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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
O Velório do Conde
domingo, 13 de janeiro de 2019
O Filho do Capitão
Aquele cara estava me comendo por trás há mais de vinte minutos, e eu nem o conhecia. Pelo reflexo do vidro à minha frente, observei o pervertido no interior do seu carro, mirando a minha bunda coberta apenas pelo jeans de lycra, bem justo. Ele estava a poucos metros, do outro lado de uma travessa da avenida Brás Leme (zona norte de São Paulo). Eu estava na esquina, defronte a um prédio de vidro escuro, aguardava uma amiga que marcou de se encontrar comigo naquele exato lugar; ela havia conseguido um trabalho para mim. Eu morava nas proximidades, então cheguei com antecedência ao encontro para não correr o risco de perder o serviço e a grana. No entanto, ainda nem sabia ao certo o que teria que fazer; só pensei no dinheiro de que estava precisando muito.
A amiga ligou, disse que a missão dela era somente agendar o meu encontro. Questionou se eu estava observando um carro Range Rover preto do lado oposto da rua.
— Sim, estou sim. E há um tarado dentro dele que está me devorando com os olhos há quase meia hora.
— É ele quem te levará ao trabalho. Pode ir sem medo, é seguro e o cara é do bem.
— Mas que porra de trabalho é esse?
— Eu também não sei, mas posso garantir que não é nada perigoso ou ilegal. Conheço o cara há anos; ele só quer sigilo, pois os envolvidos são políticos renomados. Pode ir, amiga, garanto que será um negócio legal.
Minha atração pelo perigo deu o primeiro passo, conduzindo-me ao encontro do homem.
O sujeito só me fez elogios, era um conquistador barato, mas não me adiantou nada sobre o trabalho, apenas me conduziu a uma baladinha privada em uma casa de luxo a quinhentos metros de distância, no Jardim São Bento. Foi nesse lugar que conheci o vereador. Ele era carioca e costumava visitar seu amigo paulista por um ou dois dias.
Seria paga para ser sua acompanhante, mas não transaria com ele. O vereador Kevin e seu namorado Charles (proprietário da casa) me fizeram uma proposta de trabalho: eu atuaria como a irmã mais nova de Charles e namorada de Kevin. Se tudo corresse bem, poderia durar alguns meses.
O pai do vereador, capitão reformado do exército, era homofóbico, machista e possuía outras características semelhantes. Ele também ocupava o cargo de presidente de um partido político. O ex-militar seria o responsável por viabilizar a ascensão meteórica do filho rumo a Brasília. Contudo, a carreira e o suporte estariam em grave perigo se fosse revelado que o filho do capitão era homossexual.
Chegamos a um acordo em que eles me pagariam para interpretar o papel de uma namorada recatada. Até poderíamos ficar noivos para dar mais autenticidade. Isso lhe proporcionaria um álibi para suas visitas regulares a São Paulo, com o objetivo de encontrar seu parceiro.
Nossos primeiros encontros foram apenas em São Paulo; era necessário para nos conhecermos, trocarmos informações e não cairmos em contradições diante de sua família. Tivemos muito tempo para conversar, já que não tínhamos nenhum contato físico em nossos momentos a sós. Fiquei sabendo que, naquela relação, o Kevin era quase sempre passivo; o Charles desempenhava o papel mais dominante, o típico macho alfa.
Dias depois, entramos no período de festas. O Kevin passou o Natal em São Paulo, dizendo para sua família que ficaria comigo na casa do meu suposto irmão Charles. Minha presença na casa foi necessária para aparecer posando ao seu lado nas selfies dos grupos de WhatsApp do seu corpo social e também no de seguidores evangélicos.
O Réveillon passaríamos na casa do meu “sogro”, inclusive o Charles. O encontro com o pai e o restante da família foi mais tranquilo do que eu havia imaginado, pois eu pressupunha que sofreria uma bateria de perguntas e teria que relatar até a minha primeira infância.
As situações mais embaraçosas vivenciei com o motorista a serviço do Kevin, o mesmo que me pegou no prédio de vidro no primeiro dia. Por saber que eu não era verdadeiramente a namorada do patrão, ele ficava me cantando a todo instante. Até que ele era atraente, mas eu não pretendia colocar aquele trabalho lucrativo em risco indo para a cama com ele.
Depois do almoço, o Kevin discretamente deu um perdido de quase uma hora com o Charles, enquanto o pai e outros tiravam uma soneca. Eu fiquei à beira da piscina, onde rolavam alguns drinks e um som. O motorista aproveitou cada chance que teve para cantar-me e… Também excitar-me. Devido ao trabalho, havia dias em que não rolava um sexo.
— Você é perfeita, deixa eu ver seus peitinhos, faz um topless para mim!
Fiz uma cara e um gesto, dando a entender que ele estava louco. Não queria chamar a atenção dos outros. Ele continuou me rodeando, mesmo eu pedindo para ele se comportar, pois ia acabar estragando o meu negócio.
— E aí, o que eu faço pra você me dar uma chance e a gente curtir gostoso?
— Quer comprar meu passe? Basta você me dar um valor mensal equivalente ao do vereador que eu deixo este emprego.
