha mãe juntou-se ao André, que tornou-se morador da casa. No início, tomei um ou outro flagra, e não foi apenas porque não estava acostumada com a presença de um homem em nosso lar; fiz de propósito, só por diversão e exibicionismo. E, apesar de ele ter me visto nua mais de uma vez, ainda não havia rolado um clima entre nós. Parecia que o homem levaria a sério aquela relação tipo pai e filha, em razão de ele ter se tornado o meu padrasto. Porém, ele também era de carne e osso; aos poucos, ficaria conhecendo um pouco mais do sujeito.

Certo dia, quando estava sozinha em casa, fui fuçar no PC dele, tentava conhecer um pouco da sua intimidade. Abri o navegador e havia um site de contos eróticos no histórico recente. Eu ainda não curtia nem escrevia contos eróticos. A curiosidade me fez entrar naquele site, principalmente os contos sobre incesto. Eram apimentados e deixaram-me toda tesuda, também alguns comentários. Eu já estava nua, então foi fácil tocar-me os seios e o sexo enquanto imaginava que transava com meu padrasto. Foi tão prazeroso que gozei bem gostoso.
Não era a primeira vez que me imaginava em seus braços. Três semanas antes, senti um puta tesão após trombar com ele no corredor de cima. Desconfiei que o safado estaria me espionando, pois minutos antes havia comentado que tomaria uma ducha.
Ao sair do meu quarto para o banheiro, coberta somente com a toalha, trombamos e ele evitou a minha queda ao abraçar-me. Com os poucos segundos de corpos colados, deu para sentir o volume do seu pênis em rápido estado de ereção sob a sua bermuda. Aquele volume deixou-me superexcitada. Quando ele aliviou a pressão, afastando-se e pedindo desculpas, fiquei a ponto de abrir a toalha e oferecer meu corpo.
O homem voltou para o quarto e fechou a porta. Fui para o banheiro, mas saí em seguida para tentar flagrá-lo me espiando; contudo, a porta do quarto do casal continuava fechada. Seria a minha vez de espiá-lo pelo buraco da fechadura.
Caraca, mano! Fiquei molhadinha quando o vi se masturbando. Comecei a tocar-me em pé, com um olho colado na fechadura. Estava louca de vontade de fazer aquilo para ele, apesar do espanto com o tamanho do membro. Mesmo com medo de não aguentar, meu desejo era invadir o quarto e sentar naquele pinto.
Fiquei só na vontade, infelizmente. Era tudo tão recente, e ainda por cima era o namorado da minha mãe.

Nos dias seguintes não rolou outro clima do tipo, mas nossa relação começou a se estreitar por meio de olhares maliciosos e frases de duplo sentido ditas durante nossos momentos a sós.

Voltando ao dia do computador: depois de ler alguns contos, abrindo os endereços visitados recentemente por ele, descobri que o safado tinha tara por novinhas. Já havia segurado a minha onda tempo demais, pensei, e o que os olhos não veem, o coração não sente. Mamãe não ficaria sabendo se eu curtisse um barato com o parceiro dela de vez em quando, então não teria problema; seria um segredo meu e do André.

Esperei chegar o sábado para seduzi-lo, pois no sábado mamãe também abria a loja e só retornava à noite. O meu padrasto trabalhava até meio-dia, depois jogava futebol society com os amigos e chegava em casa antes das 18h.
Era quase final de tarde, tomei um banho e passei meu creme no corpo todo, masturbei-me introduzindo o dedo na minha vagina lisinha, imaginando ser o pinto do meu padrasto. Estava cheirosa e com muito tesão, imaginando a transa que poderia vir a acontecer. Vesti um shortinho apertado e sem a calcinha, uma camiseta larga caída no ombro com a intenção de deixar meus peitos à mostra, dependendo da minha posição.
Já estava próximo da hora em que ele costumava chegar. Geralmente, o homem pegava algo para beber e sentava no sofá para assistir televisão. Eu tinha planos adicionais para ele naquela tarde.