— Não zoa, linda, não tenho esse cacife todo. Mas eu sei que ainda vou curtir esse corpinho apetitoso, e será na faixa.
— Pode ser. Quem sabe? Você parece ser delicinha, mas dá um tempo agora, por favor, ou você vai me complicar — falei de maneira amável para não deixá-lo com raiva.
***
Ocorreu uma falta de energia elétrica na residência, horas antes da meia-noite, exatamente quando eu estava no banho no quarto de hóspedes. Assim que saí do box e comecei a enxugar-me, senti uma presença no ambiente. Fiquei imóvel e escutando… De repente, fui agarrada. Dei um gritinho e bateu um pânico. Uma mão tapou a minha boca e um braço prendeu-me pelo ventre. O "Shhhh"! Emitido pela boca em meu ouvido, soou quase como um tranquilizador, tirando um pouco da minha apreensão, apesar de não conseguir ver quem era. Contudo, deduzi quem seria aquele homem musculoso e abusado. Fui puxada por ele andando de ré. Ele parou e, pelo som e movimento que fez, deu para perceber que abria e descia suas calças. Ele sentou, levando-me junto. Fiquei em seu colo e senti sua pele nua e seu pau ereto entre minhas coxas. Eu poderia lutar e resistir, mas minha libido estava a milhão. Chamar a atenção de alguém e perder aquele instante estava fora de cogitação. Ele pegou em minha mão, conduzindo-a até seu pau. Estava rígido o suficiente para uma transa legal.
Ele começou a massagear meus seios, lamber e beijar minha nuca e orelhas, me deixando louquinha. Esfreguei seu pau em minha boceta encharcada; não aguentava mais o desejo de foder com este sacana descarado. Ele liberou a minha boca; ficou evidente que eu não gritaria. Suas mãos firmes ergueram meu corpo para que eu sentasse sobre seu membro. Direcionei aquele cacete em minha boceta, sentei e desci gostoso. Ele segurou minha cintura, me fazendo subir e descer, metendo com intensidade.
Gemi por minutos, curtindo suas estocadas profundas. O bruto safado agarrou-me pelos cabelos e fez-me levantar. Queria mudar a posição, forçou-me a curvar o corpo e apoiar minhas mãos no vaso sanitário. Sua mão melecou meu ânus de saliva e seu pau começou a invadir o meu cu bruscamente. Ah! Se ele pretendia judiar de mim, não conseguiu, pois eu amei aquela pegada do ogro. Ele foi enterrando até que tudo estivesse dentro e começou a bombar como um alucinado. Ouvi o som repetitivo do impacto em minha bunda e segurei a onda para não gemer como uma vadia e chamar a atenção da família.
Seu arfar ofegante aumentava e seguia no ritmo das batidas de suas bolas na minha boceta. Ele efetivamente espancava o meu grelo. Meu clímax chegou intenso, gozei… gozei muito. E ainda fui agraciada naquele momento por seus espasmos e sua porra despejada em mim. Ele amenizou os golpes, e eu senti os últimos espasmos do seu pau.
Deduzi que seria uma excelente oportunidade de conseguir uma grana extra.
— Quanto você pretende me pagar para eu não falar nada para o Kevin?
Sua resposta foi uma gravata violenta e encostou os lábios em meu ouvido. Concluí que a minha tentativa de chantagem fora uma péssima ideia. Ele foi grosseiro, dando-me uma última estocada bruta em meu rabo cheio de porra. A seguir, gelei ao ouvir sua voz:
— Você vai ficar de bico calado, piranha vagabunda, e me atender quando eu quiser. Já pago o suficiente para fingir que é namorada do viadinho do meu filho.
Ele soltou meu pescoço, tirou seu pau de dentro e sumiu na escuridão. Ouvi o barulho de chave na fechadura. “Será que ele me trancou?” Pensei. Caminhei insegura, procurando a saída. A luz voltou. Cheguei até a porta e testei a fechadura. Estava aberta. Recuperei-me do susto enquanto tomava outra ducha.
Após recompor a roupa e maquiagem, juntei-me aos outros.
O canalha e pervertido do capitão recebeu-me sorrindo e agindo como se nada tivesse acontecido.
Fim.
Última revisão em: 07/06/2026.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
Até Tu, Mamãe?
Manhã de segunda-feira, mamãe olhou para o pneu murcho do carro na hora de sairmos.
— Que merda! Essa porcaria não poderia ter furado — disse ela, quase em pranto, e emendou um palavrão:
— Puta que o pariu!
Mamãe não havia mandado consertar o sobressalente, também furado.
Acabou sobrando pra mim:
— Vamos de táxi! Depois que você chegar do colégio, almoça e leva o estepe para arrumar. De noite eu troco.
— Tá zuando, né, mãe? Eu não aguento carregar isso.
— Usa a cabeça, Mila, leva rolando.
— Não acredito que vai me fazer pagar esse micão…
— O que tem demais, madame? Se você fosse um menino, adoraria fazer isso.
***
Mais tarde, após as aulas, passei na borracharia do Rubão para pedir que fosse pegar a roda lá em casa. “Magina” que eu sairia rolando aquela coisa na rua.
Havia passado uma semana desde o dia em que aquele borracheiro depravado me pegou sobre as pilhas de pneus e arregaçou o meu buraquinho.
— Oi, amor, achei que você voltaria antes para brincarmos um pouquinho mais.
— Eu passei a semana toda com dor e sem poder pedalar a minha bike; você me arregaçou, seu bandido. No meu cu, você não põe nunca mais.
— Fica tranquila, carinha de anjo, mesmo tendo amado o seu cuzinho, hoje eu vou dar duas ou três só na sua bocetinha. E sem tirar de dentro.
— Vai sonhando, vai! Ainda mais em cima desses pneus; nem pensar. Naquele dia fiquei cheia de marcas nas costas. Menti pra mamãe que havia caído da bicicleta. Claro que ela não acreditou e disse que aquilo não parecia marca de tombo. Ainda bem que ela não pediu para examinar a minha bunda, pois daí, sim, eu estaria fodida.
Mudei de assunto e expliquei o motivo da minha visita. Ele fechou a borracharia e foi comigo pegar o bagulho. Claro que o pervertido só foi porque eu disse que estava sozinha e poderia rolar algo.
Ao entrarmos em casa, a fornicação começou assim que fechei a porta. Pelo menos o macacão dele estava limpo dessa vez. Sentamos no sofá e ele arrancou a minha camiseta. Foi providencial, em razão de ela ser branca, não querer arriscar encardir meu uniforme ao ter seu corpo se esfregando ao meu.
Durante mais um beijo e sugadas, as mãos masculinas e apressadas soltaram o fecho do meu sutiã. Sustentei o vestuário com as palmas das mãos sobre meus seios.
— Aqui não, vamos pro meu quarto!
Fazendo farra, corri escada acima. Nina, minha Poodle Miniatura, saiu correndo atrás e passou por mim a milhão. O Rubão foi em seguida e alcançou-me ao final da escada. O danado agarrou-me por trás e, na encoxada, colou seu negócio em meu rego e suas mãos amassaram meus seios. Senti sua ereção durante as esfregadas em minha bunda e seu hálito quente em minha nuca e orelhas já molhadas pelos seus beijos safados cheios de baba.
— Você fica muito gostosinha subindo a escada com essa sainha, aparecendo as calcinhas.
Fiquei de frente para ele, tirei o sutiã já aberto anteriormente e o deixei ir ao chão. Ele ajoelhou e sua boca ficou da altura dos meus peitos, puxou meu corpo para junto dele e devorou meus mamilos inchados, mordiscando-os e chupando.
Suas mãos desceram e se enfiaram debaixo da minha saia. A minha calcinha foi aos meus pés em fração de segundos, sua língua tocou minha fendinha e me fez ronronar como uma gatinha.
Sem tirar a boca do meu sexo, sua mão tentava tirar de vez minha calcinha. Levantei meus pés, facilitando e ajudando em sua manobra de levantar minha perna para colocar em seu ombro. O tarado deixou-me arreganhada e sua boca fez miséria por debaixo de mim. Aquele homem sacana me fez gemer como uma putinha ao chupar minha boceta de forma frenética… Ahhh! Só parou após eu ter gozado gostoso em sua boca.
Estava pirando com a vontade de sentir seu pau na minha boceta; ele nem precisaria insistir, acho que até imploraria para ele quebrar o meu cabaço.
O homem pegou-me no colo e fomos para o meu quarto. A Nina estava em minha cama e começou a fazer festa.
O Rubão tirou algo do bolso… Olha o que eu trouxe pra nossa festinha. Era o tubo de gel lubrificante.
— E camisinha, você não trouxe?
— Pô, lindinha, estou sem nenhuma. Mas fica tranquila, não gozo dentro, juro. Tiro antes e gozo nos seus peitinhos… Você vai adorar.
Apesar da fissura em ser penetrada na frente e das lembranças das dores da penetração anal, eu disse que, sem camisinha, só o deixaria penetrar por trás. Nem sei o que seria da minha vida se eu acabasse grávida.
O borracheiro não ficou frustrado; acho que ele se apaixonou por meu cuzinho. Despiu-se do macacão e da cueca. Quando eu estava prestes a tirar a saia, ele interveio.
— Não tira, anjinho! Você está linda assim.
Ele posicionou-me curvada: pés no chão e mãos apoiadas na cama. Levantou a saia e passou o gel no meu ânus apertadinho, e depois em seu pau. Acomodou-se colado em minha bunda, pincelando sua glande em meu rego antes de me penetrar sem muita cerimônia.
— OOOOOOH!!! Gemi, sentindo uma dor absurda novamente. Agradeci em pensamento por ele segurar a enterrada por alguns segundos. Massageou meus seios e beijou minhas costas e nuca ao falar suas vulgaridades em meu ouvido.
Aos poucos, ele continuou forçando até enterrar tudo. Caralho! Ele voltou a ser o sádico, estocando com altíssima intensidade e fazendo-me uivar igualzinho à minha cadelinha Nina, que também uivava em solidariedade comigo, talvez pensando que eu sofria. Na verdade, estava amando aquela dor gostosa e a pegada alucinante.