O André chegou, nós nos cumprimentamos, ele deixou suas chaves e celular na estante e serviu-se de uma bebida. Inclinei-me, arrebitando minha bunda, parcialmente coberta pelo microshortinho, e fiquei mexendo no aparelho de som um tempo muito além do necessário, mas suficiente para ele examinar com detalhes o meu bumbum e sentir desejos. Depois fui para o sofá e abaixei para pegar o controle remoto. Com a folga da blusa, os meus peitos ficaram à mostra (de propósito, claro). Pude senti-lo me devorando com os olhos. Eu havia caprichado para ficar toda gostosinha, contudo, o danado insinuou que subiria para o quarto.
— Fica aqui, André, pode ligar a TV.
Ele falou que não estava a fim de TV, preferia a música que eu coloquei. Olhou para mim intrigado; deve ter estranhado a minha atitude.
— Está tudo bem com você, Mila?
— Não sei, tô meio down, acordei carente hoje. Deve ser falta de uma companhia.
— Fica aqui ouvindo música comigo! — solicitei, fazendo dengo.
— Fico, lindinha, mas só um pouquinho, pois sua mãe deve chegar logo e vai pensar besteira.
Opa! Ele entendeu o lance, pensei, sorrindo internamente. Após ele acomodar-se no sofá, ficando ao meu lado, deitei a cabeça em seu colo e senti algo roliço, ainda em fase de crescimento, sob minha nuca. Ele afagou meus cabelos, depois acariciou meu rosto.
— Você é muito linda, Mila, e bem madura apesar da idade.
Eu virei o corpo, ficando de frente para ele.
— Você que é muito gato, André, aposto que tem um monte de garotas dando mole pra você.
Ele riu gostoso e depois falou:
— Imagina, só sua mãe corre atrás de mim.
Eu acariciei seu peito, ergui ligeiramente o meu tronco, deslizei a mão até sua nuca, ofereci meus lábios e disse:
— Não é só a mamãe que paga o maior pau por você.
Ele me abraçou e nos pegamos em um beijo sem fim. Em seguida, apoiei a cabeça em suas pernas novamente, apreciando sua mão percorrendo e acariciando meus quadris. Seu membro rígido, ainda sob a bermuda, estava colado ao meu rosto e parecia querer estourar o tecido.
— Nossa, André, tem algo vivo e nervoso aqui — falei e ativei o modo safada. Acariciei seu pinto ainda sob a roupa. Ele disse que era por minha causa e ficou de boa. Soltei o botão e abri o zíper, enfiei minha mão, tirei seu pinto durão pra fora e o acariciei com as duas mãos.
— Vixi, André, é bem grandão. Como minha mãe aguenta tudo isso?
— Eu sou carinhoso e faço com jeitinho. — Vamos combinar uma coisa, Mila?
— O quê?
— De não falarmos sobre sua mãe quando… você sabe, nessas horas.
Eu disse que estava tudo bem e, sem perder tempo, enchi a boca com aquele cacete, continuei chupando-o e me masturbando-o com as duas mãos, tomada pelo tesão.
— Vamos para o quarto, linda? É melhor.

Chegando ao quarto da mamãe, ele não perdeu tempo em descer o meu shortinho, nem eu em despir-me da minha camiseta ao mesmo instante em que levantava um pé após o outro para ele deixar-me peladinha e ansiosa para que me fizesse gemer e chorar ao montar sobre mim naquela cama.
O homem arrancou sua roupa, sem tirar os olhos de mim, parecia curtir cada segundo admirando meu corpo e deixando-me toda vaidosa com seus elogios.
— Você não é uma garota, meu anjo, você é um monumento.
Sorri orgulhosa e correspondi ao seu abraço e a um beijo louco que liberou de vez todos os desejos contidos em nós. Fui colocada carinhosamente na cama e fizemos um 69. Foi uma experiência intensa de prazer, tanto ao chupar quanto ao ser chupada.
Não demorou muito e meu padrasto encheu minha boca de porra, quase me afogando. Fiquei em pânico; se caísse sobre o lençol, seria o caos, seria uma prova daquela perversão.
Não dei conta de engolir, escorreu pelos cantos de minha boca, deixando marcas do nosso amor sobre o lençol da mamãe.
Ele desviou a minha atenção, parei de preocupar-me com as provas do crime ao chegar o momento tão esperado: colocou-me deitada de costas na cama com as pernas abertas e deitou sobre mim. Seu pau roçou a entrada da minha vagina e, com muito jeitinho e carinho, o André enfiou lentamente aquela vara em meu sexo molhadinho. Eu estremeci com os arrepios que senti e, gemendo baixinho, saboreei cada segundo de uma dorzinha gostosa ao senti-lo me alargar. Meu hímen é complacente; toda transa, naquele instante da minha vida, era como se fosse a primeira vez.

Gemi mais alto no início das estocadas. E, ainda que não chegasse ao fundo, senti um desconforto, mas era delicioso e estava transbordando de tesão e querendo ser golpeada mais forte.
Ahh! Agora aquele cacete tocava bem no fundo de mim, levando-me às nuvens e ao mundo dos prazeres infinitos. Dando gritinhos, chorei como uma cadelinha. E, no instante do auge do meu gozo, daí eu enlouqueci de vez.

Mas o auge parecia não ser o limite; ainda teria mais. Foi de alucinar o instante em que sua porra morna foi despejada dentro de mim… Ahhh, Andrééé, caralho! Sussurrei extasiada. Em vez do pavor da gravidez, a sensação sentida foi de um clímax surreal. Aquilo foi de pirar grandão, tipo um pacto de sangue. Dali em diante, ele poderia fazer tudo que quisesse de mim, pois fez-me sentir mulher de verdade.

Após o momento insano, nossos sexos continuavam fundidos; ainda sentia os espasmos dentro de mim enquanto soluçava de prazer. Quando ele tirou de dentro e brincou com o pau melecado, deslizando da minha boceta ao meu rego, fiquei possuída e queria senti-lo também na minha bunda… Cacete! Ele alertou que mamãe poderia chegar logo, e tinha razão. Combinamos de continuar outro dia.

Desde o início, a nossa atração era recíproca; faltava deixarmos extravasar os desejos carnais. E, apesar da minha pouca experiência sexual, soube me entregar, transformando aquela primeira vez com o meu padrasto em uma transa inesquecível. Isso encorajou nossos encontros íntimos e secretos no interior da residência; eles passaram a acontecer com certa frequência e muita imprudência.

E eu sei que, se ficarmos batendo na porta do diabo, uma hora ele atende, mas o prazer que os momentos perigosos nos proporcionam é pura magia; vale a pena correr o risco.

É isso, por enquanto.

Última revisão em: 17/04/2026.

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