Porém, o inesperado aconteceu. Bateu o desespero quando minha mãe chegou fora de hora. Ouvi os gritos dela, lá embaixo na sala.
— Puta que pariu, Mila, que zona é essa? Tudo jogado e bagunçado: mochila e camiseta da escola do avesso. E essa cadela uivando sem parar?
— Caralho, a minha mãe! — sussurrei aterrorizada.
Entrei em pânico. Ainda mais quando o Rubão tirou de uma vez do meu cu. Meu uivo de dor foi longo e sofrido. Simultaneamente, ouvi o barulho de copo quebrando lá na cozinha. A seguir, o grito da mamãe, provavelmente, já subindo as escadas.
— MILA, DESCE AQUI! … E FAZ ESSA CADELA PARAR DE CHORAR, PELO AMOR DE DEUS!
Aflita, com o ânus machucado e morrendo de dor, gritei com a voz embargada:
— JÁ TÔ INDO, MÃE!
Pedi aos céus para que ela não subisse de imediato. Endireitei o tronco, superando a dor e a dificuldade em caminhar.
— Se esconde debaixo da cama, pelo amor de Deus. Vou tentar distraí-la pra você sair daqui sem ser visto.
— Que porra, fudeu! — resmungou o homem.
Coloquei o dedo na boca, pedindo silêncio, e fiz um sinal com a mão, apressando-o a se esconder. Vesti um robe por cima da saia; e só então lembrei da calcinha e sutiã, largados no corredor. Saí correndo e a Nina saiu atrás, ultrapassando-me… e a danadinha abocanhou minha calcinha próximo à porta do quarto.
— Me dá isso aqui, sua louca! — falei em desespero.
O filhote brincalhão saiu em disparada. Com dificuldade, corri atrás. No mesmo instante em que minha mãe começava a subir as escadas.
— MILAAA!! — urrou impaciente.
A Nina continuou correndo escada abaixo, quase atropelando a mamãe.
— Essa cachorra doida quase me derrubou. Ela estava mordendo sua calcinha? — perguntou, irritada, enquanto eu pegava o sutiã do chão.
— Ela pegou essa mania de brincar com as minhas roupas.
— Você precisa parar de tratar esse animal como se fosse um bebê; ela só está dando trabalho e prejuízo.
Felizmente, minha mãe não suspeitou da perversão que eu praticava em seu quarto, eu acho, pois ela mudou de assunto.
— Comprei um estepe novo; o rapaz do Uber está aí na garagem trocando pra mim. Estou precisando do carro lá na loja para fazer algumas entregas urgentes.
A danadinha da Nina voltou correndo escada acima e, sem a minha calcinha na boca, entrou no quarto e começou a latir. Com certeza era para o homem debaixo da cama.
— Deus do céu, essa cachorra não vai parar de latir? Ela ainda me põe louca. — E você não foi na borracharia, né?
— Não, cheguei agora há pouco. Eu ia mais tarde.
— Não quero ficar sem estepe de novo; passarei lá rapidinho assim que sair.
— O Rubão não está lá. — falei rápido demais, nem pensei na merda que estava dizendo.
— Como você sabe que ele se chama Rubão? E como sabe que ele não está lá?
— Foi uma das meninas quem disse; ela mora perto e enche o pneu da bike lá. Queria que ela fosse comigo pedir pro homem vir pegar a roda, mas ela disse que estava fechado.
“Aff, que mancada! Nunca pensei tão rápido antes de dizer uma mentira. Será que colou?” Pensei.
— Você é doida, o que ele cobraria pela visita daria para comprar um pneu novo.
“O preço foi minha bunda, mamãe. E vale muito mais que um pneu novo.” Pensei em tom irônico.
O cara lá embaixo chamou a atenção da mamãe ao dizer que acabara de trocar o pneu.
— Tenho que correr para a loja — disse ela e desceu as escadas.
Ouvi minha mãe agradecer a cortesia do motorista do Uber, que aparentava ser seu amigo. Ele partiu. Dois minutos depois, graças a Deus, ela também. Se ela tivesse ido ao seu quarto, eu estaria morta agora.
Subi e pedi para o Rubão ir embora no gás; não havia mais clima e eu nem tinha condições físicas para continuar a transar.
O borracheiro não deve ter achado ruim, pois a dose de adrenalina que tivera naquele dia provavelmente fora suficiente.
Quase uma hora depois que ele se foi, minha mãe ligou:
— Mila, nunca vá encher o pneu da sua bicicleta na borracharia do Rubã… do seu Rubens. E nem suas amigas, pois aquele homem, além de abusado e tarado, é um bruto e um tremendo cafajeste. Proíbo você de ir lá.
E desligou.
“Eita! Será que a mamãe também levou na bunda?” Pensei com meus botões.
Fim.
Última revisão em: 05/06/2026.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Letícia, um Prêmio de Loteria
Noite de sábado, já era bem tarde quando o pai de Letícia começou a sentir intensas dores no peito, e sua mãe se preparou para levá-lo ao hospital. Ao longo do trajeto, deixaria Letícia (Lê) na casa de sua amiga e sócia, já que não se sentia confortável em deixá-la sozinha naquele bairro à noite.
Quando o trio chegou, a amiga já estava na entrada, aguardando. Letícia saiu do carro e entrou na casa, acompanhada de Elaine, enquanto seus pais se dirigiam ao hospital.
— Fica tranquila, Lê, não deve ser nada grave.
Conduziu-a ao quarto desocupado da casa. Como já era tarde, ele disse à jovem para dormir, garantindo que tudo ficaria bem.
No dia seguinte, Letícia acordou depois das nove horas. Demorou alguns segundos para se situar; em seguida, foi ao banheiro para fazer sua higiene matinal.
Minutos depois, ao sair do banho apenas com uma toalha e descalça, estranhou o silêncio, uma vez que já havia dormido lá outras vezes e sabia que sua anfitriã costumava acordar cedo. As duas tinham uma relação de companheirismo; mesmo com a diferença de idade, pareciam duas molecas quando estavam juntas.
A hóspede foi até o quarto da amiga; a porta estava só encostada e com venezianas e cortinas fechadas. Mesmo com a escuridão do dormitório, ela percebeu o corpo enrolado no lençol. Foi nas pontas dos pés e pulou na cama gritando:
— ACOOORDA DORMINHOCA!
Lê levou um baita susto; a pessoa dormindo não era Elaine, mas sim seu atual namorado, Fábio. A menina desconhecia a presença do homem na casa.
Ao reagir ao sobresalto, ele se virou rapidamente, segurou-a e caiu sobre ela. A jovem ficou ainda mais assustada, pois o homem estava nu. Com a movimentação, o corpo delicado feminino ficou quase exposto, e a vagina juvenil teve contato imediato com um pênis adulto. Contudo, o primeiro contato de uma genitália masculina com sua parte mais íntima não foi motivo para que a virgem recatada morresse de vergonha; pelo contrário, por ser o Fábio, o ocorrido a excitou. A jovem nutria uma atração oculta pelo namorado da amiga adulta, apesar de tê-lo visto apenas algumas vezes e de estar ciente de que ele era proibido para ela.
— Menina, que susto você me deu! No entanto, foi uma surpresa muito agradável. — Ele riu da expressão de surpresa da jovem.
Uma ereção foi induzida após breves segundos de contato com a pele daquele corpo delicado. Letícia sentiu uma sensação agradável ao notar um volume morno e roliço que enrijeceu rapidamente e acomodou-se entre suas coxas abertas. O homem percebeu que, se levasse adiante a ação, acabaria enfrentando sérios problemas. Mesmo a contragosto, ameaçou levantar. Todavia, a menina foi tomada por uma sensação desconhecida, algo que nunca havia experimentado antes, e teve medo de deixar aquele momento especial escapar. Instintivamente o abraçou pelo pescoço e o beijou; ele correspondeu e sugou sua língua em um beijo carregado de volúpia. Ela apertou seu pau rígido entre suas coxas e segurou-o no abraço.
— Meniiina, vamos parar, isso vai dar treta.
— Você não gosta de mim, né? — falou a jovem recém-apaixonada. Ela tinha a esperança de uma declaração de amor como resposta.
— Eu te adoro, anjo, você mexeu comigo de montão, mas isto não está certo, eu namoro a Elaine. E você ainda é tão novinha…
Ela odiava que a tratassem como criança, pois seu corpo já adquirira forma de mulher — pelo menos os quadris —, mas seu rostinho ainda era de menina. Ele acabou despertando a putinha que se escondia bem no íntimo dela. A danadinha apertou forte suas coxas, prensando o pau do cara, que gemeu murmurando:
— Não faz issooo!
Ela ainda agarrou aquela bunda masculina com as duas mãos e a apertou contra seu corpo e movimentou os quadris. Ele adorou sua atitude, deu um foda-se ao socialmente aceito e ao perigo, decidiu trocar o bom senso pelo prazer de curtir aquele corpo jovem, cheiroso e macio. Começou a se esfregar sobre aquela bocetinha de pelos ralos e dourados. Ela gemia baixinho, amando sentir o peso de um homem sobre ela e o pau roçando entre suas pernas.
— Eu não aguento mais, vou acabar fazendo besteira.
Após um gemidinho gostoso, ela disse:
— Eu também não aguento mais, Fábio.
— Não sou de pedra — ele disse.
E abriu de vez a toalha que ainda cobria a jovem parcialmente, abocanhou o peito miúdo e pontiagudo. Ela nunca tinha passado de beijos na boca e agora sentia tudo aquilo ao mesmo tempo; estava completamente entregue ao homem e a fim de fazer qualquer loucura.
Ele chupou e deu mordidinhas em seus mamilos, desceu beijando seu ventre até alcançar a fendinha de grandes lábios rosados. A sugou como se fosse uma fruta suculenta e doce. Quase a engolia toda e, quando socou sua língua bem fundo, ela estremeceu ao sentir seu selinho sendo forçado, suas pernas amoleceram e começou a tremer de prazer e medo.
Uma língua a penetrava cada vez mais forte e duas mãos masculinas seguravam a sua bunda volumosa e firme, enquanto dedos brincavam com seu rego. Ela estava em transe; era tudo novo e delicioso.
Não demorou para ela explodir de tesão e com um gemido que veio do fundo da alma… Ahhh! Ela gozou na boca do homem.
Ela nunca imaginou que sexo pudesse ser tão bom, e não sentiu vergonha; estava orgulhosa por ter superado sua timidez. Sentia-se como uma cadelinha e estava ansiosa para perder sua virgindade com ele e tornar-se mulher.
O homem também estava possuído e satisfaria seus desejos.
— Vem, lindinha, vamos fazer outra brincadeira.
Pegou-a pela cintura e a colocou de quatro. A garota inexperiente ficou confusa, pois esperava por um “papai e mamãe”. Ele a lambeu e chupou da bocetinha ao cuzinho, e parou nele, brincou com a língua e o deixou encharcadinho com sua saliva. Ela estremeceu com a bolinação em seu ânus, fechou os olhos e viajou, deliciando-se com as lambidas. Quando ela sentiu que outra coisa roçava o seu rego, entendeu qual seria a brincadeira nova. Sentiu medo, quase pavor; ele a rasgaria todinha.
— Para, Fábio, estou com medo!
Ela foi sincera, teve receio de doer muito, mas só de imaginar aquele pinto a penetrando, seu tesão a enchia de coragem.
Ele tentou tranquilizá-la e convencê-la, colocou seu pau entre suas coxas, abraçou-a por trás e massageou seus peitinhos enquanto dava beijos e falava ao seu ouvido:
— Não tenha medo, lindinha, não vou te machucar. Confia em mim, farei com muito carinho, prometo!
O modo carinhoso como ele falou a deixou mais tranquila. Ela não respondeu, estava confusa e não queria parecer criança ou bobinha. Ele entendeu seu silêncio como um sim. Continuou beijando seu pescoço, foi descendo pelas costas, arrepiando-a inteirinha. Ao chegar ao reguinho, salivou um pouco mais, ajeitou seu cacete no anelzinho apertadinho e começou a forçar a entrada. Ela tremeu, mas o tesão falou mais alto; estava pronta para superar a dor. Ao sentir o pau entrando e rasgando seu ânus, as lágrimas começaram a escorrer pelos seus olhos. Conservou a calma e não pediu que parasse. Ele foi o mais carinhoso que pôde, empurrando milímetro por milímetro. Ela aguentou bravamente, enterrando o rosto no travesseiro, mordendo-o e urrando. Quando chegou o momento em que ela o sentiu completamente dentro, a dor já era suportável e ela remexia delicadamente os quadris, acompanhando o vai e vem suave do homem, enquanto gemia de prazer. Sua voz parecia o choro de uma cadelinha ainda filhote.
Letícia entregou-se de corpo e alma ao momento tão gratificante que sua mente desligou-se de tudo. O mundo resumia-se a ela e ao seu namorado amante. No entanto, ao ouvir o barulho de porta fechando, foi como ouvir as trombetas do inferno. Abortou de imediato o gemido e seu coração quase parou. O barulho foi no piso térreo. Eles haviam se esquecido por completo da Elaine. O Fábio, em desespero, falou baixinho:
— Caralho! Ela chegou da feira.
Ele ainda teve o bom senso de retirar devagar para não machucar a garota, e também para ela não gritar de dor e denunciar aquela promiscuidade. Ambos ficaram agoniados durante o processo de desacoplamento; o membro que saía do ânus parecia não ter fim. Aqueles quatro ou cinco segundos pareceram uma eternidade para eles.
— Vai, vai, linda, corre pro seu quarto!
A menina já havia pulado da cama e ia correr peladinha… Ele sussurrou:
— A toalha! E a jogou em sua direção. Ela agarrou e saiu a milhão.
Quando Lê já estava em seu quarto, ouviu a voz da Elaine no interior do outro:
— Ainda está dormindo, meu amor? Desce logo, vou acordar a Lê e fazer o café pra nós.
Quando a Elaine chegou ao quarto, sua hóspede já havia vestido a camiseta e o shortinho sem a calcinha. A amiga deu bom dia sorrindo para a menina. Ela respondeu com expressão de felicidade e com carinha de inocente. A mulher elogiou o shortinho, dizendo que ficava uma graça nela. Aparentemente não suspeitou que a novinha estivera em sua cama praticando putaria com o seu namorado há menos de dois minutos.
Pouco mais tarde, depois do café, Letícia já sabia que seu pai estava bem e voltando do hospital com sua mãe; eles passariam para pegá-la. Bateu uma frustração nela e no seu quase amante.
Lê pensava: “Droga! Será que mamãe deixa eu voltar sábado que vem?”
E Fábio também: “Merda! Ganhei na loteria, mas vão levar o meu prêmio embora.”
Fim.
Última revisão em: 06/06/2026.
domingo, 6 de janeiro de 2019
O Minotauro
Toda semana, um sujeito sem beleza, desengonçado e sem atrativos entregava água em minha casa e costumava flertar comigo. Ele era um pouco bobo, mas não era louco, já que só me assediava quando meus pais não estavam em casa. O problema era que eu quase sempre estava sozinha, e o entregador se mostrava cada vez mais seguro de que eu o aceitaria como namorado. Eu sentia pena dele, pois, embora fosse adulto, ele era bastante infantil. Às vezes, isso causava um certo medo, já que o sujeito era um gorila e levantava dois garrafões de água mineral de 20 litros, um em cada mão, e os colocava nos ombros sem esforço algum.
Um dia, decidi dar-lhe uma oportunidade, não porque ele me tivesse vencido pelo cansaço, nem porque me tivesse apanhado em um daqueles dias filosóficos em que eu não compreendia o sentido da vida e queria simplesmente dar um foda-se e deixar rolar. Eu só estava a fim de zoar, e claro que só criaria um clima para excitá-lo e cortaria a onda dele depois que as coisas esquentassem.
Precisaria de uma cúmplice um tanto imoral; pedi para a Jéssica passar em casa depois do almoço. Quando ela chegou, eu resumi o meu plano doido.
— Não acredito que você terá coragem de fazer tudo isso — disse a Jéssica.
Continuei explicando com detalhes:
— Você fica ali na área de serviço, espiando pela fresta da porta meio aberta. Assim que eu levar a cantada de sempre, vou surpreender o cara e convidar para transar. Após colocar a camisinha nele, eu tiro a minha calcinha.
— Hahaha, você é louca, Mila.
— Presta atenção, miga, é nessa hora que você vai para a porta da sala, ok?
— Entendi, fica fria!
— Nesse meio tempo, eu faço um charminho e posiciono-me debruçada na mesa, oferecendo-me. Então você abre a porta e grita meu nome. E tenta imitar a voz da minha mãe ou da sua.
— Vixe! Aí é difícil.
— Então, só grita meu nome do seu jeito. Eu não quero é ser enrabada pelo monstro, hahaha.
— Acho que isso vai dar merda, Mila. E se o doido quiser comer nós duas à força?
— Ele não é doido, é só um crianção. E nós somos duas.
A amiga não ficou muito convencida do meu plano; ela participaria a contragosto. Concluí que não fui muito feliz na escolha da cúmplice; era um tanto lerda, ainda assim levei a brincadeira adiante. Liguei pedindo urgência na entrega da água.
Quinze minutos depois o cara tocou a campainha. A Jéssica foi para a sua posição.
Eu trajava apenas o camisetão de dormir e a calcinha. Atendi o entregador e o levei para a cozinha. Quando o desengonçado se certificou de que estávamos sozinhos, começou com seus papos furados. Disse que eu era linda e pediu para namorar com ele, como fazia sempre. Eu já entrei de sola, agilizando o assunto, antes que a Jéssica estragasse tudo.
— Eu não quero namorar com você, mas podemos transar se quiser. Tá a fim?
Ele balançou a cabeça várias vezes, dizendo que estava a fim, deu alguns grunhidos estranhos e ficou alegre como uma criança que ganha o presente tão esperado no Natal. Eu peguei o preservativo que havia deixado preparado.
— Desce as calças e senta aí!
— Tirar as calças aqui?
— É, Jamanta, você não quer transar?
— Eu quero. — Eu não chamo Jamanta, é Cláudio — ele falou com certa mágoa.
Eu já sabia que era Cláudio, mas não tinha como não compará-lo com o Jamanta da novela Belíssima.
— Eu sei, Cláudio, desculpe, só estava brincando. — A gente tem pouco tempo, minha mãe não vai demorar muito. Desce as calças e senta para eu colocar a camisinha.
Ele desceu o jeans até os pés e ficou olhando para mim. Parecia envergonhado, pois seu pênis já estava ereto e fazendo um volume absurdo por dentro da cueca surrada e de tamanho inferior ao apropriado para aquele ser peculiar.
— Desce a cueca também, Cláudio, e senta aí!
Cheio de vergonha, ele desceu a cueca, depois apontou, perguntando se era aquela cadeira.
Fiquei impactada com a cena; até tentei falar, mas só fiz um sinal dando a entender que sim. De olhos arregalados, sentindo um misto de surpresa e pavor, comecei a abrir a embalagem do preservativo. Virei olhando disfarçadamente para o vão da porta e dei um sorrisinho nervoso, quase aterrorizado. “Acho que preciso de um preservativo maior, miga”. Pensei. O cara era deformado; aquilo era o pau mais estranho do mundo, um pepino gigante, torto e curvado para cima. Também parecia um cone; a cabeça era fina e engrossava absurdamente até chegar à bola. Sim, ele tinha apenas uma bola, no singular, mas essa valia por três.
Respirando fundo e cheia de coragem, cobri parcialmente aquele membro estranho com o preservativo. “Meu Deus, o que é isso?” Pensei. Estava quase desistindo da brincadeira; também achei que daria merda. Contudo, meu vício pelo perigo tomou a dianteira. Fiquei em pé, virei-me de costas para ele, tirei a minha calcinha, deixando-a sobre o balcão próximo da porta. Aproveitei para fazer caras e bocas e um sinal discreto com a mão para que a amiga fosse para a porta da frente.
— Vamos lá? — falei após virar e caminhei lentamente em direção à mesa.
— Pode ficar em pé. E faz devagar, tá? Você não vai me machucar, né?
Ele só balançou insistentemente, dando a entender que não me machucaria.
Deduzi que minha amiga já estaria com a mão na maçaneta da porta. Subi um pouco a camiseta, deixando a bunda de fora, e deitei o tronco na mesa, ficando em uma posição de noventa graus. Virei o rosto olhando para ele.
— Vem, Jamanta… Desculpe, Cláudio!
Ele veio arrastando os pés e quase caiu.
— Eu vou tirar a calça.
— Não, não tira! Daí terá que tirar o tênis e, se chegar alguém, ficará difícil vestir tudo de novo. — Vem assim mesmo, devagarinho.
Ele se aproximou com cuidado, encostou em mim e guiou o pau com a mão. Quando senti a pontada da cabeça miúda rondando na “boca do gol”, eu tentei ganhar tempo, pois não estava entendendo a demora da Jéssica.
— Espera um pouco, deixa eu tirar minha camiseta.
Levantei o tronco e fui caminhando em direção à porta, tirando o camisetão. Não vi a Jéssica; deduzi que ela entraria a qualquer momento na sala. Pendurei a roupa na maçaneta da porta e, peladinha, girei meu corpo fazendo graça.
— Melhor assim, né? — gracejei.
O Jamanta, sem tirar os olhos de mim, balançou a cabeça em um sim. O seu pau parecia pulsar de tão rígido. Receosa, voltei para minha posição na mesa. Não compreendia por que a Jéssica não entrara ainda. Será que estava escondida, observando e esperando meu grito de socorro? Eu gritaria mesmo, caso ela deixasse aquele monstro me enrabar.
Ele partiu para uma nova tentativa; toda aquela demora não tirou sua ereção, seu pau parecia cada vez mais duro. A glande minúscula, somada à curva para cima, facilitava a penetração inicial.
Puta que pariu! Gelei quando senti a cabeça dentro. “Cadê você, Jéssica, sua puta?” Pensei com raiva. Tentei ganhar mais um tempo.
— Para, para, Cláudio, tá ouvindo? Tem alguém chamando.
— É VOCÊ, JÉSSICA? — eu gritei… E, claro, não houve resposta.
O jamanta permanecia quietinho. Segundos depois, ele disse baixinho:
— Não estou ouvindo nada.
Nesse ínterim, seu pau avançou alguns centímetros em minha boceta, e nem era ele quem forçava… Fui eu que instintivamente iniciei um leve rebolado. Acho que havia me conformado e até gostado da situação. A “amiga da onça” aprontou comigo, saiu fora e deixou-me sozinha nessa roubada. Contudo, o tesão do momento superou minha repulsa pelo Jamanta. Estava ensopadinha e entregue ao ato.
— Que se foda! Vai, Cláudio, enfia logo essa porra toda!
— DEEEUUUSS!!! Meu gemido ecoou pela casa quando aquela coisa disforme e monstruosa foi fundo até tocar o meu colo do útero. Suas bombadas começaram rápidas como cães se acasalando.
— Mais…de…vagar…porra! — falei com a voz trêmula.
A santa elasticidade não permitiu que ele me rasgasse, já que a base daquela coisa era mais grossa que uma mão fechada. Chorei como uma cadela enquanto recebia seus golpes vigorosos e uivei ao ser agraciada com um orgasmo múltiplo que veio em ondas.
Ele demorou um pouquinho a gozar, mas, quando o fez, sua ejaculação e pulsações não paravam mais. Tive medo de a borrachinha não suportar tanta pressão e líquido. Mesmo assim, curti o momento do meu clímax animal.
Por fim, veio o alívio quando ele diminuiu o ritmo até parar de me golpear.
Aquele búfalo ofegante continuou em cima de mim, e eu também estava com dificuldades em respirar, ainda mais tendo aquele contrapeso em minhas costas. Seu pau já havia amolecido.
— Levanta, Jamanta, desculpa, Cláudio!
Ele levantou o tronco e tirou seu nervo bizarro de dentro, mas a camisinha ficou. Puxei com dois dedos e senti uma pressão na saída; estava cheiinha de porra e quase do tamanho de uma bola de tênis, porém intacta. Mesmo assim, fiquei com medo de ter vazado dentro.
— Vai, “homi”, se veste logo e vai embora antes que minha mãe chegue. E se você contar pra alguém, eu te mato e me mato depois.
— Eu não conto pra ninguém.
— Então jura por Deus!
— Eu juro!
— E também por sua mãe!
— Eu juro!
Eu nem sabia se aquela coisa tinha mãe.
Depois que ele se foi, primeiro liguei para a Jéssica, mas a vadia covarde não atendeu. Deixei um recado ameaçando-a de morte lenta e dolorida. Depois, durante meu banho, fiquei pensando se havia cometido um crime de abuso de incapazes.
Descartei a possibilidade, pois o “Jamanta” pareceu-me bem capaz, contudo, só um tanto infantil, hahaha.
Fim.
Última revisão em: 06/06/2026.




